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A DIFERENÇA ENTRE O HAMAS E O HEZBOLLAH.

 

 

Os dois grupos extremistas islâmicos possuem muitas semelhanças, mas também muitas diferenças. Vejam-nas:

 

O Hamas foi criado em 1987 e atua sobretudo na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, com o nítido objetivo de combater as forças de Israel presentes na região, no entanto, vez por outra entra em conflito com grupos palestinos rivais. O grupo tem o domínio político da região desde 2006, quando derrotou o Fatah. A ação do Hamas é limitada, ocorrendo basicamente no território de Israel.

 

Também criado nos anos 80, o Hezbollah tem origem no sul do Líbano, de onde pretendiam expulsar as tropas de Israel. Tem um arsenal bem maior do que o Hamas e sua área de atuação é incerta, já chegando a atacar a embaixada de Israel na Argentina, matando 29 pessoas. O poderoso grupo recebe apoio financeiro do Irã e da Síria.

ESPAÇO ABERTO

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O publicitário Igor Rosado me enviou um relato de um episódio ocorrido com ele hoje pela manhã. O caso evidencia o índice de estresse e de pânico em que estamos. Vale a pena ler:

O TERROR E O FIM DA CORDIALIDADE

Muito antes de Chico Buarque de Holanda encantar o mundo com sua poesia musical, o seu pai já era o respeitado advogado e jornalista Sergio Buarque de Holanda, intelectual reconhecido. Autor de diversas obras, figurando a clássica “Raízes do Brasil” como a mais conhecida delas. Sergio Buarque também foi o autor da conhecida teoria de “o brasileiro, o homem cordial”. O autor viveu entre os anos de 1902 e 1982. Em 2009 a sua teoria precisaria passar por sensíveis transformações. O brasileiro mudou, e mudamos para pior. Uma mínima experiência pessoal me levou a essa reflexão que, ao mesmo tempo em que peca pela generalização, perdoa-se pelos sinais dos tempos nos noticiários. É a obviedade. A primeira vítima do terror, do temor, é a civilidade. O que passou-se. Raramente consigo acordar às 4:30h da manhã para dar uma corrida com amigos pela João da Escóssia, e hoje foi um desses dias. Após a corrida, por volta das 6 da manhã, fui a casa de um desses amigos, na Rua Moisés da Costa Lopes, no “perigoso” bairro da Nova Betânea, a duas quadras do meu escritório, que fica na própria João da Escóssia. Tomei banho e me vesti para o trabalho por ali mesmo. Sem a chave do prédio, que só abre as 8h, resolvi sentar na calçada da dita casa, fazendo uma hora e lendo um livro até que fosse o tempo de encontrar gente na Quixote. Trinta minutos de leitura depois e me vem um senhor, que parecia ser o dono da casa vizinha, enfurecido, me perguntando o que eu fazia ali, por que estava ali, para onde eu ia, quem eu estava esperando. Repito, enfurecido. Imaginei o temor que aquele homem deveria estar sentindo. Imaginei o que passou pela cabeça daquela pessoa, atormentada pelo que vê, lê e ouve. Expliquei que eu trabalhava na João da Escóssia e estava esperando o escritório abrir. Ele não se conteve. Dei-lhe um cartão desses, de visita comercial: Igor Rosado – Quixote Comunicação, com endereço, telefone, site, e-mail, só faltando dizer que o meu time é o Potiguar (o que poderia piorar a situação). Ele se acalmou. “Percebeu que nós não estamos na Índia e eu não sou um Dalit”. Amuou-se, baixou a cabeça, vermelho não sei se de raiva, vergonha ou alivio de não estar na frente de um bandido que amarraria a sua família e roubaria seus bens. Entrou em sua casa sem dizer nada. Me sentei tranquilamente e continuei minha leitura. Poderia ter esbravejado ou ignorado a intriga. Na verdade, só pensava: a que ponto chegamos. Somos todos suspeitos? Não é só a segurança que a violência tira das pessoas. Ela toma também as melhores qualidades.

 

Nota do blog: Ainda bem que o publicitário Igor Rosado conseguiu manter a calma para contornar a situação. Imagine se ele fosse estressado como o senhor que lhe abordou.

Tais situações também são comuns no trânsito, que, sem sombra de dúvida, é um termômetro do estresse social.

