Tio Colorau

Por Erasmo Firmino

28 de fevereiro de 2010
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AUSÊNCIAS SENTIDAS – A Taça Libertadores da América é a competição interclubes mais importante do continente americano. É sempre o principal objetivo de qualquer clube brasileiro.

No entanto, três clubes grandes do país amargam longo jejum no quesito presença no certame internacional. São eles: Botafogo, Atlético Mineiro e Vasco.

O Alvinegro jogou a competição pela última vez em 1996 após ser campeão brasileiro em 1995. O time da estrela solitária foi eliminado nas oitavas-de-final pelo então campeão da América, Grêmio.

Em 2010, chegamos a dez anos sem a presença do Atlético na Libertadores. O Galo jogou competição em 2000 após ser vice-campeão nacional em 1999. Foi justamente o Corinthians, algoz da final do “Brasileirão”, que o eliminou nas quartas-de-final.

Já o Vasco tem como última lembrança a Libertadores de 2001. Uma participação inesquecível e traumática ao mesmo tempo. O time de Romário, Euller e Juninho Paulista vinha do título brasileiro de 2000 e da espetacular decisão da Copa Mercusul quando virou para 4×3 a final que perdia por 3×0 para o Palmeiras com um jogador a menos. Embalado, o Vasco estabeleceu o recorde de oito vitórias nos oito primeiros jogos. O sonho esbarrou no Boca Juniors de Riquelme. Derrota em São Januário por 1×0 e humilhação em “La Bobonera”, 3×0.

Desde 2003 quando foi estabelecido os pontos corridos no Campeonato Brasileiro Santos, São Paulo, Palmeiras, Corinthians, Internacional, Grêmio e Flamengo tem se revezado nas participações. Dos grandes o Fluminense só penetrou na festa em 2008 após ganhar a Copa do Brasil de 2007. O tricolor não participava da Libertadores desde 1985 e desta vez chegou a final, ficando com o vice-campeonato após perder nos tiros livres da marca do pênalti para os equatorianos da LDU.

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Respostas de 3

  1. DOIS PÊNALTES – Bruno, o problema de se mostrar só o escore limpo e seco é que ele não tem o condão de dizer o que foi exatamente o jogo, por exemplo: no primeiro jogo VASCO DA GAMA – RJ X Boquete, realmente foi 0 a 1, mas houve um pênalte claríssimo de Bermudez sobre um atacante vascaino quando o jogo ainda estava em zero a zero. É claro que a cobrança poderia ter sido desperdiçada, como fez Zico em 1986 contra a França e mandou o Brasil de volta para casa cedo, cedo; mas, convertido, poderia ter mudado os rumos da classificação, pois é contumaz em jogos de 180 minutos com placar agregado que o time que vence a primeira partida segura a classificação; assim, foi falsa a classificação do Boquete e pior ainda a finalíssima, como já sabemos. Quanto ao Fluminense, também houve um pênalte além de claro indiscutível que poderia, se assinalado – como deveria – e convertido, ter mudado a história do time das Laranjeiras. Nesse aspecto, programas como o Big Brother Brasil superam amplamente o futebol, como foi dito recentemente, porque a fraude nunca vence.

  2. Caro Juarez, minha intenção não era fazer uma análise de um jogo realizado há 9 anos, mas listar os clubes que estão numa longa fila para entrar na Liberadores. Abs

  3. BRUNO BARRETO, O BARAUNAS E O POTIGUAR NUNCA PARTICIPARAM DA TAÇA LIBERTADORES E NEM POR ISSO SENTIMOS FALTA DELES NESSA COMPETIÇÃO.

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