Há algumas semanas, foi publicada a sentença judicial resultante da Operação Impacto, realizada em Natal. O juiz responsável pela decisão, Raimundo Carlyle, acolheu os argumentos do Ministério Público e condenou DEZESSEIS pessoas, entre vereadores e ex-vereadores.
Diante da divulgação da sentença acima mencionada, os mossoroenses logo começaram a especular se a decisão judicial resultante da Operação Sal Grosso também estaria na iminência de ser proferida.
Em novembro de 2007 foi realizada uma grande operação em Mossoró, onde mais de cem policiais foram destacados para, juntamente com representantes do Ministério Público, apreender documentos e objetos na Câmara Municipal e em outros locais, entre estes a residência do ex-vereador Júnior Escóssia, então presidente da Casa.
O resultado da ação até hoje não foi divulgado claramente. Em matérias publicadas na época, constava apenas que a operação visava colher provas para serem inseridas na apuração de supostas fraudes cometidas pelos vereadores.
Como ocorre em todos os casos envolvendo políticos, os vereadores foram logo chamados de corruptos, ladrões etc., sem a sociedade nem ao menos saber do que eles estavam sendo acusados.
Por orientação de advogados, os acusados mantiveram o silêncio até hoje, mas agora um deles resolveu expor os fatos e sua versão.
Fiquem atentos, daqui a algumas horas este blog publicará informações exclusivas sobre a Operação Sal Grosso, que resultou numa ação judicial com doze réus, cuja sentença deverá ser proferida até o fim do ano.
Nome dos réus: Aluízio Feitosa; Ângelo Benjamim de Oliveira Machado; Claudionor Antônio dos Santos; Daniel Gomes da Silva; Francisco Dantas Rocha; Francisco José Lima Silveira Júnior; Gilvandra Peixoto Costa; João Newton da Escóssia Júnior; Manoel Bezerra de Maria; Maria Izabel Araújo Montenegro; Osnildo Morais de Lima; e Renato Fernandes da Silva.