TRISTE FIM

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A foto acima mostra o casal Gilberto Scarpa (27) e Cibele Dorsa (38). Ele, ex-apresentador de tevê; e ela, ex-atriz.

Os dois estão mortos.

Em janeiro, ele se jogou do sétimo andar do apartamento onde morava com Cibele. Antes de se atirar, fez um buraco na tela de proteção da janela.  

Quando soube, a namorada colocou no Twitter:

“Meu namorado se suicidou esta noite. Com ele morto, me sinto morta”.

No último sábado (26mar), Cibele usou novamente o Twitter. Escreveu que “lamentou” não ter conseguido “suportar a morte” e disse ter “lutado até onde pôde”.

Ato contínuo, usou o mesmo buraco feito pelo ex-namorado e de lá se jogou para a morte.

Ela deixou dois filhos, sendo um deles fruto da antiga união com o cavaleiro olímpico brasileiro Álvaro Affonso de Miranda Neto, o atual marido da milionária grega Athina Onassis.

 Notícias assim entristecem e ao mesmo tempo nos fazem refletir. Como evitar que situações como essa ocorram? Até onde é possível evitar um suicídio?

São várias as perguntas que nos fazemos diante de um fato como este.

7 Comentários

  1. Comunico a todos que ao ler essa noticia não suportei a dor e me enforquei num pe de coentro.

  2. Felizmente, para cada idiota como a “Menina Decepcionada” existem 10.000 Erasmos. “Menina Decepcionada”, gente mesquinha e insensível como você é o elo fraco da humanidade. Prospera não.

  3. Deus fez a morte para nos igualar, pois duas pessoas bonitas e bem sucedidas financeiramente, optam por fazer uma grande idiotice em nome de outra idiotice que é suposto amor! Sinceramente!

  4. Vou morrer algum dia (com Jesus Cristo no coração) e nunca vou entender porque uma pessoa se suicida.

  5. SUICÍDIO – Numa palestra ministrada por um psiquiatra, por ocasião da comemoração da semana do servidor há uns dois anos, ouvi o profissional dizer que todo o mundo um dia já aventou a ideia do autoextermínio e pela primeira vez a expressão “suicídio passivo”, que é quando se procura o fim de forma não direta e aparentemente inintencional, como, por exemplo, se impõe velocidade excessiva a um veículo em pista sem sinalização, estreita ou esburacada; andar por um bairro mal-afamado à noite, etc. Acho que é um ato de muita coragem, e os motivos são fortes para quem o comete, embora para outrem pareçam fracos, estúpidos, sendo tresloucado o cometimento em si. Embora [eu] não acredite, já foi dito que a forma escolhida de pôr fim à própria vida varia de acordo com o motivo que provocou o ato, sendo que o salto para o vazio parece uma forma das mais cruéis de autopunição.

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