Tio Colorau

Por Erasmo Firmino

30 de julho de 2010
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“Cada um de nós compõe a sua história / e cada ser em si / carrega o dom de ser capaz /de ser feliz.”. (Almir Sater)

 

Terráqueos e alienígenas, chamem o menino que hoje é sexta-feira, A cerveja acena e pede parada. Dia de reunião do COPÃO, uma confraria quase ecumênica e totalmente eclética que reúne jornalistas, blogueiros, advogados, vereadores, ativistas do Green Peace, seguidores de Lênin, proprietários de fornos de cal, modelos, pessoas que encaram desafios, integrantes da Sociedade Americana de Microbiologia e fãs da cantora Lady Gaga.

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Na confraria fala-se de tudo, de Che a Cher, passando pelo mistério da geleira Taylor, as diversas moedas da história brasileira, a evolução dos filmes de terror, a logística do jogo do bicho, o combate ao aquecimento global, o uso imoderado do Rivotril pelo brasileiro e a separação de Cláudia Raia e Édson Celulari.

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A reunião de hoje será no PICANHA GRILL. Isso mesmo, no PICANHA GRILL. Havíamos agendado inicialmente para o Carlos Bar, mas o proprietário do local, Carlos, preferiu que escolhêssemos outra data. Assim, entramos em contato com Gildásio e este disse que seu Picanha Grill estava e sempre estará disponível para a galera do COPÃO.

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Várias pessoas reclamando das poucas atualizações no blog nesta semana. São vários os motivos: computador quebrado, casa em reforma, intensa semana de trabalho (Tribunal do Júri), entre outros. Foi uma força hercúlea ter colocado algo no ar…

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E minha amiga Nanjara, a Nanjex foi mãe. Daqui mando meu abraço sincero para ela e para o pai, Alexandre. Aproveito e estendo os parabéns para Aderaldo do Pedal Peças, o tio. Alexandre e Nanjex passarão agora a viver o famoso “conto de FRALDAS”.

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Na Coréia do Sul o governo está agindo para diminuir a obsessão da população adulta por vídeo games. Por lá, dois homens morreram recentemente por causa deste vício (o governo não explicou exatamente como). AQUI EM MOSSORÓ, conheço um homem de boa voz, residente nas proximidades da UPA – São Manoel, que está seguindo este mesmo caminho. O marmanjo passa o dia no Playstation, nem se alimenta mais. Vôts. Eu, hein.

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Na Bulgária, o número de celular 0888-888-888 foi cancelado pela operadora Mobitel. Motivo: os últimos três donos deste número, nos últimos dez anos, morreram. Um de câncer e dois foram assassinados. O número foi considerado maldito.

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Cientistas da Universidade de Iowa constataram que pessoas com nariz grande têm maior dificuldade para respirar, ou seja, o estudo vai de encontro ao que todos pensavam. Assim, quem possui nariz grande não é “ladrão de oxigênio”.

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E tudo passa, até a uva-passa.

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DICA: Muitas vezes, os jornalistas/colunistas escrevem uma expressão ou palavra propositadamente errada e colocam entre parênteses um aviso para o revisor, dizendo a ele que deixe a escrita daquela forma. Não precisa de tudo isso. O asterisco pode ser usado para este fim. Pelas regras de lingüística, basta colocar o asterisco no início da palavra ou expressão propositadamente errada. Assim, basta escrever: “*menas a verdade” ou “*agente chegamos junto”. É isso. Viu ai? Estou quase um Cipro Neto, né não?

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Já perceberam que temos certa tendência de torcer pelos times mais fracos? Quem aqui não torceu pela África do Sul no primeiro jogo da Copa do Mundo? Isso tem explicação. O ser humano é hedonista, ou seja, procura sempre sentir o máximo de prazer possível. E no futebol isso se dá quando o time teoricamente inferior vence o superior. A alegria de ver o Baraúnas vencendo o Vasco é bem maior do que ver o Vasco vencendo o Baraúnas.

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E vamos que vamos, ainda há muita batata para descascar até às 19h. Mais tarde a gente se encontra no Picanha Grill.

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Respostas de 5

  1. Sei não, mas não precisa ser o Baraúnas… Em qualquer situação futebolística ver qualquer time vencer o Vasco já causa muita alegria.

  2. TIO , ACRESCENTE NA LISTA DE FREQÜENTADORES DO COPÃO: OS QUE NAO GOSTAM DE BANHO, OS QUE NAO LAVAM OS CABELOS E OS COLUNISTAS QUE NAO ESCOVAM OS DENTES/KKKKKKKK

  3. cara,fenomenal sua percepção da realidade “global do cotidiano”.Estou passando por Mossoró. que não merece um mercado tão sujo, uma “mão de cal” caía bem, assim mesmo encarei uma panelada/carneiro no Bruno , não sei se conheces. Parabens pelo “seu estudo”, da vida urbana,QUE É SENSATO pois não isola qualquer aspecto dela da sociedade que a produziu.abs Eudório

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