I – O diretor-geral do DNIT, Jorge Fraxe, determinou que todos os cargos comissionados do órgão fossem ocupados por servidores de carreira. Com a decisão, que atinge até superintendentes, mais de CEM pessoas deverão deixar os cargos. No Rio Grande do Norte, o superintendente Ezio Gonçalves Reis será mantido, pois se trata de um servidor de carreira, com formação em engenharia civil.
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II – Caso todos os dirigentes de órgãos públicos agissem como o general Jorge Fraxe, a sem-vergonhice na política diminuiria consideravelmente. A maioria das coisas erradas que ocorre nos intramuros do poder tem a ver com pessoas que lutam por cargos em comissão.
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III – Não defendo a extinção dos cargos comissionados, mas sim sua diminuição. Além do mais, o ocupante deveria provar conhecimento técnico na área em que fosse designado para atuar.
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“Nas coisas do poder, o melhor detergente é a luz do sol”. (Louis Brendeis).
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No almoço oferecido pelo grupo da deputada federal Sandra Rosado (PSB), em sua casa de praia, chamou à atenção a longa conversa entre a deputada estadual Larissa Rosado e o empresário Rútilo Coelho. A primeira será candidata a prefeito de Mossoró pelo PSB e o segundo foi apontado como candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada pelo reitor Josivan Barboza (PT). Mar e pescaria, tudo a ver…
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O Fluminense joga hoje pela Libertadores 2012. A partida contra o Arsenal Sarandí (Argentina) será às 21h (horário daqui), no Engenhão. A equipe carioca entra em campo sob os olhares desconfiados da torcida, que esperava mais de um time repleto de craques. As últimas atuações do Fluminense pelo Estadual do Rio desapontaram de certa forma os torcedores, que compareceram em pequeno número no treino de ontem.
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“Faltam poucos dias para que a prefeita seja ejetada da poltrona…” (Reitor Josivan Barbosa, no Twitter).
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Renunciar ao mandato não é nada anormal. A história do Brasil mostra centenas e centenas de casos de renúncias. Aqui mesmo no Rio Grande do Norte muitos prefeitos já renunciaram ao mandato, sempre dentro de uma arquitetura política ou para disputar outro cargo eletivo. Estranho é quando a renúncia é um gesto de submissão para atender a um capricho de outrem.
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Escrevi este post ao som de Songs From The Big Chair, da dupla inglesa Tears for Fears. Gravado em 1985, este é considerado o melhor disco da dupla, com quatro grandes sucessos: “Shout”, “Everybody Wants To Rule TheWorld”, “I Believe” e “Head Over Heels/Broken”. É o 550º disco da lista dos “1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer”. Para ouvi-lo, clique aqui.
Respostas de 9
Colorau, então vamos ao círculo vicioso: o Jorge Fraxe toma uma posição dessas, corretíssima, sem dúvida. Mas é certo que desagradará a muita gente, inclusive políticos com influência na mídia, quando não, donos da mídia. Daí ele coloca a sua força para atuar contra, disseminando rejeição a esse gestor. As pessoas, desinformadas, ou quando muito, mal informadas, caem como patinhos e detonam a atuação do sujeito, baseadas no que se fala dele e não realmente no que ele tem feito. Na verdade é muito difícil para a população avaliar precisamente se um gestor está indo bem ou não em um cargo. É por isso que se dizia que governante não fazia saneamento básico, porque não dava visibilidade, portanto o melhor seriam as praças e pontes. Raros são os comunicadores, como você, aptos ou independentes o suficiente para fazer esse tipo de leitura.
Tio semana passada perguntei sobre essa dupla e você não respondeu, mas agora estou muito feliz por eles estarem nesta lista, eles poderiam ser o 1º da lista, este LP é muito bom e estou ouvindo todos os dias, não só este como tdos os outros desta ótima banda.
Bom dia, Raimundo. Ouvi uns dez discos das lista dos “1001…” nos últimos dias. Escolhi este do Tears for Fears justamente por causa de seu comentário, e também por ser um excelente disco, é claro.
Esse jogo de hoje, do Flu, é aqueles perfeitos pra iludir a torcida. O arsenal sarandi é fraquíssimo, e a goleada seria o resultado mais que natural, ainda mais com o tricolor jogando em casa. Mas o nível em nada difere de jogar contra um dos pequenos do Rj. Não é parâmetro de libertadores.
Rapaz, esses caras do Tears são altamente mais ou menos…, né não?
Altamente mais ou menos? Dá para explicar melhor, Tiago?
