“ERA MELHOR SE FOSSE BARRO”, DIZ MORADOR.

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A cada dia aumenta a revolta da população mossoroense em relação a buraqueira que toma conta da cidade. Um morador da avenida Silva Jardim (Boa Vista), proprietário de um pequeno comércio, está na iminência de sofrer um ataque cardíaco, tamanha sua raiva e indignação com a gestão municipal.

Segundo ele, as conseqüências da buraqueira na Silva Jardim se apresentam na chuva e no seco. Quando não chove, a poeira toma conta do local. “Quando passa um ônibus por aqui eu passo uns cinco minutos sem ver o outro lado da rua, ante a enorme quantidade de poeira que sobe”, disse.

Continua: “Quando chove, as poças de água escondem grandes buracos, que ‘foi não foi’ causam a queda de motoqueiros“.

Esse comerciante não é o único a se queixar da buraqueira e nem a Silva Jardim é a única avenida intransitável.

Atualmente, avenida sem buraco em Mossoró é uma exceção.

A turma da prefeitura coloca a culpa na chuva, mas por que avenidas como Augusto Severo, Cel. Gurgel, Alfredo Fernandes e Cel. Vicente Sabóia não estão se desmanchando, apesar de terem sido asfaltadas ainda na gestão do ex-prefeito Dix-huit Rosado?

A prefeitura dispõe de R$ 8 milhões para asfaltar as avenidas da cidade, mas ainda não começou o trabalho. A população, individualmente, ou organizada em alguma sociedade, deve arregalar os olhos e cobrar a colocação de asfalto de qualidade, pois dinheiro para isso existe.

Se a sociedade se calar, esperando a chuva passar, como quer a prefeitura, insistirão na colocação de asfalto de péssima qualidade, e daqui a seis meses o problema voltará a ocorrer, ensejando novas contratações, divisões…

VEREADOR DESABAFA EM BLOG PESSOAL

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Logo após tomar conhecimento do resultado da perícia feita pela Polícia Federal, concluindo que a voz nos arquivos de áudio não era do Capitão Gomes (ver matéria abaixo), o vereador Lairinho Rosado (PSB) usou seu blog (clique aqui) para desabafar.

 Sob o título “Justiça sendo feita”, o vereador sapecou:

 Lembram da chantagem feita por familiares da prefeita Maria de Fátima Nogueira (DEM) tentando fazer com que nosso grupo político não recorresse ao TSE pela cassassão da mesma ou divulgariam gravações que comprometeriam a mim e Larissa?

 Logo depois os jornais, blogs, rádios e fofoqueiros ligados à Maria de Fátima Nogueira ficaram entupidos com uma gravação atribuída ao Capitão Alessandro Gomes? Acusações sérias e graves contra mim, Larissa, nosso pai Laíre Rosado? Lembram que foram dias e mais dias de agressões, acusações, difamação, calúnia, uma verdadeira campanha contra minha pessoa, Larissa e Capitão Gomes?

 Pois bem, hoje chegou o resultado da perícia, executada pela POLÍCIA FEDERAL, dizendo não ser do Capitão Gomes a voz na fita e que tudo não passou de uma armação criminosa, uma fraude. Que a voz muito provavelmente é de um senhor chamado Gutemberg Alfredo de Oliveira.

Foram 7 meses e 1 dia desde a primeira pancada por causa dessa mentira.

Agora, a POLÍCIA FEDERAL deverá investigar QUEM, ONDE, COMO, POR QUÊ, A MANDO DE QUEM essa armação foi feita. A POLÍCIA FEDERAL é que vai procurar descobrir quem fez tudo isso.

Será que os jornais, blogs, rádios e fofoqueiros ligados à Maria de Fátima Nogueira darão a mesma ênfase ao assunto? Será motivo de manchetes enormes nos blogs e jornais? Será que os “jornalistas” (alguns deles empregados nas tetas da Prefeitura Municipal de Mossoró) pedirão desculpas aos que foram agredidos de forma tão covarde e desumana?

