
Letras positivas, apaixonadas. A busca pelo paraíso em uma paisagaem ensolarada. É assim que Alejandro Sanz retorna após três anos com seu novo álbum de inéditas: “Paraíso Express”, oitavo da carreira. O cantor espanhol mais importante da atualidade, volta ao rock/pop positivo, alegre e romântico que o revelou ao mundo com os clássicos “Más” e “El Alma Aire”. O primeiro é o álbum mais famoso de sua carreira, trazia além de seu maior hit “Corazón Partio“, “Amiga Mia” e “¿Si Fuera Ella?“. O segundo o mais romântico, é nesse que está a mais inspirada composição de Ale até hoje: “Cuando Nadie Me Ve“. A letra é uma poesia, que em mim, se encaixa perfeitamente. “Qusiera Ser” e a canção homônima “El Alma Al Aire” também são sucessos do CD vencedor de quatro Grammy Latino.
Desde cuando – Os nove anos que separam o tocante “El Alma al Aire” do novo lançamento “Paraíso Express”, foram marcados pelo politizado “No Es el Mismo” de 2004 e o melancólico “El Tren de Los Momentos” de 2006. Além, de duas colaborações inesquecíveis com a colombiana Shakira: “La Tortura” e “Te lo Agradezco, Pero No”. Sucessos mundiais, os hits tornaram a música de Alejandro mais popular entre o público jovem.
“Paraíso Express”, que tem todas as canções compostas por Sanz que assina a produção do álbum em parceria com Tommy Torres. É aberto com a deliciosa “Mi Peter Punk“, e o ritmo irresistível prossegue na romântica “Desde Cuando” e atinge seu ápice na parceira com Alicia Keys no primeiro sinlge do álbum, “Looking for Paradise”. “Yo Hice Llorar Hasta a Los Ángeles“, “Tú No Tienes La Culpa” e “Nuestro Amor Será Leyenda” se destacam e garantem o lado mais emocional do álbum. Acima de tudo o novo trabalho de Alejandro Sanz é um presente aos seus fãs, seu retorno a uma atmosfera bela, serena e positiva.
Yo hice llorar hasta a los ángeles
“Estoy buscando ese momento. Lla música, que cuando llega me llena con su sentimiento. Con sentimiento, vida llena”, canta Ale em “Looking for Paradise”. O “pai” de “Cuando Nadie me Ve”, mais uma vez preencheu o mundo com poesia e fez dele seu palco.
OBS. Extraído do blog Cinema na Panela.