Sexta-feira , 27 de Fevereiro de 2009

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E ai, sobrou um pouquinho de fígado para mais tarde?

Se não, tome Epocler que alguma mesa do velho Carlos nos espera para a resenha do carnaval.

Porque hoje é sexta-feira, independentemente dos excessos momescos.

Pump up the rhythm!!!!!!!!

Ei, o que você acha do cara que conhece a marca de uma camiseta apenas pelo corte e modelo? Sem olhar para a etiqueta o cara sabe se a camiseta é da Colcci, da Botton, da Ellus, da Cavalera etc. Conhece apenas, segundo ele, pelo corte. Já pensou um negócio desse? Isso não é coisa de quem é 100% ALGODÃO, não, independentemente da marca, é claro.

Rapaz, eu estou assistindo a 5ª temporada de Lost por força do costume, mas garanto que não estou entendendo patavina. A turma entrou num nó difícil de sair. Todo mundo assiste e ninguém entende.

Diz o ditado que tudo tem começo, meio e fim, mas o carnaval de Mossoró é uma exceção a regra: tem apenas início e fim.

Os jornalistas azuis estão todos atarantados. Quanto mais eles defendem a prefeita, mas ela pisa na bola. Dia desses um deles se queixou, em off, de sua árdua tarefa. “– Rapaz, defender a mulher está sendo difícil. A equipe dela num dá uma dentro”. Pois é, amigo, mas afinal de contas… as contas.

Muitas pessoas têm dificuldade para se lembrar do nome de minha filha. Noutros casos a dificuldade é para escrever o nome corretamente. Geralmente complicam quando deveriam facilitar. Não é Daphne, nem Dephany, nem outra variação. O correto é DÉPANE, simples assim. Façam como Cyro Robson. Disse a ele apenas uma vez e ele nunca mais esqueceu. Sempre que me vê faz a pergunta: “- E ai Colorau, cadê Dépane?”. Já Jr. Praxedes, tirando onda, me pergunta por “Deu Pano”. E por falar em Jr., vê se não adoece hoje.

Bebidas com nomes exóticos, como Sex on the beach, Dry Martini, Bloody Mary…. tudo isso é coisa de quem atende pela porta dos fundos! Homem não tem frescura, bebe aquilo que todo mundo conhece: Vodka, cachaça, Whisky, Conhaque e cerveja, muita cerveja! Detalhes em copo de homem são: limão, gelo ou palito, dependendo da bebida. Canudinho e guarda-chuvinha nem pensar.

Hoje é aniversário do amigo Polari. Parabéns nobre colega, desejo-te mais uns 90 anos de vida. E me disseram que ele garantiu que até as 23h, lá no velho Carlos, a comanda, ops, o comando, será dele.

Como cristão também farei penitência nesse período de quaresma. Até a semana santa não comerei jiló nem beberei suco de tomate.

E vamos que vamos, pois a cana só dá o açúcar depois de passar por grandes apertos. E daqui para mais tarde ainda teremos um bocado de apertos.

 

01 – JUSTIÇA QUASE PERFEITA – A Justiça Eleitoral brasileira tem mostrado, desde as eleições de 2004, interesse em moralizar as campanhas eleitorais. Nestes últimos anos centenas de prefeitos foram cassados por abuso do poder econômico. A situação deve se repetir em relação ao pleito de 2008, pois muitos foram flagrados em situações não aceitas pela legislação eleitoral. A cassação do governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima, foi antes de tudo um recado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para todos os juízes eleitorais. É preciso punir com rigor quem agiu em desacordo com as regras eleitorais, mas é claro que nenhum magistrado pode sair por ai cassando prefeitos a três por quatro. É preciso que as provas sejam robustas, sob pena de ferir a democracia – que representa a vontade da maioria.

De modo geral estamos satisfeitos com a moralização da política feita não pelos políticos, como deveria, mas por bravos magistrados com sede de Justiça. Para ficar perfeita a atuação da Justiça Eleitoral é necessário apenas dar celeridade aos trâmites eleitorais. A demora para sair a sentença prejudica a todos, sem distinções, sobretudo quanto à incerteza do amanhã e a instabilidade na administração pública.

 

 02 – TIO COLORAU ENTERTAINMENT –

 

Em Sete Vidas (2008) ****, um homem passa a ajudar algumas pessoas sem nenhuma razão aparente, pelo menos para elas. Pelo fato de ser com Will Smith o filme recebeu uma atenção maior do que deveria, mas ainda assim vale a pena assisti-lo.

Em Ca$h, o Grande Golpe (2008) ***, um grupo de estelionatários planeja um assalto a um luxuoso hotel, liderados por um sujeito extremamente enganador. É bem parecido com “Prenda-me se for Capaz”.

