MERCADO…MERCADO…(31out)

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A fortuna estimada do mexicano Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, é de US$ 66 bilhões. Uma de suas empresas mais conhecidas no Brasil é a operadora Claro.

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A Restoque, dona das marcas de luxo Le Lis Blanc e Bo.Bô, terá que pagar R$ 1 milhão em indenizações após terem sido confirmadas condições análogas ao trabalho escravo em suas oficinas de confecção. O dinheiro será revertido para órgãos de assistência a trabalhadores. Uma peça da Bo.bô não sai por menos de R$ 600. A saia acima, por exemplo, custa R$ 680,00 nas butiques. As costureiras – consoante fiscais do Ministério do Trabalho – recebiam frações de Reais para confeccioná-las.

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Com o ganho de renda da classe C, o salmão passou a ser mais consumido no país. Em 2008 compramos do Chile, o maior fornecedor deste peixe para o Brasil, 38,2 mil toneladas. No ano passado foram 67,6 mil toneladas, aumento de quase 80% em quatro anos. Nos supermercados, o quilo do salmão gira em torno de R$ 30.

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Analisando os dados das 163 maiores cidades litorâneas do mundo, o Banco Mundial prevê que elas podem ter prejuízos de até US$ 1 trilhão até 2050 em decorrência de catástrofes naturais. A cidade com maior risco é New York, EUA.

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Fundada em 1898 pelo italiano Luigi Caloi, a fábrica de bicicletas que leva seu nome vem enfrentando altos e baixos no mercado nos últimos anos. No final da década passada, afundada em dívidas, a família fundadora a vendeu para o empresário Edson Musa, que agora vendeu 70% da marca para o grupo canadense Dorel. Atualmente, a Caloi vende 700 mil bicicletas por ano, com faturamento médio de R$ 273 milhões. Já foi bem mais. Apenas no setor de exportações a queda foi de 90% nos últimos sete anos.

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Aos poucos, os pneus velhos estão deixando de ser um problema para os brasileiros. As maiores fabricantes com atuação no Brasil decidiram formar uma associação para coletar pneus inservíveis e utilizá-los, após trituração/reciclagem, para outros fins, como combustível em usinas de cimento, asfalto e produção de grama sintética. A Reciclanip possui 800 pontos de descarte e 60 caminhões fazendo a coleta. A associação – que já consegue resgatar 90% dos pneus velhos – está presente em todos os Estados brasileiros.

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O consumo de cachaça no Brasil caiu consideravelmente nos últimos três anos. Em 2010 foram consumidos 173,1 milhões de litros, já no ano passado o número foi de 157,6 milhões. A queda é equivalente a 16 milhões de garrafas da “marvada”. Para os fabricantes, a queda se deve ao fato de os jovens estarem trocando a caipirinha pelo uísque com energético. A solução encontrada pelas fabricantes Diageo (Ypióca), Campari (Sagatiba) e Tatuzinho (Pitu e Velho Barreiro) é lançar rótulos premium, para atrair consumidores que gostam de pinga, mas não querem se ver associados a um produto popular.

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