Tio Colorau

Por Erasmo Firmino

20 de junho de 2010
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A história da seleção Brasileira contra times africanos começou em 29 de maio de 1960 num amistoso realizado no Cairo contra o Egito. Vitória brasileira por 5×0.

O primeiro jogo contra africanos em copas foi na Alemanha em 1974: 3×0 sobre o Zaire (atual Republica Democrática do Congo). Só voltamos e encarar africanos em 1986 quando a Argélia vendeu caro a derrota (1×0 para o time de Telê Santana). Na campanha do tetra em 1994, no “bivice” de 1998 e no quinto lugar de 2006 foram vitórias por 3×0 contra Camarões, Marrocos e Gana respectivamente. Sendo este último jogo histórico pelo fato de Ronaldo ter feito o 15° gol dele em copas, se tornando o recordista.

Hoje contra o excelente time da Costa do Marfim (do ponto de vista técnico o melhor da África) a seleção tenta manter não só o tabu de nunca ter perdido para africanos em mundiais como o de nunca ter levado gols.

Ao todo são 27 jogos contra africanos com 26 vitórias e uma derrota (para Camarões na Copa das Confederações de 2003). Ah, antes que alguém venha me corrigir: as derrotas em olimpíadas contra a Nigéria (4×3 em 1996) e Camarões (2×1 em 2000) não entram nas estatísticas por serem sub-23.

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Uma resposta

  1. 3 a 0 parece até ser um carimbo para jogo entre Brasil e seleções africanas. Lembro do “suado” placar contra o Zaire (1974), o primeiro jogo de Copa a que assisti (foi suado porque era o número de gols necessários, não obviamente por ter sido placar apertado). Especificamente para hoje, contudo, meu palpite é 2 a 0. Jogando sempre de forma violenta e por vezes desleal, além de aparentemente não saberem fazer a retranca, ao contrário da “linha burra” (como aplicaram com muito sucesso na Olimpíada, até serem vazados e desgraçadamente desculpados pela arbitragem, quando o Nem, do São Paulo, fez um gol legal), e ainda mais por se acharem superiores ao Brasil, acabam favorecendo a artilharia contrária. Espero muito que o Brasil vença, sendo que o motivo principal é que a data coincide com o segundo aniversário de meu filhinho Ciro, e, também por isso, não quereria que [o dia] ficasse marcado por desfavorável ao escrete nacional.

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