Tio Colorau

Por Erasmo Firmino

13 de outubro de 2010
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DICA – Comprar uma impressora CANON não é um bom negócio. O cartucho é caro e raro. Para piorar, a impressora (facilmente encontrada nos panfletos das Americanas) só aceita cartuchos originais. Mantenha distância. OBS. Pelo menos em Mossoró não encontrei nenhuma loja que vendesse estes tais cartuchos. Na internet, o preço variava de R$ 130 a R$ 180 cada cartucho.

CÁLICE – A liberdade de expressão sempre será um dos pilares principais dos países democráticos. Os livros de história nos ensinam que o primeiro ato dos governantes totalitários é limitar a atuação da imprensa oposicionista. Os governos totalitários querem tolher do cidadão o direito de criticar o governante e seus asseclas. Pensem nisso.

ABORTO – Fora as questões morais, a descriminalização do aborto também passa pelas finanças públicas. Por ano, 1 milhão de mulheres brasileiras fazem aborto ilegal. Se esse procedimento passasse a ser pago pelo poder público, o custo seria de R$ 180 milhões anuais. Resta saber se nosso sistema de saúde suporta esta despesa.

DICA CULTURAL – Na sexta-feira, às 21h, o canal Vh1 exibirá o show “Ao vivo lá em casa”, de Arnaldo Antunes.

ABSTENÇÃO – A votação em segundo turno, no dia 31 de outubro, se dará em meio ao feriadão do dia 02 de novembro (terça-feira). Com base nisso, espera-se que a percentagem de abstenção será maior do que a votação em primeiro turno.

DISTÂNCIA – Passei estes últimos dias distante deste espaço e da internet em geral, mas aos poucos retomarei a frequência habitual das postagens. O descanso foi necessário para repor as energias.

DERROTADOS – Nestas eleições tivemos dois grandes derrotados: os institutos de pesquisa e o marketing político. O Ibope dava como certa a vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno. Também segundo o instituto, o candidato Serra só venceria em um estado da federação. Encerrada a apuração, a vitória não se deu no primeiro turno e Serra venceu em nove estados.

DERROTADOS 2 – A candidata Marina Silva foi a grande vencedora do primeiro turno. Coincidentemente, foi a menos “fabricada” pelos marqueteiros. Marina sempre se comportou de forma espontânea e natural. Também sobre marketing, o famosíssimo marqueteiro Chico Santa Rita não se elegeu a deputado federal por São Paulo. Obteve 10 mil votos, quando o coeficiente eleitoral era de 300 mi.

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Quem danado é Jerônimo Victor?

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Respostas de 8

  1. na questão do aborto está esquecendo de levar em conta os gastos do SUS com o atendimento de mulheres que fizeram aborto clandestino e sofreram complicações. estudos recentes mostram que a curetagem pós-aborto está entre os procedimentos mais realizados pelo Sistema Único de Saúde. Convenhamos que 180 milhões de reais não é nada perto da vida de milhares de mulheres pobres que morrem em clínicas clandestinas ou se utilizando de métodos nada seguros, enquanto mulheres com melhores condições econômicas contam com assistência, ainda que ilegal, de ponta.

  2. Tio , tava preocupado com você ainda bem que você deu notícias, quanto a Gerônimo Victor deve ser um novo rebento que já está na hierarquia da familia Real Mossoroense, pois este primeiro nome segue os demais membros da realeza Mossoroense.

  3. JERÔNIMO VICTOR, É FILHO DE COMPADRE RUFINO, COMPADRE RUFINO, ESPOSO DE MARIA DE RUFINO, MÃE DE JERÔNIMO VICTOR ENTENDEU.

  4. Estão todos enganados. Jerônimo Victor é filho do velho Jerônimo, esposo de Dona Darquinha de Seu Lourenço do Sitio Malhada Vermelha lá em Umarizal. Seu Jerônimo Foi vizinho por muito tempo do Seu Ezequiel Salomão que trabalhou como caldeireiro nas Industrias de Óleo Pleno. São irmãos de Jerônimo Victor: José, Walter, Temístocles, Ana Paula, Gorete, Perpetua, Natividade e Clemência. Esta último foi mãe de gêmeos: Cid e Ciro que futuramente seriam médicos em São Paulo. Seu Jerônimo foi um ex-combatente e atuou na segunda guerra como soldado raso. Tem uma marca de bala no glúteo esquerdo que segundo ele, foi alvejado enquanto cagava fora da trincheira.

