A oposição ao governo municipal está esbravejando contra a criação da Agência Mossoroense de Regulação dos Serviços Públicos, autarquia que terá quandro próprio de funcionários, com salários de até R$ 11 mil.
A criação da agência é uma exigência legal. Tem que ser feita até o ano que vem. Sua funcão será acompanhar a implantação do Plano de Saneamento Básico. A remuneração dos funcionários não caberá à prefeitura e nem à sociedade, mas sim à concessionária ou permissionária que realizará o serviço.
A gritaria da oposição tem apenas um motivo: eles querem que os funcionários sejam indicados pela futura prefeita, e não pelo atual. Deveriam ser sinceros e dizer isso, e não ficar atacando a criação da agência, que é algo exigido por lei. Quero ouvir o discurso desse povo após o dia 01º de janeiro, caso o atual prefeito não consiga criar a autarquia até lá.
A cidade de Natal e o governo do Estado já criaram suas agências reguladoras. Inclusive, a então governadora Rosalba Ciarlini, em 2014, agraciou sua amiga Kátia Pinto com o cargo de diretor-presidente da autarquia, a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Rio Grande do Norte (Arsep), onde ela se encontra até os dias atuais.
Ou seja, a contenda é para ver quem indicará os cargos da agência mossoroense, se o atual prefeito ou se a futura prefeita.