A Paciente Silenciosa, Alex Michaelides, 348p.
A pintora Alicia Berenson é internada num hospital psiquiátrico após seu marido, o fotógrafo Gabriel Berenson, ser assassinado com cinco tiros na cabeça. Ela é apontada como autora do crime, vez que na arma há apenas suas digitais. O crime ocorreu na residência do casal, logo após ele chegar do trabalho.
Após o crime, Alicia não falou mais nada, nenhum som saiu de sua boca. No hospital psiquiátrico em que foi internada, todos os profissionais já desistiram de tentar fazê-la falar.
Tudo muda quando o psicoterapeuta Theo Faber entra na equipe. Ele ingressou no hospital destinado a fazer a paciente falar. No início foi desestimulado pelos colegas de trabalho, que não acreditavam em tal possibilidade, mas optou por perseverar, inclusive chegando a transgredir regras do local e ferindo a ética profissional.
Mas por que a fixação de Theo Faber no caso Alicia Berenson? É o que o leitor fica a todo tempo querendo saber. Não há nenhuma pista.
Na vida pessoal, Theo Faber é um homem apaixonado por sua mulher, a atriz Kathy, mas ela parece não demonstrar o mesmo sentimento pelo marido, inclusive o trai. Ele sabe, mas finge que não.
No hospital, Alicia decide mudar de atitude, despertando a atenção de todos, tanto dos demais internos, como dos profissionais. A partir daí a trama começa a ganhar contornos inesperados, caminhando para um desfecho surpreendente.
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