* I – No editorial de hoje, o Estadão elogia os diálogos entre adversários políticos para se chegar a um consenso no âmbito da reforma tributária, uma necessidade premente do país. O texto fala de uma “direita civilizada”, em contraponto a uma “direita selvagem”.
* II – “Essa direita raivosa e destrutiva privilegia a polarização, a intolerância e a recusa ao diálogo como instrumentos de ação política. Nada tem a oferecer ao País, como restou demonstrado”, diz trecho do editorial.
* O clima na família Ferreira Gomes já está descambando pra baixaria. Cid Gomes disse que pode ceder sua vaga de senador para Ciro em 2026, pra ver se este e a esposa possam ao menos ter um plano de saúde e também poder pagar as contas.
* Em Minas Gerais, o deputado estadual bolsonarista Bruno Engler (PL) tem ido às sessões da Assembleia Legislativa trajando bermuda, camiseta e sandália, contrariando o regimento da Casa. Sinceramente, que pauta tem a ver com isso? Ele quer chamar atenção para o quê?
* I – Já notou que há bem poucas placas anunciando advogados tributaristas por aí? Não é pelo fato de ser um ramo pouco rentável, muito pelo contrário, deve ser o que mais dá grana. O problema é sua complexidade, muitas vezes intransponível.
* II – Quando fiz o curso de Direito tive dificuldade enorme de aprender o tal do direito tributário, assim como meus colegas de classe. Só avançamos porque o professor era bonzinho e só cobrava o básico do básico. Ele era ciente da complexidade da matéria.
* A reforma tributária também mexeu com o imposto sobre heranças e doações, o ITCMD. Restou aprovado que a alíquota será progressiva, de acordo com o tamanho da herança. Atualmente, cada estado cobra uma alíquota, variando de 1% a 8%. No RN é 3%. Pra comparar, no Japão é 55%.
* I – A indústria farmacêutica avança mais uma casa na descoberta de remédios para combater a obesidade e controlar a diabetes. Depois da liraglutida (Saxenda) e semaglutida (Ozempic), está em fase de testes a retatrutida.
* II – Os testes da fase 2 (de 3 previstas) mostraram que além de atacar a obesidade e diabetes, o novo medicamento também reduz a gordura no fígado e acelera o metabolismo basal, aumentando assim a perda de peso, que tem sido de 24%, em média.
* Em 19 de novembro de 1984 Roberto Carlos lançou a música “Caminhoneiro”. Naquele dia ela foi executada 3.287 vezes nas rádios do país. Tempos depois a Justiça americana concluiu que a canção era um plágio de “Gentle on my Mind”, de John Hartford, cantada por Elvis.