AS LOUCURAS DA ARTE

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A arte fascina, tanto é que muitos artistas se submetem a verdadeiros sacrifícios para enaltecer a profissão. Abaixo, dez loucuras cometidas em nome da arte:

– Em 2004, o ator Christian Bale emagreceu 28 kg para fazer o filme O Maquinista. Após as filmagens, engordou 50 kg em seis meses para gravar Batman Begins.

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– O ator brasileiro Pascoal da Conceição encarou o desafio de “obrar” em pleno palco, na peça Pra Dar um Fim no Juízo de Deus, em 1997.

– A atriz brasileira Cacilda Becker deixou a área dos seios em carne viva para interpretar um menino de 13 anos na peça Pega Fogo, em 1950.

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– Em 2008, o artista performático Maurício Ianês vagou pelado pelo prédio da Bienal de Arte em São Paulo durante 13 dias.

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– A artista plástica Orlan reproduziu em seu rosto as características de figuras femininas retiradas de obras de arte. Depois de oito cirurgias, ela ficou com a testa de Mona Lisa, o queixo da Vênus de Boticelli etc.

– O pintor Cândido Portinari teve uma grande intoxicação causada pelo chumbo presente nas tintas que usava. Segundo os médicos, ou ele parava de pintar ou o chumbo lhe mataria. Morreu doze anos depois, envenenado.

– O guitarrista Robert Johnson (1911-1938) atribuía seu talento a um pacto feito com o coisa-ruim. Morreu aos 27 anos, assim como Kurt Cobain, Jimi Hendrix, Jim Morrison e Janis Joplin.

– Para demonstrar seu talento, o artista plástico Chris Burden se deixou ser baleado no braço esquerdo e deixou que lhe esmagassem as unhas da mãos.

– No hospício, após tirarem penas e papéis de sua posse, o escritor Marquês de Sade passou a recitar em voz alta seus contos pervertidos. Ato contínuo, cortaram a língua do escritor, que mesmo assim ainda chegou a escrever um conto na parede do seu quarto, usando fezes.

– Nos séculos 17 e 18, italianos nascidos homens tinham seus testículos retirados para que pudessem cantar com voz de mulheres quando ficassem adultos. Esses cantores eram chamados de castrati. Durante este período, estima-se em 4 mil o número de castrati na Itália.

OBS. Post feito com base em matéria públicada na revista Mundo Estranho.

5 Comentários

  1. Oxe, como era complicado antigamente… Atualmente os ´artistas´ preferem o uso de drogas mesmo. Entre tantas disponiveis no mercado, alguns optam pela Cocaina (artista de grã fino), Maconha (artista popular) e Crack (esses q vendem perambulam pelas ruas). Ahhh, ia esquecendo da droga de maior consumo entre os ´artistas´de forma geral: Dar o anel de couro. Eles adooooram. Viva eu e minha ignorância !

  2. Hô Erasmo, assistindo ontem uma reapresentação da culunista social MP,
    observei algo, como esses culunistas sociais, querem de um jeito ou de outro
    colocar na cabeça desses bestas que assiste essas entrevistas, que a mulher de jair do queiroz é linda, home fico espantada, quando escuto é linda, é barbie, sei não viu. PQ será , cê sabe o por que?
    me explique home de Deus.

  3. Prezado Erasmo,
    Cá de minha ignorância artística, fico imaginando o quanto de besteira inventam e fazem em nome de uma arte, que sinceramente não é.
    Primeiro, observe-se que muitos quadros que dizem ser “arte” não passam de riscos feitos um sobre o outro, que qualquer menino danado de seis ou oito anos é capaz de fazer, ingenuamente.
    Quando vejo um quadro em que há a possibilidade de se identificar o desenho (uma paisagem, um rosto humano, um corpo humano ou de animal, sei lá), aí sim vejo arte. Mas, monte de tinta jogada na tela, numa mistura de cores? Isso para mim, com todo o respeito, não é arte.
    Também não vejo como arte o sujeito “obrar” em via pública, como se tem na postagem, ou passar 13 dias andando pelado pelos corredores de uma Bienal de Arte. Não passam de imoralidades, que para se fazer são necessários apenas: 1 – coragem de se submeter ao ridículo; 2 – certeza de que a Polícia não prenderá. Isso não é coisa de artista.
    Também não vejo arte nos “enfeites” de entrada de algumas cidades, onde existem montes de gallhos secos e pedras colocados nesses lugares. Tem nada de arte nisso.
    Valorizo, sim, a arte verdadeira, única, que seja capaz de dizer alguma coisa e que traga um mínimo de beleza, ou expresse qualquer sentimento.
    Alcimar.

  4. Benza Deus. No meu tempo ficar nu no meio do povo não era arte. Ou era sem vergonhice ou maluquice. O premio para quem ousasse era cadeia e mão nas “ventas” pro “caba” deixar de ser descarado e aprender a ser macho. Perante a justiça esse gesto era encarado como atendado ao pudor. Hoje é arte e a punição é a fama. É por isso que algumas pessoas acreditam que em 2012 vai acabar tudo. A esculhambação deveria ir antes.

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