Fico muito triste com tudo isso pois tive meu nome envolvido de forma criminosa e fui agredido através de alguns jornais e rádios. Sinceramente não espero pedido de desculpas de pessoas estúpidas, mas que fique o exemplo. Injustiça dói. Muito!

Nota do blog: Sem dúvida, o caso merece melhores esclarecimentos.

RACISMO E PERSEVERANÇA EM NO LIMITE

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O filme No Limite (The Express, 2008), baseado numa história real, traz a trajetória do atleta negro Ernie Davis, que nos anos 50 conseguiu enfrentar todas as barreiras econômicas e raciais para se tornar um astro do futebol universitário, sendo o primeiro negro a ganhar o Prêmio Heisman.

 

 

Ernie Davis (o real, na foto acima) não chegou a disputar a Liga Profissional, vez que uma leucemia lhe tirou a vida aos 23 anos.

Um filme comovente.

Se você gostou de Desafiando Gigantes gostará de No Limite.

 

Classificação: péssimo – ruim – razoável – bom – excelente – obrigatório.

VOZ NÃO É DE CAPITÃO GOMES

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Há poucos instantes a Polícia Federal entregou o resultado da perícia feita em arquivos de áudio que supostamente traziam a voz do capitão Alessandro Gomes – responsável pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE), Mossoró – em atitude suspeita durante a campanha eleitoral de 2008.

A Polícia Federal concluiu que a voz não é do Capitão Gomes e que, ainda, a voz é muito similar a de Gutemberg Alfredo de Oliveira, mas como este não foi à sede da PF para colheita de sua voz, sendo feita a perícia com base em áudio produzido num interrogatório na 2a. Vara Criminal, de baixa qualidade, não foi possível afirmar peremptoriamente que a voz da gravação lhe pertence.

Histórico: O capitão Alessandro Gomes foi acusado de usar a PRE em favor das candidaturas a prefeito de Larissa Rosado (PSB) e a vereador de Lairinho Rosado (PSB). Como suposta prova do alegado havia os citados arquivos de áudio.

PRISON BREAK VOLTOU A SER EXIBIDO

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Após uma pausa superior a dois meses – que deixou os fãs inquietos – o canal Fox voltou a exibir episódios inéditos da excepcional série Prison Break.

Na última sexta-feira à noite foi ao ar o 17º episódio da 4ª temporada da aclamada série.

Apesar desta temporada ainda não ter sido lançada em DVD, até porque ainda está em andamento, já podemos encontrar os 16 primeiros episódios com vendedores de DVD pirata. Tal “mágica” os piratas conseguem transformando arquivos AVI (captados da TV) em formato DVD, usando programas como o ConvertXtoDVD3.

 

Quanto à série, que se tornou uma febre mundial, mostra a eterna perseguição policial aos irmãos Michael Scofield e Lincoln Burrows.

JORNALISTA USA IRONIA AO TRATAR DE BURAQUEIRA

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O jornalista Carlos Santos, que compõe a espécie Jornalistas Serius (atualmente em extinção), traz, no seu blog (clique aqui) um primoroso texto irônico sobre a buraqueira generalizada em nossa cidade.

Leiam:

Mossoró pode ser tombada como “patrimônio da humanidade”

Encontro outro viés para compreender o porquê do governo da prefeita Fafá Rosado (DEM) investir em pavimentação de péssima qualidade, nas ruas e avenidas da cidade. Tem  propósito “cultural”.

Meu raciocínio é o seguinte: como desabou a idéia de fazer de Mossoró a “Capital Brasileira da Cultura”, a megalomania dos donos do poder, à frente o agitador cultural Gustavo Rosado, salta para outro patamar. Algo em escala mundial.

Mossoró deve tentar se projetar como “Patrimônio da Humanidade”, em face da buraqueira em asfalto e calçamento a paralelepípedo.

A visão dos donos do poder é que o Iraque – um dos berços da humanidade, entre os rios Tigres e Eufrates – deverá desaparecer nos próximos anos e o único ponto do planeta com cenário de guerra seria Mossoró.

