TORNOZELEIRAS ELETRÔNICAS, UM MERCADO EM EXPANSÃO.

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O monitoramento de presos provisórios mediante tornozeleira eletrônica foi adotado no Brasil em junho de 2010, através da Lei n° 12.258.
De lá pra cá as três empresas que fornecem o equipamento só fizeram crescer.
A maior delas é a Spacecom Monitoramento, com sede em Curitiba (PR), responsável por 90% das tornozeleiras espalhadas pelo Brasil. A Justiça Federal usa equipamentos desta marca.
Há ainda a UE Brasil Tecnologia, com sede em Brasília; e a Geo Control, com sede no Espírito Santo. Ambas servem a alguns judiciários estaduais.
A Spacecom já anunciou que no segundo semestre lançará uma nova geração de tornozeleiras: menores e com baterias mais duradouras.
Atualmente, cerca de 24 mil presos provisórios são monitorados por tornozeleiras, de um total de 220 mil.
Um preso em cadeia custa, em média, R$ 4.100,00; enquanto o custo mensal de uma tornozeleira é de R$ 300.
Estima-se que em torno de 50 mil outros presos provisórios poderiam ser monitorados por tornozeleira, o que representaria uma economia superior a R$ 50 milhões por mês.

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