    Seu Jerônimo trabalhou na construção da Ponte de Ferro de Mossoró e no Farol de Mãe Luiza em Natal como pedreiro. Já na condição de Mestre de Obras, fez a planta do Mercado Público Central de Aracati no Ceará e do Forte dos Reis Magos, em Natal. Seu único defeito era mascar fumo de rolo e mentir. Costumava, nas passeatas de Aluizio Alves, carregar um pé de Mamão ao lado do Homem do Carneiro Verde. Brincou vários carnavais tocando pandeiro nos Pimpões e foi um dos primeiros mossoroenses a abrir uma conta na Casa Bancaria S. Gurgel de Bibiu Gurgel. Antes de sua aposentaria, foi mecânico do Candango de Gatim e de um Simca (Verde e Branco) de Pitias, irmão de Siqueirinha.

    Puta que pariu, escrevi tanto que esqueci qual a pergunta do Tio. Afinal, quem é esse danado de Jerônimo Victor, heim? Se alguém souber favor informar ao Tio.

  5. Jerônimo Victor deve ser mais um que comprou um computador porque ganhava uma CANON (como eu…) e depois teve que vender o computador pra comprar a pôrra do cartucho. Fiz o seguinte (e recomendo que façam o mesmo) fui até a loja e pedi pra trocarem por outra marca, como se recusaram, calmamente, fui até a calcada e, com muita calma, destroçei essa porcaria, ficando somente com o cabo de força na mão. A cara dos vendedores, ahhh, não tem dinheiro que pague !!!

  6. A respeito do primeiro comentário, nos não temos que pensar desta forma, afinal essas mulheres que fazem abortos clandestinos sabem do seu risco, se arriscam por pura imprudência, sabendo os riscos que correm. além de estarem cometendo um crime, segundo nossa legislação. Aborto é infanticídio, não vejo diferença. então digamos não ao aborto. pois quando voces veem reportagens sobre homicidios se chocam, ai uma mulher fazer um aborto é algo legal, não entendo. e ainda o problema da proteção. se legalizar, todos, começando por essas que apoiam, vão fazer sexo sem camisinha, contraindo doenças, porque podem, engravidar as mulheres, e depois elas tiram, sem problema algum, ja imaginou isso? Reflitam consequencias antes de se posicionar a favor de um absurdo desses.

  7. Com relação a nota CÁLICE, leiam a opinião do jornalista Jânio de freitas da folha “Com a ressalva de determinados jornalistas individuais, muita gente vê os patrões da imprensa todos alinhados de um lado: o lado anti-Lula.

    “Esse mal-estar é real”, diz ao PÚBLICO Jânio de Freitas, de 78 anos, jornalista e analista veterano, colunista da “Folha”. “Criou-se na imprensa brasileira uma indisposição quanto a Lula e à continuidade do Governo por intermédio de Dilma. Mas não há nenhuma indicação objectiva de que Lula fosse criar constrangimentos à imprensa. A imprensa brasileira é muito forte politicamente e é um grande poder. Quando se move, geralmente obtém o que quer. Não há registo de um interesse verdadeiro da imprensa que tenha sido contrariado. Não há nenhum caso de constrangimento da imprensa no regime Lula.” O caso Sarney não é exemplo, descarta este analista, à semelhança de outros ouvidos pelo PÚBLICO. “Foi uma decisão estritamente judicial. Pode ter havido influência do advogado para obter essa proibição, mas isso não envolve o Governo Lula de nenhuma maneira.”

    O que a imprensa receia é “uma regulamentação para evitar excessos”, ideia bem anterior a Lula, e que Jânio Freitas encara positivamente, por achar que esses excessos existem mesmo.

    De resto, a tensão imprensa-Lula tem a ver com “um preconceito de classe”. “A elite brasileira é extremamente preconceituosa e há uma grande influência desse preconceito na visão da imprensa quanto ao Lula, não apenas neste caso.” Os oito anos de Lula não diluíram as fronteiras. “Essa elite considera intolerável alguém que não saiu da universidade e sobretudo não tem posses. Porque essa elite não é culta, pelo contrário. A parcela culta é muito pequena.”

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