Tio Colorau

Por Erasmo Firmino

15 de junho de 2011
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Leitor escreve a blog para criticar a quebradeira que algumas empresas fazem em nossas ruas e avenidas. Leiam:

 A questão que coloco em discussão são as obras que algumas empresas estão fazendo nas ruas da cidade. Às vezes penso ser de propósito. Ora vejam, se existe uma rua razoável de se transitar, eles vão lá, escavacam a rua, deixam verdadeiras valas e simplesmente concluem com um serviço de péssimo acabamento, deixando as ruas piores.

O máximo que colocam são paralelepípedos e melam por cima com piche de baixa qualidade, ficando a rua triste de se transitar. O Argumento que usam: “estamos trocando as tubulações” ou “é o Saneamento”.

Amigo, estão destruindo as ruas da cidade. Q P… de projeto é esse? Quando é a conclusão? Quando vão deixar as ruas dignas de serem transitadas? De quem é a culpa desse abuso? Às vezes até penso ser de nós mesmos pois vemos tudo e ficamos de mãos atadas, sem ação, apenas reclamando entre nós… É um absurdo, Os carros e motos ficam parecendo latas de tanto pularem por cima dessas obras.

Já pensei em trocar meu carro por um trator para ir me acostumando com os terrenos do futuro. Isso é um verdadeiro descaso, falta de respeito com a população. Às vezes cogito ser chafurdo político a causa de tudo isso, Safadeza… E sobra para a população que não tem nada a ver com as intrigas pessoais entre os dirigentes da cidade. Quem deve adorar essas coisas são os donos de oficinas de carros, donos de renovadoras de pneus… E o pior, pagamos todos os anos para nos permitirem andar por essas ruas (pagamos e pedimos: “por favor, nos deixem andar por essas ótimas ruas”)…É Amigo, Obrigado pelo espaço, e por permitir dividir essa revolta.

Ou será se errei em tudo que escrevi? Se errei, já peço desculpas a quem ler essa postagem. Obrigado.

Emmanuel Silva – webleitor.

NOTA DO TIO – A frase “o transtorno passa, o obra fica”, não pode ser usada nos serviços realizados em Mossoró. Aqui, o transtorno também fica, e há casos em que é só ele quem fica. A Caern e as empresas responsáveis por obras de saneamento não são muito boas em “acabamento”. Ruas como Joaquim Nabuco (Alto da Conceição) e Jerônimo Rosado (Centro) são exemplos claros do péssimo serviço que estas empresas realizam. Cabe aos órgãos de fiscalização tomarem as medidas cabíveis para que o bem público seja preservado e mantido.

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Respostas de 6

  1. O depoimento do colega retrata a realidade nua e crua. E isso mesmo Tio, é uma sacanagem danada os reparos no pavimento mossoroense. Acabamento então nem se fala!!

    A Avenida ou Rua Jerônimo Rosado é piada, fico com pena de Dona Fafá e seu irmão quando vão a gerecia de trânsito ou nos outros orgãos que por ali estão, e titia Rosalba tadinha dela quando vai pra casinha dela alí no beiço do rio, tem que passar por aquela buraqueira. Fico até com pena.

    Bom nesta cidade chamada Mossoró, quem anda e conhece os trajetos do Rally Mossoró do sertão são os que de fato sofrem, nós simples mortais e contribuintes. A culpa também pertence aos gestores municipais, é obrigação deles e de seus comandados cobrarem de quem faz a “cagada”. Eles recebem pra isso. Foram eleitos para isso. Se não aguentam levantem o braço e peçam arrego!!!

  2. Alguns meses atrás a prefeitura deixou a Coelho Neto igual a um tapete. Três dias depois um cidadão cortou a Avenida em frente ao seu comercio para fazer uma ligação d’água. O comercio do idiota fica quase esquina com a Alberto Maranhão, sentido Boa Vista. Se alguém passar por lá vai ver o remendo.

    O erro do idiota:
    Ao ver que o asfalto estava sendo refeito, ele deveria ter agilizado a ligação informando inclusive a Prefeitura.

    O erro da Prefeitura:

    Trinta dias antes de asfaltar ou refazê-lo, deveria avisar a Caern, a todos os moradores da rua que agilizassem as ligações de água ou reparos na rede de água ou esgoto. Inclusive e principalmente, proprietários de terrenos sem contruções. Caso contrário o cidadão pagaria uma multa grande que doesse no bolso. Quanto a Caern, mais alta ainda.