Fábio Faria mentiu sobre pagamento de passagens

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O deputado federal Fábio Faria mentiu ao afirmar – na noite de segunda-feira ao Congresso em Foco e, ontem pela manhã, a toda a imprensa – que já havia ressarcido a Câmara pelos gastos com passagens aéreas pagas a artistas que ele levou para o seu camarote no Carnatal. Documentos obtidos pelo site desmontam a versão do deputado de que já havia ressarcido a Casa com as despesas das viagens dos atores Kayky Britto, Stephany Britto, Samara Felippo e outros convidados de seu camarote no carnaval fora de época de Natal

Na manhã de terça-feira (14), após a publicação da reportagem, o próprio deputado distribuiu uma nota à imprensa. Um dos últimos parágrafos dizia: “Quero informar que as falhas pontuais já constatadas foram devida e prontamente corrigidas, com o consequente reembolso à Câmara.” Duas Guias de Recolhimento da União (GRU) em nome do parlamentar, no valor total de R$ 21.343,60, foram entregues à Diretoria Geral da Casa apenas ontem à tarde. Uma foi paga às 15h09min08s no Banco do Brasil e outra 40 segundos depois.

“Se o ressarcimento ocorreu depois da publicação da nota em que ele dizia que já tinha devolvido o dinheiro à Câmara, o deputado mentiu sobre um ato público. Isso configura crime de falsidade ideológica”, afirma Cosenzo. A punição, nesse caso, varia de um a cinco anos de prisão.

A devolução do dinheiro à Câmara não elimina o crime e, em vez de amenizar, piora a situação do deputado Fábio Faria. A avaliação é do presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), José Carlos Cosenzo. Segundo Cosenzo, Fábio corre o risco de ser denunciado à Justiça pelos crimes de improbidade administrativa e falsidade ideológica.

Especialista em direito público e constitucional, o professor da PUC-SP Pedro Estevam Serrano disse que as cotas de passagens aéreas não podem ser usadas pelos parlamentares como bem entenderem. “O deputado não é dono das passagens. Aquela cota existe para auxiliá-lo no exercício do mandato”, observou.

O presidente da Conamp disse que o caso de Fábio Faria deixa um péssimo exemplo para os brasileiros: “Qual a imagem que fica para o cidadão do Rio Grande do Norte, representado por esse deputado? Que todo mundo pode fazer farra com dinheiro público”.

HÁ QUEM DEFENDA FÁBIO FARIA

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Ao navegar pelos portais e blogs do estado, como sempre o faço, me deparei com dois posicionamentos no mínimo curiosos.

O NoMinuto, que se apresenta como “o portal de notícias mais completo e atualizado do Rio Grande do Norte”, não dedicou uma única linha para tratar do assunto.

Já o blog de Ailton Medeiros (um dos melhores do Rio Grande do Norte) fez uma estranha cobertura em favor do deputado federal Fábio Faria. Confesso que jamais esperaria que a defesa do ex de Galisteu (como o deputado é tratado pela grande imprensa) partisse justamente do jornalista Ailton Medeiros, que ataca a tudo e a todos ao menor sinal de deslize.

CASO FÁBIO FARIA, NA REALIDADE, É ESCABROSO.

Para quem lê apenas os dois espaços acima citados, explico que o deputado federal Fábio Faria (PMN) pagou mais de uma vez passagens aéreas para sua ex-namorada, Adriane Galisteu, e ex-sogra, Emma Galisteu, se deslocarem dos EUA para o Brasil e vice-versa.

A farra não parou por ai, outros atores e atrizes globais também tiveram passagens pagas por Faria.

O problema é que o dinheiro não partiu do bolso dele, mas do nosso. As passagens foram pagas pela Câmara dos Deputados.

E a história não para por ai, o deputado, que é conhecido pelo bom trânsito entre os artistas, teria ainda reservado passagens para a cantora Preta Gil, e as atrizes Priscila Fantin, sua ex-namorada, e Débora Secco – que acabaram canceladas.

Pelo menos outras duas pessoas ligadas ao meio artístico também voaram com os créditos da Câmara: a empresária Maiz Oliveira, sobrinha da atriz Luma de Oliveira, e o cantor Fábio Mondego, vocalista da banda Los Imposibles, dos atores Marcelo Serrado e Marcelo Novaes. As passagens emitidas em nome dos artistas, pela Gol, custaram R$ 5.326,72.

 É por estas e outras, queridos leitores, que a saúde está um caos, que professores ganham pouco, que a segurança pública está sucateada etc. Nossos representantes, que deveriam criar leis para resolver estes problemas, ou mesmo fiscalizar a aplicação dos recursos existentes, preferem cair na night usando dinheiro nosso.

Fábio faria usou o dinheiro do imposto que a dona-de-casa paga na compra de uma lata de leite, o imposto que o pedreiro pagou na compra da mortadela, etc.

