COLUNA DE PEDRO CARLOS N’O MOSSOROENSE, DIA 29/09/2004

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25 perguntas que não querem calar em Mossoró:

 

1) Como a candidata a prefeito do PFL, com o apoio da atual prefeita, pretende lidar com o caos no transporte coletivo da cidade? Vai resolver o problema ou apenas empurrá-lo com a barriga, como fez a sua principal apoiadora?

 

2) Como a candidata do PFL se sente quando chega no Santo Antônio, a bordo de um carrão com ar-condicionado, penteado seguro por um litro de laquê – ou seria um quilo? – e pede voto às pessoas que não contam com nenhuma linha de ônibus?

 

3) Como a candidata do PFL se sente dizendo para a população que não existe um lixão na cidade, quando não apenas este jornal, mas a própria televisão já mostrou que ele não só existe, mas é uma das grandes chagas sociais de Mossoró?

 

4) Já que o lixão não existe, segundo o discurso da candidata do PFL, isso quer dizer que ela pretende continuar convivendo com aquele tipo de problema pelos próximos quatro anos, caso venha a ser eleita?

 

5) Se a candidata do PFL já está eleita, por que então ela processou este jornalista e este jornal, além de outros colegas, na medida em que a nossa pouca importância em nada influencia na eleição deste ano, segundo suas próprias palavras?

 

6) Por que a candidata do PFL se nega a debater as questões de Mossoró com os demais candidatos, já que, segundo ela, o seu partido e a sua coligação têm proposta para a cidade?

 

7) Que propostas são essas que só quem tem acesso são o partido e ela mesma?

 

8) Seria alguma inspiração com o candidato Miguel Mossoró, de Natal, que trancou dentro de um cofre o seu Programa de Governo e depois entregou-o a um sheik árabe para resolver os problemas de Bagdá?

 

9) Por que a candidata do PFL para realizar um evento em Mossoró precisa trazer ônibus cheios de gente de fora da cidade? Seria o medo de não conseguir “quorum”?

 

10) Por que a candidata do PFL, ao invés de discutir os problemas da cidade com altivez, equilíbrio, sensatez, prefere tentar confundir a cabeça das pessoas, dizendo, por exemplo, que foram criados mais de dois mil empregos em Mossoró? Você, caro leitor, conhece quantos desempregados?

 

11) Sendo aliada de quem é, a candidata do PFL pretende fazer igual à sua aliada, evitando dar entrevistas, levar a sua mensagem à população sem amarras, sem questionamentos, sem contradição?

 

12) Ainda sobre desemprego, será que a candidata do PFL sabe quantos desempregados existem em Mossoró hoje?

 

13) Por que a candidata para o povão tem um comportamento e nos bastidores tem um outro totalmente diferente?

 

14) O que a candidata acha de ser chamada de “A comadre do povo?”

 

15) Por que a candidata, que tem sustentado uma superestrutura, a ponto de contratar uma equipe de televisão com o custo altíssimo, não diz ao povo de onde está saindo tanto dinheiro?

 

16) O que a candidata tem a dizer do fato de que antes mesmo da sua campanha terminar, ela já brigou com o marketeiro – o competente Phabiano Santos -, com uma dezena de secretários municipais e até com o ex-deputado Carlos Augusto Rosado?

 

17) Todos estão errados ou a versão de que a candidata do PFL dá chilique todas as vezes que é contrariada é mesmo verdadeira?

 

18) Por que a candidata do PFL está tentando jogar a Justiça Eleitoral contra mim e contra este jornal?

 

19) A candidata saberia responder o que é globalização, macroeconomia, geopolítica, desenvolvimento sustentável?

 

20) Será que ela sabe o que é contraditório, dialética, hermenêutica?

 

21) Por que a candidata do PFL não sabe falar em algumas solenidades e precisa ser “socorrida” pela sua vice, a competente Cláudia Regina?

 

22) A candidata teria coragem de debater sobre os problemas de Mossoró, por cinco minutos, com um aluno do segundo grau, de qualquer escola da rede pública de ensino?

 

23) O que a senhora acha que o fato de Mossoró estar inserida entre as Mercocidades pode trazer de bom para cá?

