FUGA NA CADEIA PÚBLICA

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Onze presos fugiram hoje da Cadeia Pública Onofre Lopes, em Mossoró.

Os fugitivos, que estavam presos no pavilhão direito da cadeia, utilizaram uma “teresa” para alcançar o lado exterior do estabelecimento prisional.  

Ironicamente, a fuga se deu momentos antes de um debate com autoridades locais realizado na faculdade Mater Christi sobre o sistema penitenciário local.

E, coincidentemente, momentos depois deste mesmo debate, a Band News exibiu uma matéria sobre o precário sistema penitenciário do Rio Grande do Norte, mostrando muitas de suas mazelas

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– Ali está, é ela, a sexta-feira.

– Ali? é mesmo, é a sexta-feira se aproximando.

 

FÓRUM SOBRE SISTEMA PENITENCIÁRIO

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Logo mais às 19h, no teatro Alpha Lyra, localizado no interior da Faculdade Mater Christi, haverá um importante debate sobre o sistema penitenciário.

O primeiro a fazer explanações será o professor Erick Caldas, quando então o tema passará a ser debatido pelo promotor de Justiça Armando Lúcio, o advogado Olavo Hamilton – da comissão de Direitos Humanos da OAB -. O juiz de Direito Renato Magalhães e Alexandre Nóbrega, diretor da Cadeia Pública de Mossoró.

 

O evento é aberto ao público mediante doação de 2 kg de alimentos não perecíveis, os quais serão doados para o Desafio Jovem de Mossoró.

 

Os participantes receberão certificado.

 

Informações adicionais através do fone 3422-0550.

TIO COLORAU NA TCM

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Em atenção ao convite da produtora Ana Cláudia Barbalho, estarei daqui a pouco no programa Manhã TCM, onde participarei de um bate-papo sobre blogs.
O programa é apresentado pela dupla Nilton Giacomelli e Lilian Martins.

Segundo a produtora, o bate-papo deverá ir ao ar entre 9h15 e 9h30.

TIO COLORAU SCHOOL

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A DIFERENÇA ENTRE O HAMAS E O HEZBOLLAH.

 

 

Os dois grupos extremistas islâmicos possuem muitas semelhanças, mas também muitas diferenças. Vejam-nas:

 

O Hamas foi criado em 1987 e atua sobretudo na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, com o nítido objetivo de combater as forças de Israel presentes na região, no entanto, vez por outra entra em conflito com grupos palestinos rivais. O grupo tem o domínio político da região desde 2006, quando derrotou o Fatah. A ação do Hamas é limitada, ocorrendo basicamente no território de Israel.

 

Também criado nos anos 80, o Hezbollah tem origem no sul do Líbano, de onde pretendiam expulsar as tropas de Israel. Tem um arsenal bem maior do que o Hamas e sua área de atuação é incerta, já chegando a atacar a embaixada de Israel na Argentina, matando 29 pessoas. O poderoso grupo recebe apoio financeiro do Irã e da Síria.

ESPAÇO ABERTO

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O publicitário Igor Rosado me enviou um relato de um episódio ocorrido com ele hoje pela manhã. O caso evidencia o índice de estresse e de pânico em que estamos. Vale a pena ler:

O TERROR E O FIM DA CORDIALIDADE

Muito antes de Chico Buarque de Holanda encantar o mundo com sua poesia musical, o seu pai já era o respeitado advogado e jornalista Sergio Buarque de Holanda, intelectual reconhecido. Autor de diversas obras, figurando a clássica “Raízes do Brasil” como a mais conhecida delas. Sergio Buarque também foi o autor da conhecida teoria de “o brasileiro, o homem cordial”. O autor viveu entre os anos de 1902 e 1982. Em 2009 a sua teoria precisaria passar por sensíveis transformações. O brasileiro mudou, e mudamos para pior. Uma mínima experiência pessoal me levou a essa reflexão que, ao mesmo tempo em que peca pela generalização, perdoa-se pelos sinais dos tempos nos noticiários. É a obviedade. A primeira vítima do terror, do temor, é a civilidade. O que passou-se. Raramente consigo acordar às 4:30h da manhã para dar uma corrida com amigos pela João da Escóssia, e hoje foi um desses dias. Após a corrida, por volta das 6 da manhã, fui a casa de um desses amigos, na Rua Moisés da Costa Lopes, no “perigoso” bairro da Nova Betânea, a duas quadras do meu escritório, que fica na própria João da Escóssia. Tomei banho e me vesti para o trabalho por ali mesmo. Sem a chave do prédio, que só abre as 8h, resolvi sentar na calçada da dita casa, fazendo uma hora e lendo um livro até que fosse o tempo de encontrar gente na Quixote. Trinta minutos de leitura depois e me vem um senhor, que parecia ser o dono da casa vizinha, enfurecido, me perguntando o que eu fazia ali, por que estava ali, para onde eu ia, quem eu estava esperando. Repito, enfurecido. Imaginei o temor que aquele homem deveria estar sentindo. Imaginei o que passou pela cabeça daquela pessoa, atormentada pelo que vê, lê e ouve. Expliquei que eu trabalhava na João da Escóssia e estava esperando o escritório abrir. Ele não se conteve. Dei-lhe um cartão desses, de visita comercial: Igor Rosado – Quixote Comunicação, com endereço, telefone, site, e-mail, só faltando dizer que o meu time é o Potiguar (o que poderia piorar a situação). Ele se acalmou. “Percebeu que nós não estamos na Índia e eu não sou um Dalit”. Amuou-se, baixou a cabeça, vermelho não sei se de raiva, vergonha ou alivio de não estar na frente de um bandido que amarraria a sua família e roubaria seus bens. Entrou em sua casa sem dizer nada. Me sentei tranquilamente e continuei minha leitura. Poderia ter esbravejado ou ignorado a intriga. Na verdade, só pensava: a que ponto chegamos. Somos todos suspeitos? Não é só a segurança que a violência tira das pessoas. Ela toma também as melhores qualidades.