E ainda há quem defenda ou esconda…

CAMPUS MOSSORÓ É PARCEIRO DA UFRN EM CURSO DE EXTENSÃO EM FÍSICA

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Com o objetivo de socializar problemas relativos à aprendizagem de Física na escola, no que se refere a utilização de atividades experimentais, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com a colaboração do Instituto Federal do RN, promove a Oficina em ensino de física: A função das atividades experimentais no ensino de física.

O curso que tem como público alvo professores de Física da rede pública estadual do RN e alunos de Licenciatura em Física, começará sua etapa de formação no dia 04 de maio no Laboratório I de Física – Departamento de Física da UFRN. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site da Pós-Graduação em Ensino de Ciências Naturais e Matemática até o dia 27 de abril.

No site www.posgraduacao.ufrn.br/ppgecnm os interessados podem encontrar o formulário de inscrições e mais informações sobre o curso.

UM SANTA QUE NUNCA FOI SANTA

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Para os católicos, santos são aqueles que viveram uma vida exemplar, sempre fazendo o bem, se martirizando e operando milagres. Para ser oficializado como santo, o que é feito através de um processo de canonização, é necessário que a pessoa tenha morrido há mais de cinco anos e que sua reputação perante a sociedade em que viveu seja a melhor possível.

O título de santo só pode ser dado pelo Papa, enquanto o título de Beato pode ser dado por ordens religiosas de padres ou freiras. Atualmente existem aproximadamente quatrocentos santos e mais de nove mil esperando a canonização. Antes do Papa João Paulo II, a dificuldade para conseguir o título de santo era imensa, entretanto, mencionado Papa retirou algumas exigências feitas anteriormente, o que permitiu que ele canonizasse mais santos do que todos os demais papas juntos, isso durante o Século XX. Mesmo assim, ainda é muito difícil alcançar o título de santo. Exceção se dá na cidade de Mossoró, onde uma dona de casa virou santa de uma forma bem menos burocrática.

O terreno onde hoje está localizado o Conjunto Santa Delmira pertencia a seu Geraldo Matos de Oliveira, atualmente residente na Delfim Moreira, o qual impôs uma condição quando da venda do terreno ao governo estadual: o nome do conjunto deveria homenagear a sua mãe, dona Delmira Matos, pediu ainda que se colocasse o nome Santa Delmira, pois lhe soava melhor. Assim, dona Delmira Matos alcançou o “título” de santa de uma forma bem menos burocrática.

 Há outras peculiaridades em Mossoró: O Alto do Louvor, ao contrário do que o nome sugere, é freqüentado por pessoas nem um pouco carolas, mas sim por prostitutas, travestis, ébrios contumazes etc. Já o Alto da Conceição é o bairro mais baixo da cidade, ao passo que a Baixinha é o ponto mais alto.

Sabe de mais alguma?

EXIGÊNCIA DE DIPLOMA PARA JORNALISTAS

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Depois de tantas liminares, de tantas idas e vindas, o Supremo Tribunal Federal decidirá acerca da obrigatoriedade de diploma para o exercício do jornalismo. Particularmente, acredito que o tino, a inteligência e a perspicácia não se adquirem nos bancos escolares.

 Caso houvesse exigência desde tempos idos, não conheceríamos a obra de vários expoentes da literatura nacional, como Machado de Assis, que começou a chamar a atenção depois que escreveu nos jornais Correio Mercantil e Diário do Rio de Janeiro, além da revista Marmota Fluminense. Da mesma forma, Assis Chateaubriand, Roberto Marinho, Millôr Fernandes e Boris Casoy seriam ilustres desconhecidos.

Seria justo entupir as redações com “ratos de laboratório”?

Defendo, contudo, que os não diplomados que trabalham nas redações sejam incentivados a fazer um curso onde aprendam as técnicas ensinadas nos bancos escolares.

Mostrado o dom, que se aperfeiçoe.

BLOGS E AS RESPONSABILIDADES DOS BLOGUEIROS

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Logo mais às 19h, na TCM, o programa De Fato e de Direito, produzido pela Esmarn-Mossoró, tratará do tema “blogs e as responsabilidades dos blogueiros”, oportunidade em que os convidados tratarão da importância dos blogs, da ética do blogueiro, do sigilo da fonte, processos contra blogueiros, entre outros assuntos correlatos.

 A apresentação ficará por conta da advogada Danielle Riergermann, tendo como convidados o blogueiro Carlos Santos, o professor e jornalista Kildare Gomes e o juiz Patrício Jorge.

