
Melhor edição do ano, a Papangu de abril (nº. 62, R$ 5,00), está imperdível. Túlio Ratto e seus colaboradores se superaram, todos com apurada escrita e mostrando arguta inteligência. Corra até a banca e adquira já o seu exemplar.
A capa traz o primeiro-ministro Gustavo Rosado, chamado de “o mão molenga”, segurando sua mana e seu cunhado como mamulengos. O texto respectivo mostra a influência deste “agitador cultural” na peça O Auto da Pachorra no País de Monxoró.
Tem também o texto Cretinê e o pitbull, sobre um jornalista que perde a compostura num shopping.
O “direto do cafofo” é uma seção de notinhas, distribuídas em quatro páginas. Ninguém é poupado! Da Rosa que se transformou em espinhos a um colunista local usuário contumaz do Ctrl C, Ctrl V.
Destaco ainda a entrevista com o poeta e matuto Jessier Quirino e uma matéria sobre a “eterna reforma do Museu de Mossoró”.
Além disso tudo, você ainda pode se empanturrar com as seções “conto”, “pei-bufo”, “autores & obras”, entre outras, e os textos de David Leite, Brito, Cefas Carvalho e grande elenco.
Como nem tudo é perfeito, ressalvo a seção “Sétima Arte”, que continua estruindo espaço, na medida que dedica uma página inteira para tratar de apenas um filme (nesta edição, Wolverine). Seu autor poderia diversificar mais o espaço, com dicas, listas de melhores, lançamentos etc.
Leia revistas e livros. Não prejudica a visão, não consome energia e pode ser feito confortavelmente em qualquer lugar. Na imagem acima algumas dicas.
Respostas de 3
Caro Erasmo, boa tarde!
Não quero que vc tome meu comentário como uma crítica, faço apenas como susgestão, até porque sei que o nobre usa a força de expressão ou o dito popular;
Nos seus comentário na sexta-feira o colega quase sempre inicia com “chame o menino” para compra bebida, no caso creio que é cerveja (pelas foto) sugiro que o amigo troque a dita frase já que pela nossa legislação é proibida a venda desse tipo de bebiba para menores.
Mesmo sem procuração vou sair em defesa de Erasmo, em relação ao post de Bevenuto: a já famosa expressão “chame o menino” não denigre, nem faz apologia a venda de bebidas a menores. É tão somente uma expressão bastante usada por nos nordestinos.
Não entendi até agora no artigo do “Cretinê” quais dos dois foram barrados no shopping…