
Aldo Rebelo, Jaques Wagner, Tarso Genro e Walfrido dos Mares Guia têm algo em comum. Todos ocuparam o cargo de Ministro das Relações Institucionais, responsável pelas relações do executivo com o legislativo e demais poderes. Assim, quando algo dá errado na relação, põe-se logo a culpa no ministro respectivo.
Aldo Rebelo perdeu o cargo após a eleição do deputado Severino Cavalcanti (PP-PE) para presidente da Câmara.
Jaques Wagner deixou o posto para se candidatar a governador da Bahia.
Tarso Genro foi apontado pelo PMDB como um péssimo negociador. Foi pra rua.
Walfrido dos Mares Guia saiu por envolvimento no “mensalão mineiro”.
O atual ocupante do cargo é José Múcio (PTB), que passa por um período de turbulências: O PMDB o responsabiliza pela demissão de integrantes do partido da Infraero; já o PT o vê como incapaz de costurar as alianças para as eleições de 2010.
Múcio já traz no currículo o fracasso quando da prorrogação da CPMF, quando não conseguiu que o Congresso a aprovasse, causando grande baixa na arrecadação.
O ministério é pequeno. Tem apenas 39 cargos e orçamento anual de R$ 522 mil
Diante da situação insustentável de José Múcio (PTB), o nome cotado para substituí-lo é o do deputado Henrique Alves (PMDB), que, apesar da pífia atuação parlamentar, é tido como um bom negociador.
Resta saber se o deputado da “Playboy” aceitará o cargo, ou melhor, o “encargo”.
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