Quiria sabê si neça lizta dáis 1001 múzcas téim:
A Véia Dibaixo da Cama
Geniváu Sântus
Frankito Lopes – O Indio Apaxonado
O Carinbó di Pimduca
Carlus Santus
Ais 14 maiz dus Aviôens du forro
Cascatimha e Inhana
Zé Furtuna e Pitamgueira
Riqui & Remis
Caciqui e Pajé
Uvêa
Alêjadinhu di Pombáu
Grétxis qui camta ponba la ponba, ponba ponba ponba la ponba
Mona Mô mêu Béim Má fama cum Reginaudu Róçi
Chicu Lopis cum a múzca Alô Eliâni táum mi xamando no telefoni
Franqui Çinatra cum a múzca Niu Iorqui Niu Iorqui
Trili – cum Maicum Jéquis
Çaturdêi Naiti Fiver – cum Bi Dxis
Ponto Finau i muintu obrigado Erázmu Cárlu
Zé – Alçiliá di Cêuvemti di Prêdêru
OAÇPB – 323232
Gostaria de contribuir com essa discussão (sobre os Cargos em Comissão em “””nossas””” instituições “”””públicas”””, segundo parágrafo) sugerindo aos leitores deste blogue que leiam também o texto Publicado em 23/11/2011 pelo(a) Wiki Repórter Julio César Cardoso, Balneário Camboriú – SC, disponível em:
http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=47688
Um outro adendo que faço é que os cargos de confiança ou cargos comissionados (diga-se de mentirinha) são apenas reminiscências do “””extinto””” coronelismo já há muito supresso das práticas da política brasileira. Né?
_ É, sim! Porque isso não existe mais:
CORONELISMO – conceituação
http://pt.wikipedia.org/wiki/Coronelismo
“Coronelismo é um brasileirismo usado para definir a complexa estrutura de poder que tem início no plano municipal, exercido com hipertrofia privada (a figura do coronel) sobre o poder público (o Estado), e tendo como caracteres secundários o mandonismo, o filhotismo (ou apadrinhamento), a fraude eleitoral e a desorganização dos serviços públicos – e abrange todo o sistema político do pais, durante a República Velha. Era representado por lideranças que iam desde o “áspero guerreiro” Horácio de Matos a um letrado Veremundo Soares, possuindo como “linha-mestra” o controle da população.
Como forma de poder político consiste na figura de uma liderança local – o Coronel – que define as escolhas dos eleitores em candidatos por ele indicados.
“O coronel conseguia o voto do eleitor de duas formas: a) por meio da violência: caso o eleitor o traísse, votando em outro candidato, podia perder o emprego ou ser surrado pelos capangas do coronel; b) pela troca de favores:o coronel oferecia a seus dependentes favores, como uma sacola de alimentos, remédios, segurança, vaga no hospital, dinheiro emprestado, emprego etc.
Diversos autores procuram melhor definir o coronelismo, tendo em vista que, embora tenha sido extinto com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder, ainda manteve suas características em várias partes do país e, também, por se confundir com outros conceitos relacionados ao mandonismo, clientelismo e, até, feudalismo, como se verifica em diversos autores brasileiros e estrangeiros. Cabe aqui dizer um exemplo ainda vivo de coronel atuante na política brasileira, José Sarney, de forma triste.
Oliveira Vianna e Nestor Duarte equiparam o fenômeno ao feudalismo.
Silva e Bastos resumem assim o conceito: “O coronelismo, fenômeno social e político típico da República Velha, embora suas raízes se encontrem no Império, foi decorrente da montagem de modernas instituições – autonomia estadual, voto universal – sobre estruturas arcaicas, baseadas na grande propriedade rural e nos interesses particularistas.”
Existe mais não, né????????
– E onde menos se espera, tem? Nas universidades?
– De forma alguma! Nas universidades têm sociólogos!
Gilmar Henrique
Adote um animal abandonado.
Dê-lhe abrigo e comida.
Ela/e não irá te morder.
Sempre será grato a ti.
Já o mesmo não se pode dizer para com o nosso semelhante!
Saravá meu pai!!!!!!!!! Com relação a esse modelito ‘A Lá Preto Véi’ que Larissa está usando, me responda por favor: Ela fez o despacho pra Iemanjá, antes ou depois do almoço com as estrelas?
♫ O sino da igrejinha faz belém bém bom ♫……♫ É meia noite e o galo já cantou ♫
Iansã cadê Ogum…♫ Foi pro maaaaaar ♫ ……♫ Mas, Iansã cadê Ogum ♫ ….(de novo, homi?) ♫ Foi pro maaaaaar PORRA♫
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