Temos mais buracos do que Falujja, com a diferença que essa cidade foi e continua vítima de conflito armado, tendo sofrido diversos bombardeios.

No caso de Mossoró, a “bomba” é o modelo de gestão, com propósito eminentemente patrimonialista.

A massa paga a conta.

Pobre Mossoró.

Nota do Tio Colorau: Tem jornalista (?)-smurff dizendo que a culpa da buraqueira é das chuvas.

Por que no te callas?

 Sinceramente, essa tática da administração municipal de pagar jornalistas para mentir está surtindo efeito contrário. Para constatar basta uma voltinha nos locais onde há aglomeração de pessoas, como mercados, lanchonetes etc.

NÃO PODERIA EXISTIR EXPRESSÃO MELHOR

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O blog do Evânio Araújo (clique aqui), que eu acesso várias vezes ao dia, usou o termo “farinha preta” para designar o material que é colocado quando do recapeamento asfáltico de nossa cidade.

 

Transcrevo abaixo post do citado blog:

 A ‘farinha preta’ usada pela Prefeitura para recapear a Rua Delfim Moreira, em 2008, se transformou em transtorno no início do inverno de 2009.

No dia que não tem chuva, a poeira incomoda os moradores e os buracos representam prejuízos aos donos de carros e motos.

Nos dias de chuva, a lama incomoda os moradores e os buracos (com água) se transformam em armadilha para os carros e motos.

A Delfim Moreira é só um exemplo. As demais ruas da cidade que receberam farinha no lugar de CBUQ também estão na mesma situação.

  

 

 

 

Não poderia existir expressão melhor.

Do restaurante Moinhos, no Hotel Thermas, ao Café da Inês, no bairo Quixabeirinha, todos reclamam da buraqueira existente em nossa cidade.

E como não existe mais analfabetos políticos (até mesmo os analfabetos das palavras entendem de política), todos têm na ponta da língua o porquê da situação:

Isso é falcatrua da prefeitura com as empresas. Contratam e pagam por um asfalto tipo A e a empresa coloca um asfalto tipo E.

E assim, de seis em seis meses, enchem os bolsos.

 

 

  

Como não podemos contar com nossa Câmara Municipal, por razões óbvias, resta à sociedade organizada acompanhar pari passu os contratos de recapeamento asfáltico entre o município e as empresas. É preciso reunir a OAB, o CREA, a igreja, a maçonaria etc.

É preciso que estes órgãos indiquem técnicos que analisem o processo de licitação (se é que existe), a constituição da empresa, o contrato, o material etc.

Não podemos ver nosso dinheiro sendo desviado para os bolsos de alguns em detrimento de toda a população.

Andamos por muitas cidades e podemos afirmar que Mossoró é um caso gritante de descaso com dinheiro público.

 

 

  

Andar por nossas ruas se transformou num martírio. Daqui a pouco as locomoções entre um lugar e outro só serão vencidas no lombo de um cavalo.

 

É por estas e outras que costumo dizer que Mossoró cresce, APESAR de Fafá Rosado.

POTIGUAR DEVE SER EXONERADA

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A grande imprensa vem dando como certa a exoneração da potiguar Lina Vieira do cargo se Secretária Nacional da Receita Federal. Até mesmo os nomes dos possíveis substitutos já vêm sendo anunciados. Ainda segundo a grande imprensa, a atuação da potiguar não foi considerada satisfatória.

 

É, pelo menos não sai por causa de envolvimento em algum escândalo.

ATA DESATADA DA REUNIÃO DE ONTEM

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Uma das mais proveitosas e animadas, esta é minha conclusão sobre a reunião de ontem da “Equipe Econômica do Copão”. Ao chegar, por volta das 18h30, lá já estava o poeta Caio César Muniz, o chargista Túlio Ratto e o economista Carlos Escóssia. Aos poucos foram chegando os demais amigos: Carlos Santos, Gilson Cardoso, Júnior Praxedes, Diegão, Bosco, Alves Neto, entre outros.

