* Por Christianne Alves

Edição recente da revista IstoÉ trouxe matéria falando sobre o acordo feito entre os partidos PMDB e PT para a sucessão da presidência da Câmara dos Deputados, em eleição que ocorrerá no mês de fevereiro de 2013.
Pelo acordo, o cargo seria entregue ao ‘nosso’ deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB).
A matéria afirma que alguns petistas já estão se articulando, inclusive com o Palácio do Planalto, e afirmam que não é justo ceder mais espaço ao PMDB, um aliado volúvel.
Na linha de frente do PT e maiores defensores do não cumprimento do acordo estão os deputados Arlindo Chinaglia, Paulo Teixeira e Cândido Vaccarezza.
Fico aqui a pensar: imagine se os três deputados paulistas soubessem da postura adotada pelo deputado “bambolê” Henrique Alves nas eleições passadas aqui no RN. Apesar de ele ser da base aliada do governo federal, o deputado foi presença constante no palanque da candidata do DEM ao governo do nosso estado.
Mais volúvel impossível.
Uma resposta
O negócio do deputado copa do mundo é estar sempre por cima. Diferente do pai que sempre soube ser oposição, ele é oposição e situação ao mesmo tempo. Ultimamente cismou em querer aparecer nacionalmente. Tá conseguindo.
Nasceu, cresceu e está ficando velho sem nunca ter feito porra nenhuma na vida. Os únicos trabalhos que faz e sabe fazer na vida são três:
1 – Fazer força pra cagar (apenas quando o tolête tá duro)
2 – Limpar o Às de Copa com lenços umedecidos com Polo Double Black
3 – Apertar o botão da descarga pra despachar a bosta. As vezes esquece e quem aperta é a empregada.
E cê fini!
Tô mentindo Henrique?
PS.- Alguns babões já se ofereceram pra limpar e apertar o botão. Outros, apenas pra limpar, cheirar e guardar o lenço como lembrança. E ainda tem um mossoroense que quer estocar várias “obras” do deputado, dissecá-las, colocar em molduras passe-partout e pendurá-los na parede do seu quarto de dormir.
Decifra-me ou te devoro.