No policial O Álibi Perfeito (2008)***, um grupo de assaltantes aluga uma casa próxima ao banco central da Inglaterra. De lá cavam um túnel até o cofre do banco, realizando assim um assalto espetacular. Qualquer semelhança com a realidade… 

 

03 – CÂMARA MUNICIPAL – Ontem lamentei com um amigo a atuação de nosso legislativo, onde os vereadores nem ao menos discutem os projetos oriundos do executivo, simplesmente aprovam. Ele então sapecou: “- Amigo, nosso legislativo não é para pensar nem discutir, é apenas para carimbar”.   

 

04 – AS MULHERES QUE EU NAMOREI (Por Ricardo Hoffmann) – Não sei se todos conhecem as músicas do cantor e compositor carioca Seu Jorge. Essa está em todas paradas de sucesso: “Tô namorando aquela mina / mas não sei se ela me namora / mina maneira do condomínio / lá do bairro onde eu moro”

Em tempos que ninguém mais namora ninguém, essa música chama atenção, soa estranha. Em vez do verbo namorar hoje só se ouve ficar, beijar, sair, pegar… Tudo ficou muito fácil, fútil e, surpreendentemente, superficial. É só pegar e largar – largar e pegar.

Do que fala essa música, então? Claro, fala de um “amor não correspondido”, coisa que parece não existir mais, ao contrário de tempos atrás. Confesso: eu namorei uma colega de aula, mas ela jamais soube. Os nossos caminhos nunca mais se cruzaram e tudo ficou como diz a música: eu namorei Marília, mas ela não me namorou.

Tive muitas outras namoradas. Não iguais a ela – nem tente me acusar de traição ou, pior, me confundir com um Casanova. Eu era apenas um guri tímido e sonhador. As outras namoradas pertenciam a níveis superiores de “platonismo” – cada qual mais distante da realidade.

Namorei minhas professoras particulares – Betinha e Raquel; Maria Helena impunha tamanho respeito que jamais me atrevi. Todas deveriam ter no mínimo o dobro dos meus 8 ou 10 anos. Elas também jamais souberam que as namorei – mesmo Raquel, a mais espertinha.

De casa até o colégio, em pouco mais de quatro quarteirões, perdi a conta de quantas me enamorei. Logo do outro lado da rua, Ângela. Mais adiante, na mesma calçada, Rosane. Ao dobrar a Rua 7 em direção ao Rio Branco, Mônica. Não sofri nem um pouco quando ela me trocou pelo irmão do Renatinho – afinal, como concorrer se ele tinha um Maverick GT.

Ainda namorei outras – também elas jamais me namoraram. A minha infância era rica em garotas lindas, maravilhosas, belíssimas – e isso não era fruto da minha fértil imaginação. A todas elas, hoje senhoras respeitadas da sociedade, o meu mais sincero pedido público de perdão por tê-las namorado – sem permissão.

Minhas desculpas, também, a tantas outras aqui não citadas – faltaria espaço. Aos maridos, filhos e netos, um apelo: não me levem a sério. Liguem-se apenas na música: “Tô namorando aquela mina / mas não sei se ela me namora”. Juro: elas não tiveram nenhuma culpa.

 

05 – COLUNISMO SOCIAL – O jornalista/radialista Gilson Cardoso expressou hoje, na coluna De Olho na Mídia, interessante opinião sobre o colunismo social. Leiam:

 

“Sou leitor de jornal e leio tudo. Tenho respeito por todos que escrevem colunas sociais. Inclusive, tenho amigos e amigas na área. Mas, devo-lhes confessar que algumas colunas estão insuportáveis, por conta das “babações” a certas figuras da cidade. As fotos chegam a sair “repetidas””.

 

Nota do Tio: Prezado Gilson Cardoso, essa opinião é unânime, apesar de as pessoas não externarem em público. Nosso colunismo social é motivo de chacota em qualquer reunião, da igreja ao bar. Apenas os próprios colunistas e a meia-dúzia de colunáveis acham que estão “abafando”. É basicamente aquele tipo de situação onde a pessoa pensa que está “arrasando”, mas na realidade todos estão rindo dela.

 

06 – CASO DE POLÍCIA – Mais um cidadão de Governador Dix-sept Rosado, de família tradicional, se envolve num caso de polícia, desta feita como acusado de integrar uma quadrilha de seqüestradores. É o segundo caso em menos de um ano onde pessoas acima de qualquer suspeita se envolvem em crimes. A situação começa a merecer atenção dos poderes públicos. O que estaria levando nossos concidadãos a se envolverem em fatos delituosos?

 

Ouvindo DOIS, com PAULO RICARDO, encerro esse post.

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