“Podemos” surge como alternativa para 2018: “nem de esquerda, nem de direita”.

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Fundado a partir do PTN, o Podemos é inspirado em agremiações partidárias europeias, especialmente a República em Marcha! (França), o homônimo Podemos (Espanha) e no Movimento 5 Estrelas (Itália).

Assim como as agremiações europeias, o Podemos se propõe a ouvir mais a população, em realmente atender aos anseios do povo, o que será feito através de vários meios de interação, especialmente plataformas digitais.

Tal intenção já foi mostrada na semana passada, quando o site do partido (podemos.org.br) fez uma enquete para saber da população se a deputada federal Renata Abreu votaria contra ou a favor do presidente Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. “A sua decisão será o voto da deputada Renata Abreu”, dizia a chamada da enquete.

Sobre ideologia, o Podemos não se define como direita e nem com esquerda. “Não nos vinculamos ideologicamente à extrema esquerda ou extrema direita, trabalhamos contra essa dicotomia e pretendemos nos valer de ideias importantes de cada um dos lados, para caminhar adiante”, disse o senador Álvaro Dias (PR), um dos integrantes da nova agremiação, em entrevista à IstoÉ desta semana.

Aos 72 anos, e já tendo passado pelo PMDB, PSDB e PV, Álvaro Dias é o único político experiente do Podemos no Congresso Nacional. Os demais estão exercendo seus primeiros mandatos: 15 deputados federais e 02 senadores (Álvaro Dias e Romário).

A sigla deverá lançar candidatura própria ao cargo de presidente da República no ano que vem, provavelmente o senador Álvaro Dias. Esperam ter o mesmo sucesso do República em Marcha!, que recentemente assumiu a presidência da França através de Emmanuel Macron.

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