A revista The Economist compilou dados de 80 países para saber qual o melhor lugar do mundo para se nascer, e o pior. A lista é encabeçada pela SUÍÇA, que tem em seu benefício o longevo regime democrático, a alta expectativa de vida (82 anos), a neutralidade em guerras, a segurança interna e um PIB per capita de US$ 83,4 mil, um dos mais altos do planeta.
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O inglório último lugar da lista ficou com a Nigéria, que, curiosamente, é o maior produtor africano de petróleo. 54% dos habitantes do país vivem abaixo da linha de pobreza, e são constantes as batalhas étnicas.
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O Brasil ocupa a 37ª posição no ranking, atrás de países como Chile e Estônia. Pesa em nosso desfavor a pobreza da população (21,4% abaixo da linha de pobreza) e a violência (10 das 50 cidades mais violentas do mundo estão aqui), com destaque – negativo – para Maceió, a 3ª cidade mais violenta do mundo.
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No ranking de 1988, Singapura estava na 36º posição, atrás até do Brasil. Na lista atual ocupa um destacado 6º lugar. Contribuíram para a ascensão o crescimento econômico vertiginoso, os baixos tributos cobrados das indústrias e a segurança interna.
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Em 1988, a então União Soviética ocupava a 21ª posição. Hoje, a Rússia ocupa a ultrajante 72ª posição. Pesa contra a Rússia o fato de terem uma democracia frágil e terem altos índices de violência, além da corrupção e ligações com o terrorismo.