 

Nota do blog: Ainda bem que o publicitário Igor Rosado conseguiu manter a calma para contornar a situação. Imagine se ele fosse estressado como o senhor que lhe abordou.

Tais situações também são comuns no trânsito, que, sem sombra de dúvida, é um termômetro do estresse social.

Fábio Faria mentiu sobre pagamento de passagens

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O deputado federal Fábio Faria mentiu ao afirmar – na noite de segunda-feira ao Congresso em Foco e, ontem pela manhã, a toda a imprensa – que já havia ressarcido a Câmara pelos gastos com passagens aéreas pagas a artistas que ele levou para o seu camarote no Carnatal. Documentos obtidos pelo site desmontam a versão do deputado de que já havia ressarcido a Casa com as despesas das viagens dos atores Kayky Britto, Stephany Britto, Samara Felippo e outros convidados de seu camarote no carnaval fora de época de Natal

Na manhã de terça-feira (14), após a publicação da reportagem, o próprio deputado distribuiu uma nota à imprensa. Um dos últimos parágrafos dizia: “Quero informar que as falhas pontuais já constatadas foram devida e prontamente corrigidas, com o consequente reembolso à Câmara.” Duas Guias de Recolhimento da União (GRU) em nome do parlamentar, no valor total de R$ 21.343,60, foram entregues à Diretoria Geral da Casa apenas ontem à tarde. Uma foi paga às 15h09min08s no Banco do Brasil e outra 40 segundos depois.

“Se o ressarcimento ocorreu depois da publicação da nota em que ele dizia que já tinha devolvido o dinheiro à Câmara, o deputado mentiu sobre um ato público. Isso configura crime de falsidade ideológica”, afirma Cosenzo. A punição, nesse caso, varia de um a cinco anos de prisão.

A devolução do dinheiro à Câmara não elimina o crime e, em vez de amenizar, piora a situação do deputado Fábio Faria. A avaliação é do presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), José Carlos Cosenzo. Segundo Cosenzo, Fábio corre o risco de ser denunciado à Justiça pelos crimes de improbidade administrativa e falsidade ideológica.

Especialista em direito público e constitucional, o professor da PUC-SP Pedro Estevam Serrano disse que as cotas de passagens aéreas não podem ser usadas pelos parlamentares como bem entenderem. “O deputado não é dono das passagens. Aquela cota existe para auxiliá-lo no exercício do mandato”, observou.

O presidente da Conamp disse que o caso de Fábio Faria deixa um péssimo exemplo para os brasileiros: “Qual a imagem que fica para o cidadão do Rio Grande do Norte, representado por esse deputado? Que todo mundo pode fazer farra com dinheiro público”.

HÁ QUEM DEFENDA FÁBIO FARIA

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Ao navegar pelos portais e blogs do estado, como sempre o faço, me deparei com dois posicionamentos no mínimo curiosos.

O NoMinuto, que se apresenta como “o portal de notícias mais completo e atualizado do Rio Grande do Norte”, não dedicou uma única linha para tratar do assunto.

Já o blog de Ailton Medeiros (um dos melhores do Rio Grande do Norte) fez uma estranha cobertura em favor do deputado federal Fábio Faria. Confesso que jamais esperaria que a defesa do ex de Galisteu (como o deputado é tratado pela grande imprensa) partisse justamente do jornalista Ailton Medeiros, que ataca a tudo e a todos ao menor sinal de deslize.

