Tio Colorau

Por Erasmo Firmino

1 de junho de 2011
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bully

A Câmara Municipal aprovou por unanimidade o requerimento 298/2011 que solicita a Prefeitura de Mossoró explicações sobre a não aplicação da Lei Municipal nº 2.711/2010 que trata do combate ao bullying nas escolas.

O requerimento é de autoria do vereador Lairinho Rosado (PSB) e subscrito por vários vereadores.

Aprovada no final do ano passado lei “antinbullying”, como é conhecida, prevê campanhas educativas para se evitar o problema em escolas da Rede Municipal de Ensino de Mossoró. Além de tratamento psicológico para vítimas e agressores.

A lei é fruto do mandato de Lairinho Rosado que agora está preocupado com o fato dela ainda estar sendo aplicada. “Este dispositivo visa combater esse problema que tornou presente em nosso cotidiano e tornado público após denuncias de diversos setores da sociedade. Diante disso, estou solicitando a Administração Municipal um relatório contendo as medidas que serão tomadas para a efetivação desta lei e seus efeitos no sistema municipal de ensino de Mossoró”, acrescentou.

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Respostas de 3

  1. Em seu tempo de estudante (!) um sujeito que aplicava o bullying consistentemente era John Dillinger, gângster americano da época da Grande Depressão. Foi muito esclarecedor o documentário exibido pelo canal Discovery (mais ou menos em 2007), porém teve o condão de pôr dúvida sobre um ponto pacífico: até então, supunha-se que o matador de Dillinger havia sido Melvin Purvis, quem atirara na cabeça do bandido, durante perseguição. A bala quase sai no rosto do facínora. Segundo se relata, dois tiros mais, sendo um no coração, fizeram o bandido encontrar o inimigo invencível.

  2. É necessária e urge sua aplicabilidade e em todas as esferas sociais.

    Bully & Cyberbully [‘bôli]. O “u” tem som de upsilon – um “ô” como em bolo e coco, mas muito breve.

    Bully é uma palavra da língua inglesa que, no discurso, pode ser usada em duas categorias sintáticas: como verbo ou substantivo. Como verbo, bully refere-se a ação de ferir ou intimidar pessoas com poder de reação bem inferior ao agressor. Portanto, o bullying é uma covardia. No segundo sentido, o de intimidar, a ação objetiva fazer com que a vítima faça exatamente o que ela não quer – é o constrangimento.

    Já o cyberbullying se dá quando essas ações são feitas por via de comunicação telemática, tais como: internet e telefones. Nesses recursos a intenção primordial do pilantra é ENVERGONHAR a vítima, ferindo-lhe moralmente para constranger e humilhar. O cyberbullying é um assédio moral e pode ocorrer por meio dos mais variados gêneros textuais telemáticos: e-mails, postagens de textos e/ou imagens para blogues e “saites”. A estratégia básica para a efetivação do assédio moral, nessas mídias, se realiza em forma de chantagens. Essa geralmente de cunho sexual. O nível da postagem é geralmente igual a do bully: medíocre e leviano, pois visa contemplar a maioria das pessoas. O bully geralmente não age sozinho, ele envolve comparsas que na maioria das vezes são os que enfrentam a causa com o lado mais baixo do mexerico.

    Mas por que será que alguém utilizaria o cyberbullying (intimidação e agressão cibernéticas)? Bom, a grosso modo, esse é um expediente utilizado apenas por pessoas de mau caráter. Como toda ação revela quem a pratica, os cyberbullies geralmente são pessoas que cometem ou cometeram iniquidades e não querem ser interrompidas ou desmascaradas.

    São por essas razões que políticos mesquinhos, aqueles que cometem improbidades administrativas, praticam o bullying como uma poderosíssima arma para cooptarem seus adversários. A coisa funciona assim: … (no próx. comentário)

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