TRAGÉDIA DESTRÓI TIME NO AUGE DO SUCESSO

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O mundo está consternado com o desastre aéreo que ceifou a vida de quase toda a equipe do Chapecoense (SC), incluindo titulares e reservas, além de jornalistas e repórteres que acompanhavam a tripulação, entre estes Victorino Chermont e Mário Sérgio (ex-jogador de futebol).

Das 81 pessoas a bordo, 76 perderam a vida. Profundamente triste, desolador.

O time, criado em 1973, vivia seu melhor momento. Era considerado um case de sucesso do futebol brasileiro. A folha de pagamento era bem inferior aos dos demais clubes brasileiros. Um décimo da folha do Flamengo, por exemplo.

Em oito anos, a Chapecoense teve uma acessão meteórica, saindo da série D para a série A, onde se manteve nas últimas duas edições, contrariando a sina de muitos times de menor porte que sobem para a A, mas que no ano seguinte voltam para a B.

Para abrilhantar ainda mais essa trajetória de sucesso, a Chapecoense iria disputar amanhã o primeiro jogo da final da Copa Sul-americana. Num gesto de grandeza ímpar, o Atletico Nacional da Colômbia, que seria seu rival, solicitou a Conmebol – organizadora da competição – que entregasse o título ao time brasileiro, por aclamação.

Dentre as vítimas está o volante Gil, que é potiguar. Seus pais residem em Nova Cruz.

Todos os grandes órgãos de imprensa do mundo trazem a tragédia como destaque em suas páginas virtuais.

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