Foram iniciados os advogados Paulo Medeiros e Paulo Júnior, o dr. Barreto (professor da Ufersa) e o ex-vereador Júlio César.

Logo ao chegar fui apresentado ao Inácio Filho, que, pasmem, foi ao Carlos Bar unicamente para pegar meu autógrafo. Ele possui um caderno que contém centenas de autógrafos de políticos, jornalistas e empresários locais. Ao folhear, vi autógrafos de Dorian Jorge Freire, Dix-huit Rosado, Assis Amorim, Canindé Queiroz, entre centenas de outros.

Fiquei imensamente lisonjeado com a iniciativa de Inácio Filho em ir ao Carlos Bar unicamente para colher a assinatura deste blogueiro.

Foi a primeira, e provavelmente a única, vez que dei um autógrafo. Muito obrigado e parabéns pela iniciativa de criar um caderno com a assinatura de dezenas de personalidades mossoroenses.

Em seguida, o poeta Caio César Muniz me presenteou com quatro volumes da Coleção Mossoroense, recentemente editados:

Minhas Memórias do Petróleo Mossoroense 1853-2000 (308p), Vingt-un Rosado;

O Calvário das Secas (210p), Eloy de Souza;

Ninguém é Feliz sem Problemas (142p), Margarete Solange Morais e

Catálogo da Biblioteca Particular Vingt-um Rosado – Ciências Humanas (179p).

Informou-me o poeta Caio César que a Fundação Vingt-un Rosado, responsável pela Coleção Mossoroense, continua produzindo obras e, consequentemente, contribuindo com a cultura potiguar. “Muitas pessoas pensam que a Coleção Mossoroense deixou de editar obras após o falecimento de Vingt-un Rosado, o que é um engano. Estamos dando continuidade ao excelente trabalho iniciado por Vingt-un”, disse-me Caio.

De fato, o material que me foi entregue é de excelente qualidade, não deixando a desejar a nenhuma editora. São obras muito bem diagramadas e feitas com material de ótima qualidade.

Começarei daqui a pouco a lê-los.

Na mesma noite, o jornalista Carlos Santos me presenteou com o livro Só Rindo (142p, 2002) de sua autoria, onde traz um apanhado de causos envolvendo sobretudo políticos da região. Já comecei a ler a obra e dei muitas risadas. De leitura obrigatória para quem acompanha a política local, observando-a também pelo viés cômico.

Por fim, o ex-vereador Júlio César distribuiu para todos exemplares da Lei Maria da Penha e do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Quanto às conversas… 

A reunião terminou por volta das 2h.

TEMOS MUNICÍPIOS DEMAIS

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Em 1980, o Brasil possuía 3.974 municípios; hoje são 5.561. A criação desenfreada e inconseqüente de municípios empobreceu o Brasil. A Constituição Federal obriga a União e os Estados a repassar receitas para garantir a sustentabilidade de todos os municípios do Brasil. Ora, o que move o legislador a criar municípios não auto-sustentáveis? A resposta está na busca incessante por prestígio e, consequentemente, votos, o que significa a permanência no poder – interesse único de nossos políticos -.

Não raro, a imprensa divulga as dificuldades que pequenos municípios enfrentam para pagar suas dívidas. Dinheiro em caixa para investir na área social é uma raridade nessas pequenas urbes. 1600 cidades brasileiras não são auto-sustentáveis. Muitos prefeitos têm que mendigar recursos junto ao Estado ou ao Governo Federal para construírem obras de extrema necessidade. O grande problema é que as cidades de pequeno porte possuem a mesma estrutura administrativa básica de uma cidade grande, ou seja, prefeito, vice-prefeito, secretários, câmaras municipais e seus vereadores etc.

Por enquanto, nenhum município pode ser criado, vez que não foi elaborada a Lei Complementar que a Emenda a Constituição n° 15/96 reclama. Torcemos para que nossos legisladores, quando da elaboração de tal lei, incluam requisitos rígidos a serem observados na criação de futuros municípios.