Tio Colorau

Por Erasmo Firmino

12 de julho de 2016
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 As apostas em jogos esportivos, sobretudo futebol, virou febre em todo o Brasil. São feitas através dos sites que trazem “bets” no nome. São vários. Há muitas formas de apostar. Pode ser apenas num jogo, numa combinação de jogos, em quantidade de gols etc. Atualmente, em cada bar ou restaurante que transmite jogos tem um “cambista”.

Não há regulamentação para a atividade no Brasil. Os sites “bets”, onde constam as cotações, são hospedados no exterior. Em tese, a atividade não é ilegal, pois carece de lei que diga isso. Não se trata de jogo de azar, mas de aposta.

Hoje, por exemplo, teremos Palmeiras x Santos pelo Campeonato Brasileiro. Quem apostar no Palmeiras receberá 2.25 do valor apostado, em caso de vitória; se for de Santos receberá 3.10; o empate paga 3.25. Essas são as formas mais simples de apostar. Há outras, como o resultado exato, diferença de gol etc.

O governo, contudo, já está de olho nos tributos que as apostas podem gerar para os cofres públicos. Há a ideia de criar uma estatal, ligada à Caixa Econômica Federal, para explorar os jogos de aposta. Com isso espera arrecadar R$ 8 bilhões por ano. Já há projetos neste sentido tramitando no Congresso Nacional.

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