Cerca de 30% da carne vendida no Brasil advém de matadouros que não seguem as normas sanitárias. As únicas carnes que podemos consumir com a certeza de que cumprem as regras de saúde são as que possuem o selo S.I.F (Selo de Inspeção Federal)(acima). Nem mesmo os selos S.I.E, de inspeção estadual, e S.I.M, de inspeção municipal, são totalmente confiáveis. Carnes contaminadas podem trazer várias doenças para o ser humano, como salmonelose, teníase, listeriorese, tuberculose intestinal, entre outras. Os problemas são maiores nas cidades de pequeno porte, onde os matadouros são pouco fiscalizados.
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I – Nas eleições de ontem, na UERN, o professor Pedro Fernandes foi o mais votado para o cargo de reitor, e o professor Aldo Gondim foi o mais votado para o cargo de vice-reitor. Assim, eles encabeçarão a lista que será enviada para a governadora Rosalba Cialini (DEM), a qual compete nomear os novos reitor e vice da instituição. Cumpre ressaltar que ela não é obrigada a nomea-los. Desta forma, não é tecnicamente correto dizer que o professor Pedro Fernandes será o novo reitor da UERN. Espero, contudo, que a governadora respeite a vontade externada por professores, técnicos administrativos e alunos.
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II – Em 2010, o então governador de São Paulo, José Serra (PSDB), nomeou para reitor da USP o professor Grandino Rodas, que foi o segundo colocado nas eleições realizadas pela instituição de ensino.
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III – Outro caso ocorreu em 1981, quando o governador de São Paulo era Paulo Maluf. Ele nomeou para reitor o professor Hélio Vieira, quarto colocado nas eleições internas da USP.
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Com a aprovação pelo Senado Federal, em primeira votação, das novas regras trabalhistas acerca dos empregados domésticos, estes passarão a ter os mesmos direitos de qualquer outro trabalhador. Justíssimo. São pouquíssimos, pouquíssimos mesmos, os patrões que tratam suas empregadas domésticas de acordo com a legislação. Não assinatura da CTPS, poucas folgas e exploração do trabalho são os desrespeitos mais comuns, mas ainda há humilhações, assédios, desrespeito etc. Quando se trata das relações madame-empregada ainda há muito resquício da época escravocrata, lamentavelmente.
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I – O ministro Joaquim Barbosa, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), esboçou o desejo de coibir o uso de laços familiares para favorecimento em decisões judiciais. Não é a primeira vez que o ministro trata do tema, muito pelo contrário. Nas suas primeiras entrevistas como presidente do CNJ ele já afirmou que acabar com estes conluios, “perniciosos” para o Judiciário, seria sua prioridade.
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II – A ex-presidente do CNJ, ministra Carmém Lúcia, também já se pronunciou várias vezes sobre o assunto. Ela, inclusive, traçou o perfil destas pessoas: “Geralmente não atuam diretamente nos processos, usam um terceiro para assinar as petições de seu interesse, e sempre estão nos corredores dos tribunais”. A ministra disse mais: “Eu tenho mais de trinta anos no Judiciário e agora que consegui comprar meu apartamento, enquanto isso, diariamente, vejo meninos chegarem aqui de BMW”. As declarações foram dadas à revista Veja.
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III – Assim como a ex-presidente do CNJ não conseguiu coibir a prática, muito dificilmente o atual presidente conseguirá. Nenhum advogado pode ser considerado culpado simplesmente por ter laços familiares com um magistrado. São necessárias provas para demonstrar que houve favorecimento, e provar tal tipo de situação é complicado e perigoso.
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“O futebol perdeu um goleiro razoável, mas a dramaturgia ganhou um ótimo ator”. (Henry Vasconcelos, promotor de Justiça do caso Bruno, durante o julgamento).
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A promotoria de Justiça de Mossoró está selecionando estagiários nas áreas de jornalismo, engenharia ambiental e administração. Informações na sede da promotoria, localizada na rua José de Alencar, por trás da Riachuelo.
Uma resposta
Se o desempenho de Joaquim Barbosa não for prejudicado por forças corruPTivas “ocultas” palacianas, ele contribuirá fortemente para a necessária “faxina” nos Poderes constituídos. Que os bons permitam, amém!