UM ESTILO INCONFUNDÍVEL

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Hoje não há mais condições de ele escrever, no entanto, quando o fazia, a repercussão de seus textos era enorme. O estilo era inconfundível, dividindo opiniões até hoje. Quem lia aquelas notas que xingavam pessoas importantes, até mesmo usando vocabulário agressivo, se sentia com a alma lavada, elogiando e prestigiando o autor pela coragem. Por outro lado, muitas pessoas tiveram a reputação levada ao chão imerecidamente, pelo simples motivo de negar um patrocínio para o jornal ou até mesmo pelo fato de contrariar os interesses do proprietário. Na maioria dos casos, as vítimas eram empresários, políticos e concorrentes.

 

Ele também usava o jornal para doutrinar os leitores, levando-os a crer em realidades inexistentes, sobretudo na seara política. O candidato que bem soubesse procurava logo ter amizade com tão temido jornalista, detentor de uma força incapaz de existir nos dias atuais, ante a proliferação de meios de comunicação. Ele criticava ferozmente as freiras do colégio, dizendo que estas eram paradoxalmente anticristãs. Criticava e lutava pela ruína dos comerciantes que davam um “não” aos seus pedidos. Não se sentia constrangido em chamar seus desafetos de homossexuais, cornos, corruptos etc.

 

Esse era Assis Chateaubriand, criador da maior cadeia de imprensa que o Brasil já teve, os Diários Associados, formado por 34 jornais, 36 emissoras de rádio, 18 estações de tevê, uma agência de notícias e duas revistas, uma semanal e outra mensal. Chatô, como ficou conhecido, nasceu em 1892, no interior da Paraíba, e começou a formar seu império de comunicação em 1927.

 

 Morreu no dia 04 de abril de 1968.

DEPUTADO DO RN USA VERBA DA CÂMARA PARA PAGAR PASSAGENS AÉREAS PARA CELEBRIDADES E NAMORADA.

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A Câmara pagou passagem para os atores Kayky Brito, Sthefany Brito e Samara Felippo participarem do carnaval fora de época em Natal. Os bilhetes saíram da cota do deputado Fábio Faria (PMN-RN), dono do camarote Athlética, um dos mais concorridos do Carnatal por reunir o maior número de celebridades. Os bilhetes em nome de Stephany, Kayky e Samara foram emitidos no dia 30 de novembro de 2007. Os dois irmãos viajaram do aeroporto do Galeão, no Rio, a Natal. O deputado também utilizou a cota parlamentar para pagar sete viagens para a ex-namoradora, a apresentadora de TV Adriane Galisteu, e a mãe dela, Emma Galisteu, entre 2007 e 2008.  Um dos trechos pagos com recursos da Câmara transportou Emma de Miami, nos Estados Unidos, a Guarulhos, em janeiro do ano passado.
A assessoria de imprensa do deputado do Rio Grande do Norte respondeu por escrito a parte das perguntas feitas pelo Congresso em Foco. “Sobre a emissão de passagens aéreas em nome das três pessoas citadas pelo repórter com destino a Natal, na cota do gabinete de Fábio Faria (PMN), vimos informar que os valores já foram ressarcidos pelo deputado federal”, diz o texto enviado por e-mail ao site. Em conversa ao telefone com o repórter, a assessoria disse que Fábio Faria admitia ter usado passagens da cota para viagens da então namorada Galisteu.

Pelo menos outras duas pessoas ligadas ao meio artístico também voaram, na mesma ocasião, com os créditos da Câmara: a empresária Maiz Oliveira, sobrinha da atriz Luma de Oliveira, e o cantor Fábio Mondego, vocalista da banda Los Imposibles, dos atores Marcelo Serrado e Marcelo Novaes. As passagens emitidas em nome dos artistas, pela Gol, custaram R$ 5.326,72. Fábio Faria ainda usou a cota parlamentar para transportar a arquiteta Viviane Teles, que assina a decoração do camarote Athlética no Carnatal. Outras três pessoas ligadas ao mundo das celebridades também viajaram na cota do deputado: o estilista Ian Acioli, a joalheira Roseli Duque e o jornalista Nelson Sacho, assessor de imprensa de Adriane Galisteu. Como um dos oito representantes do Rio Grande do Norte na Câmara, o deputado do PMN tem uma cota mensal de R$ 16.010,83 para gastar em passagens aéreas. O benefício é garantido por ato normativo da Mesa Diretora, para que os parlamentares possam se deslocar semanalmente às suas bases eleitorais. 

Do site Congresso em Foco