 

24) Quantas vezes, nessas quase 25 perguntas,a senhora já me xingou, ameaçou me processar na Justiça, quantas vezes a senhora perdeu a estribeira, por não aceitar o contraditório?

 

25) E se a senhora perder a eleição? Como será o dia de amanhã?

 

 

Para ler no original clique aqui.

 

 

Leiam também as colunas abaixo, escritas na mesma época

 

http://www2.uol.com.br/omossoroense/240904/pedro.htm

 

http://www2.uol.com.br/omossoroense/230904/pedro.htm

 

http://www2.uol.com.br/omossoroense/220904/pedro.htm

 

Repito, é muito salutar o debate de ideias. Caso queiras comparecer logo mais ao Carlos Bar, para conversarmos melhor, será muito bem recebido. Tenho-o como estimado amigo, apesar das divergências pontuais.

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No afélio ou no periélio, não importa. O que importa é que hoje é sexta-feira. E chame o menino, mas chame logo. É dia de beber uma para espairecer.

A Equipe “Econômica” do Copão se reunirá logo mais no Carlos Bar. E como na semana passada não teve reunião, a turma hoje deve entrar “de com força”.

Ei, e por falar em Carlos Bar, meus olheiros disseram que no último domingo o colunista social Georgiano Azevedo esteve por lá, acompanhado de belas moças. Pois é, o ambiente está ficando in. Daqui a pouco vão dizer que a tripa de lá é puro glam. Aff!

Ei, Tarcísio Barra, o que você acha do cara que, ao cumprimentar uma amiga, diz as palavras “mulher” ou “santa” depois de dizer o nome dela:

– Verinha, mulher, nunca mais tinha visto você; ou

– Ludmila, santa, onde você estava? Ou, o mais abaitolado:

– Juju, fofolete, estava com saudadinha, ta tudo “mara” com você?.

É por estas e outras que não existe alimento natural de cor azul.    

Meu velho, o tempo chega mas tem vezes que não chega a tempo. Né não!

Como de parto normal é quase impossível tirar o rei da barriga de algumas figurinhas locais, vai ser o jeito apelar para uma cesariana.

Ao comentar sobre as críticas que o diretor da FM 95, Manoel Ribeiro, vem fazendo em desfavor do deputado Leonardo Nogueira, o colunista/jornalista Walter Fonseca sapecou:

“Não deixa dúvida de que ele (Manoel Ribeiro) ou não está nada satisfeito com a parceria existente e que garante, pelo menos, três programas na grade da FM 95, ou então deve estar havendo algum “delay”. Diante desta informação do colunista Walter Fonseca, alguém ai quer falar sobre a credibilidade de tais programas?

Entre um colunista social e uma pilha eu prefiro a pilha, pelo menos ela tem um lado positivo.

Ei, Júnior “já vou” Praxedes, o que você acha do cara que termina de chupar o pirulito e passa horas com o cabinho na boca? Isso ai é coisa de quem sabe a diferença entre modelo, top model e übermodel. Né não?

Querido, o que você prefere? Uma mulher bonita ou uma mulher inteligente?

  Nem uma, nem outra. Você sabe que eu só gosto de você.

Ei, coisa chata são esses caras que vem com aquele papo de qualidade de vida, de comida apenas natural, da terra, interação com o meio ambiente, coisas zen, yoga etc. Mermão, NÃO VIMOS a este mundo para ter saúde, mas para viver. Quem vive para ter saúde não vive, e morre do mesmo jeito. É melhor 10 anos à mil do que 1000 anos à dez, como cantava Lobão.

Um amigo chegou e disse:

– Erasmo, posso ser franco?

Pode não, respondi.

Esse negócio de “posso ser franco” é preâmbulo para coisa ruim. Então matemos na raiz.

Essa é boa: Um sujeito acolá chegou na casa da namorada – tinham combinado ir à uma festa – e então esta atende a porta e diz:

– Morzinho, estou quase pronta, é só um minutinho.

O idiota então sapeca:

Ok, pode terminar de fazer a maquiagem, eu espero.

A moça, desanimada e já murcha, diz:

Morzinho, a maquiagem já terminei, falta apenas a sandália.