    Da mesma forma aconteceu na Rua João da Escossia. O asfalto passou e em poucos dias a Farmácia Pague Menos cortou o asfalto para fazer a ligacão d’água. Ressalvo que a culpa ai não foi da Farmácia e sim do proprietário do terreno onde foi construída a Farmácia.

    Todos sabem que a Formula Um despeja milhões de dólares por onde passa. Vejam bem: ela é proibida pelo Principado de Mônaco de furar o asfalto para a colocação do sensor que acusa o tempo de parada nos box’s.

    Pasmem, o furo, de SEIS CENTÍMETROS DE PROFUNDIDADE e do diâmetro de UM CIGARRO.

    Em outros Circuitos, o “furinho” é feito em frente dos Box’s, exatamente onde o carro pára para abastecimento e troca de pneus.

    É bom salientar que os donos dos terrenos sem construções (apenas murados), não fazem a ligação de água para não pagarem a taxa mensal. A ligação é feita por aquele que comprar o terreno. Para se ter uma idéia, ainda existem terrenos na Nova Betânia do tempo que as ruas ainda eram de chão batido.

    Sei que durante milhares de anos Mossoró não chegará aos pés do Principado de Mônaco, mas que aquele país sirva de exemplo e que por aqui seja abolido esse costume ruim de esburacar as ruas após a mesma ser asfaltada ou até mesmo calçada a paralelepípedos.

    Tulio Paim manda um beijo na testa e manda avisar que já está bem melhor mas que continua usando um “tampão”.

  3. Os empreitores e o pessol do ministério público (existe isso em Mossoró) deve tá rindo disso tudo, só pode ser, pq já virou palhaçada. Ninguém trabalha certo e ninguém fiscalizar, uma zorra.

  4. ah! errei, onde se ler: ministério público (existe isso em Mossoró), faltou uma interrogação: (existe isso em Mossoró???)

  5. Katarina das Vitórias

    Manoel Cândido, amigo de Ednaldo Figueira, executado na Serra do Mel
    O presidente da FETARN, Manoel Cândido, que foi candidato a prefeito da Serra do Mel, suspeita que a execução de Ednaldo Filgueira foi motivada por questões políticas.

    Ednaldo Filgueira era um fiel militante do PT e na Serra do Mel funcionava como adversário político do grupo que administra a Prefeitura, filiado ao PSDB.

    Ednaldo havia lançado recentemente uma enquete em seu blog na Serra do Mel questionando a administração municipal, a qual fazia oposição como militante político.

    Segundo Manoel Cândido, o resultado desta enquete não teria agradado aos aliados do poder executivo do município e Ednaldo teria sido aconselhado a retirar o enquete do ar.

    Era editor do Jornal Serrano, o qual ficou sem circular durante um tempo quando ele exerceu o cargo de conselheiro tutelar, mas tinha retornado as publicações recentemente.

    Manoel Cândido disse que Ednaldo era uma pessoa muito simples, que gostava mesmo era de ajudar as pessoas mesmo não sendo de posses.

    Inclusive, Manoel Cândido disse que Ednaldo, como jornalista, havia o entrevistado hoje à tarde duas vezes para matéria da nova edição do Jornal Serrano que editava.

  6. Ednaldo Figueira foi executado quando saía do trabalho às 22h desta quarta-feira
    O presidente do Partido dos Trabalhadores da Serra do Mel, Ednaldo Figueira, de 36 anos, foi executado ás 22h de hoje quando saía do Trabalho na Vila Brasília.

    Na Serra do Mel impera a lei do silencio. E por determinação da Secretaria Estadual de Defesa Social e Segurança Pública, o Ciosp do II BPM também impera a lei do silêncio.

    A informação da execução do presidente do PT da Serra do Mel foi passada ao deputado estadual Fernando Mineiro pela família através do presidente da FETARN, Manoel Cândido.

    Confirmamos o fato através de um cidadão que mora perto do local onde Ednaldo trabalhava, uma espécie de papelaria na Vila Brasília, ao lado da Vila Rio Grande do Norte, onde morava.

    O cidadão conta que Ednaldo estava saindo o trabalho quando foi abordado pelos assassinos, que atiraram sem chance de qualquer reação. O fator surpresa favoreceu aos assassinos.

    Sobre os assassínios, reina a lei do silêncio. O medo é tão grande que nem por telefone, num local afastado, a fonte quis falar. Disse apenas que Ednaldo tinha sido executado.

    O ITEP de Mossoró mandou o motorista e o perito/fotografo buscar o corpo para exames. A Polícia Civil de Mossoró, no plantão, não atendeu ao telefone, assim como da Serra do Mel.

    Num precisa nem dizer as minhas expectativas quando a prisão dos assassinos.

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