CASO FÁBIO FARIA, NA REALIDADE, É ESCABROSO.

Para quem lê apenas os dois espaços acima citados, explico que o deputado federal Fábio Faria (PMN) pagou mais de uma vez passagens aéreas para sua ex-namorada, Adriane Galisteu, e ex-sogra, Emma Galisteu, se deslocarem dos EUA para o Brasil e vice-versa.

A farra não parou por ai, outros atores e atrizes globais também tiveram passagens pagas por Faria.

O problema é que o dinheiro não partiu do bolso dele, mas do nosso. As passagens foram pagas pela Câmara dos Deputados.

E a história não para por ai, o deputado, que é conhecido pelo bom trânsito entre os artistas, teria ainda reservado passagens para a cantora Preta Gil, e as atrizes Priscila Fantin, sua ex-namorada, e Débora Secco – que acabaram canceladas.

Pelo menos outras duas pessoas ligadas ao meio artístico também voaram com os créditos da Câmara: a empresária Maiz Oliveira, sobrinha da atriz Luma de Oliveira, e o cantor Fábio Mondego, vocalista da banda Los Imposibles, dos atores Marcelo Serrado e Marcelo Novaes. As passagens emitidas em nome dos artistas, pela Gol, custaram R$ 5.326,72.

 É por estas e outras, queridos leitores, que a saúde está um caos, que professores ganham pouco, que a segurança pública está sucateada etc. Nossos representantes, que deveriam criar leis para resolver estes problemas, ou mesmo fiscalizar a aplicação dos recursos existentes, preferem cair na night usando dinheiro nosso.

Fábio faria usou o dinheiro do imposto que a dona-de-casa paga na compra de uma lata de leite, o imposto que o pedreiro pagou na compra da mortadela, etc.

E ainda há quem defenda ou esconda…

CAMPUS MOSSORÓ É PARCEIRO DA UFRN EM CURSO DE EXTENSÃO EM FÍSICA

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Com o objetivo de socializar problemas relativos à aprendizagem de Física na escola, no que se refere a utilização de atividades experimentais, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com a colaboração do Instituto Federal do RN, promove a Oficina em ensino de física: A função das atividades experimentais no ensino de física.

O curso que tem como público alvo professores de Física da rede pública estadual do RN e alunos de Licenciatura em Física, começará sua etapa de formação no dia 04 de maio no Laboratório I de Física – Departamento de Física da UFRN. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site da Pós-Graduação em Ensino de Ciências Naturais e Matemática até o dia 27 de abril.

No site www.posgraduacao.ufrn.br/ppgecnm os interessados podem encontrar o formulário de inscrições e mais informações sobre o curso.

UM SANTA QUE NUNCA FOI SANTA

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Para os católicos, santos são aqueles que viveram uma vida exemplar, sempre fazendo o bem, se martirizando e operando milagres. Para ser oficializado como santo, o que é feito através de um processo de canonização, é necessário que a pessoa tenha morrido há mais de cinco anos e que sua reputação perante a sociedade em que viveu seja a melhor possível.

O título de santo só pode ser dado pelo Papa, enquanto o título de Beato pode ser dado por ordens religiosas de padres ou freiras. Atualmente existem aproximadamente quatrocentos santos e mais de nove mil esperando a canonização. Antes do Papa João Paulo II, a dificuldade para conseguir o título de santo era imensa, entretanto, mencionado Papa retirou algumas exigências feitas anteriormente, o que permitiu que ele canonizasse mais santos do que todos os demais papas juntos, isso durante o Século XX. Mesmo assim, ainda é muito difícil alcançar o título de santo. Exceção se dá na cidade de Mossoró, onde uma dona de casa virou santa de uma forma bem menos burocrática.

O terreno onde hoje está localizado o Conjunto Santa Delmira pertencia a seu Geraldo Matos de Oliveira, atualmente residente na Delfim Moreira, o qual impôs uma condição quando da venda do terreno ao governo estadual: o nome do conjunto deveria homenagear a sua mãe, dona Delmira Matos, pediu ainda que se colocasse o nome Santa Delmira, pois lhe soava melhor. Assim, dona Delmira Matos alcançou o “título” de santa de uma forma bem menos burocrática.

 Há outras peculiaridades em Mossoró: O Alto do Louvor, ao contrário do que o nome sugere, é freqüentado por pessoas nem um pouco carolas, mas sim por prostitutas, travestis, ébrios contumazes etc. Já o Alto da Conceição é o bairro mais baixo da cidade, ao passo que a Baixinha é o ponto mais alto.

Sabe de mais alguma?