Quá, quá, quá,quá

Preciso dizer que isso estragou a noite que tinha tudo para ser “a noite mais linda do mundo”.

Ei, amigo Túlio Ratto, o que você acha do cara que participa, no Orkut, da comunidade “eu adoro sonho de padaria”, ou então, “eu choro quando ouço Asa de Águia”. Isso ai é coisa de menino criado pelas tias.

Na cama, o marido pergunta à jovem esposa:

– Querida, diz-me que sou o primeiro homem da tua vida…

Ela olha para ele e reponde:

– É capaz de ser mesmo… A tua cara não me é estranha!

Ei, Pollary, na semana passada nosso amigo Bosco perguntou se havia como eu arranjar pela internet o disco O Clone Internacional, pois o dele já estava todo arranhado e ele gostava muito deste disco. O que você acha? Até tu…

Dias destes, estávamos lá no velho Carlos quando chegou um amigo trazendo consigo o que seria o seu tira-gosto predileto.

– Que pacote é esse ai, bicho?

– Rapaz, é um salgadinho.  Tô viciado nele! Às vezes saio da Abolição somente para comprá-lo ali no posto da São João.

– Deixe eu ver ai, por favor.

Quando vi, tratava-se de Snacks Crocantes Bon Gouter, sabor tomate seco.

-Carlos, traga ai a conta, por favor, vou embora…

Valeu.

 

E vamos que vamos…

FUGA NA CADEIA PÚBLICA

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Onze presos fugiram hoje da Cadeia Pública Onofre Lopes, em Mossoró.

Os fugitivos, que estavam presos no pavilhão direito da cadeia, utilizaram uma “teresa” para alcançar o lado exterior do estabelecimento prisional.  

Ironicamente, a fuga se deu momentos antes de um debate com autoridades locais realizado na faculdade Mater Christi sobre o sistema penitenciário local.

E, coincidentemente, momentos depois deste mesmo debate, a Band News exibiu uma matéria sobre o precário sistema penitenciário do Rio Grande do Norte, mostrando muitas de suas mazelas

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– Ali está, é ela, a sexta-feira.

– Ali? é mesmo, é a sexta-feira se aproximando.

 

FÓRUM SOBRE SISTEMA PENITENCIÁRIO

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Logo mais às 19h, no teatro Alpha Lyra, localizado no interior da Faculdade Mater Christi, haverá um importante debate sobre o sistema penitenciário.

O primeiro a fazer explanações será o professor Erick Caldas, quando então o tema passará a ser debatido pelo promotor de Justiça Armando Lúcio, o advogado Olavo Hamilton – da comissão de Direitos Humanos da OAB -. O juiz de Direito Renato Magalhães e Alexandre Nóbrega, diretor da Cadeia Pública de Mossoró.

 

O evento é aberto ao público mediante doação de 2 kg de alimentos não perecíveis, os quais serão doados para o Desafio Jovem de Mossoró.

 

Os participantes receberão certificado.

 

Informações adicionais através do fone 3422-0550.

TIO COLORAU NA TCM

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Em atenção ao convite da produtora Ana Cláudia Barbalho, estarei daqui a pouco no programa Manhã TCM, onde participarei de um bate-papo sobre blogs.
O programa é apresentado pela dupla Nilton Giacomelli e Lilian Martins.

Segundo a produtora, o bate-papo deverá ir ao ar entre 9h15 e 9h30.

TIO COLORAU SCHOOL

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A DIFERENÇA ENTRE O HAMAS E O HEZBOLLAH.

 

 

Os dois grupos extremistas islâmicos possuem muitas semelhanças, mas também muitas diferenças. Vejam-nas:

 

O Hamas foi criado em 1987 e atua sobretudo na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, com o nítido objetivo de combater as forças de Israel presentes na região, no entanto, vez por outra entra em conflito com grupos palestinos rivais. O grupo tem o domínio político da região desde 2006, quando derrotou o Fatah. A ação do Hamas é limitada, ocorrendo basicamente no território de Israel.

 

Também criado nos anos 80, o Hezbollah tem origem no sul do Líbano, de onde pretendiam expulsar as tropas de Israel. Tem um arsenal bem maior do que o Hamas e sua área de atuação é incerta, já chegando a atacar a embaixada de Israel na Argentina, matando 29 pessoas. O poderoso grupo recebe apoio financeiro do Irã e da Síria.

