PARA A ISTOÉ, JANOT AGE MOVIDO POR INTERESSES PESSOAIS.

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A matéria principal da IstoÉ dessa semana está mais pra a seara da ficção, pela sua surrealidade.
Entre outras aleivosias, diz que o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, persegue todos os que apoiam a procuradora Raquel Dodge para a sua sucessão. A revista vai além, sugere que a atuação dele é movida por este propósito.
Como prova, a revista traz uma suposta conversa telefônica entre a procuradora Caroline Maciel, do Rio Grande do Norte; e o procurador Ângelo Goulart. Nesta, Caroline diz que Janot persegue o senador José Agripino por este ser simpático à candidatura de Dodge. A publicação diz que o mesmo acontece em relação ao presidente Michel Temer, ao procurador Ângelo Goulart, e a todos que demonstrarem inclinação pelo nome de Raquel Dodge.
Quanta abobrinha!
E olhe que é a matéria de capa.
O procurador Ângelo Goulart foi preso oito dias depois da conversa com Caroline, o que, segundo a revista, confirma a denúncia de perseguição aos pró-Dodge. Ora, o procurador foi preso porque estava repassando informações de uma investigação para o empresário Joesley Batista. Tudo fartamente comprovado.
Há três edições o hebdomadário em tela joga duro com Janot, tentando de toda forma desmerecer seu trabalho.
A sanha é tão grande que eles publicam matérias surreais como a dessa semana.

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