ESPAÇO ABERTO

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O publicitário Igor Rosado me enviou um relato de um episódio ocorrido com ele hoje pela manhã. O caso evidencia o índice de estresse e de pânico em que estamos. Vale a pena ler:

O TERROR E O FIM DA CORDIALIDADE

Muito antes de Chico Buarque de Holanda encantar o mundo com sua poesia musical, o seu pai já era o respeitado advogado e jornalista Sergio Buarque de Holanda, intelectual reconhecido. Autor de diversas obras, figurando a clássica “Raízes do Brasil” como a mais conhecida delas. Sergio Buarque também foi o autor da conhecida teoria de “o brasileiro, o homem cordial”. O autor viveu entre os anos de 1902 e 1982. Em 2009 a sua teoria precisaria passar por sensíveis transformações. O brasileiro mudou, e mudamos para pior. Uma mínima experiência pessoal me levou a essa reflexão que, ao mesmo tempo em que peca pela generalização, perdoa-se pelos sinais dos tempos nos noticiários. É a obviedade. A primeira vítima do terror, do temor, é a civilidade. O que passou-se. Raramente consigo acordar às 4:30h da manhã para dar uma corrida com amigos pela João da Escóssia, e hoje foi um desses dias. Após a corrida, por volta das 6 da manhã, fui a casa de um desses amigos, na Rua Moisés da Costa Lopes, no “perigoso” bairro da Nova Betânea, a duas quadras do meu escritório, que fica na própria João da Escóssia. Tomei banho e me vesti para o trabalho por ali mesmo. Sem a chave do prédio, que só abre as 8h, resolvi sentar na calçada da dita casa, fazendo uma hora e lendo um livro até que fosse o tempo de encontrar gente na Quixote. Trinta minutos de leitura depois e me vem um senhor, que parecia ser o dono da casa vizinha, enfurecido, me perguntando o que eu fazia ali, por que estava ali, para onde eu ia, quem eu estava esperando. Repito, enfurecido. Imaginei o temor que aquele homem deveria estar sentindo. Imaginei o que passou pela cabeça daquela pessoa, atormentada pelo que vê, lê e ouve. Expliquei que eu trabalhava na João da Escóssia e estava esperando o escritório abrir. Ele não se conteve. Dei-lhe um cartão desses, de visita comercial: Igor Rosado – Quixote Comunicação, com endereço, telefone, site, e-mail, só faltando dizer que o meu time é o Potiguar (o que poderia piorar a situação). Ele se acalmou. “Percebeu que nós não estamos na Índia e eu não sou um Dalit”. Amuou-se, baixou a cabeça, vermelho não sei se de raiva, vergonha ou alivio de não estar na frente de um bandido que amarraria a sua família e roubaria seus bens. Entrou em sua casa sem dizer nada. Me sentei tranquilamente e continuei minha leitura. Poderia ter esbravejado ou ignorado a intriga. Na verdade, só pensava: a que ponto chegamos. Somos todos suspeitos? Não é só a segurança que a violência tira das pessoas. Ela toma também as melhores qualidades.

 

Nota do blog: Ainda bem que o publicitário Igor Rosado conseguiu manter a calma para contornar a situação. Imagine se ele fosse estressado como o senhor que lhe abordou.

Tais situações também são comuns no trânsito, que, sem sombra de dúvida, é um termômetro do estresse social.

Fábio Faria mentiu sobre pagamento de passagens

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O deputado federal Fábio Faria mentiu ao afirmar – na noite de segunda-feira ao Congresso em Foco e, ontem pela manhã, a toda a imprensa – que já havia ressarcido a Câmara pelos gastos com passagens aéreas pagas a artistas que ele levou para o seu camarote no Carnatal. Documentos obtidos pelo site desmontam a versão do deputado de que já havia ressarcido a Casa com as despesas das viagens dos atores Kayky Britto, Stephany Britto, Samara Felippo e outros convidados de seu camarote no carnaval fora de época de Natal

Na manhã de terça-feira (14), após a publicação da reportagem, o próprio deputado distribuiu uma nota à imprensa. Um dos últimos parágrafos dizia: “Quero informar que as falhas pontuais já constatadas foram devida e prontamente corrigidas, com o consequente reembolso à Câmara.” Duas Guias de Recolhimento da União (GRU) em nome do parlamentar, no valor total de R$ 21.343,60, foram entregues à Diretoria Geral da Casa apenas ontem à tarde. Uma foi paga às 15h09min08s no Banco do Brasil e outra 40 segundos depois.

“Se o ressarcimento ocorreu depois da publicação da nota em que ele dizia que já tinha devolvido o dinheiro à Câmara, o deputado mentiu sobre um ato público. Isso configura crime de falsidade ideológica”, afirma Cosenzo. A punição, nesse caso, varia de um a cinco anos de prisão.

A devolução do dinheiro à Câmara não elimina o crime e, em vez de amenizar, piora a situação do deputado Fábio Faria. A avaliação é do presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), José Carlos Cosenzo. Segundo Cosenzo, Fábio corre o risco de ser denunciado à Justiça pelos crimes de improbidade administrativa e falsidade ideológica.

Especialista em direito público e constitucional, o professor da PUC-SP Pedro Estevam Serrano disse que as cotas de passagens aéreas não podem ser usadas pelos parlamentares como bem entenderem. “O deputado não é dono das passagens. Aquela cota existe para auxiliá-lo no exercício do mandato”, observou.

O presidente da Conamp disse que o caso de Fábio Faria deixa um péssimo exemplo para os brasileiros: “Qual a imagem que fica para o cidadão do Rio Grande do Norte, representado por esse deputado? Que todo mundo pode fazer farra com dinheiro público”.

HÁ QUEM DEFENDA FÁBIO FARIA

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Ao navegar pelos portais e blogs do estado, como sempre o faço, me deparei com dois posicionamentos no mínimo curiosos.

O NoMinuto, que se apresenta como “o portal de notícias mais completo e atualizado do Rio Grande do Norte”, não dedicou uma única linha para tratar do assunto.

Já o blog de Ailton Medeiros (um dos melhores do Rio Grande do Norte) fez uma estranha cobertura em favor do deputado federal Fábio Faria. Confesso que jamais esperaria que a defesa do ex de Galisteu (como o deputado é tratado pela grande imprensa) partisse justamente do jornalista Ailton Medeiros, que ataca a tudo e a todos ao menor sinal de deslize.

CASO FÁBIO FARIA, NA REALIDADE, É ESCABROSO.

Para quem lê apenas os dois espaços acima citados, explico que o deputado federal Fábio Faria (PMN) pagou mais de uma vez passagens aéreas para sua ex-namorada, Adriane Galisteu, e ex-sogra, Emma Galisteu, se deslocarem dos EUA para o Brasil e vice-versa.

A farra não parou por ai, outros atores e atrizes globais também tiveram passagens pagas por Faria.

O problema é que o dinheiro não partiu do bolso dele, mas do nosso. As passagens foram pagas pela Câmara dos Deputados.

E a história não para por ai, o deputado, que é conhecido pelo bom trânsito entre os artistas, teria ainda reservado passagens para a cantora Preta Gil, e as atrizes Priscila Fantin, sua ex-namorada, e Débora Secco – que acabaram canceladas.

Pelo menos outras duas pessoas ligadas ao meio artístico também voaram com os créditos da Câmara: a empresária Maiz Oliveira, sobrinha da atriz Luma de Oliveira, e o cantor Fábio Mondego, vocalista da banda Los Imposibles, dos atores Marcelo Serrado e Marcelo Novaes. As passagens emitidas em nome dos artistas, pela Gol, custaram R$ 5.326,72.

 É por estas e outras, queridos leitores, que a saúde está um caos, que professores ganham pouco, que a segurança pública está sucateada etc. Nossos representantes, que deveriam criar leis para resolver estes problemas, ou mesmo fiscalizar a aplicação dos recursos existentes, preferem cair na night usando dinheiro nosso.

Fábio faria usou o dinheiro do imposto que a dona-de-casa paga na compra de uma lata de leite, o imposto que o pedreiro pagou na compra da mortadela, etc.

E ainda há quem defenda ou esconda…