A Fundação João do Vale, que fez as provas do último concurso público realizado pela prefeitura de Mossoró, divulgou o resultado do julgamento de recursos do gabarito. Para ver os questionamentos e as respectivas decisões clique aqui. Antes da publicação do resultado dos recursos, o secretário municipal de administração, Manoel Bizerra, disse a órgãos de imprensa que o concurso não seria anulado nem remarcado. Resta saber se ele manterá esse posicionamento agora, ante a grande quantidade de questões anuladas. Este blog continuará informando sobre o andamento do concurso.
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Na sessão plenária da última terça-feira, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu uniformizar o horário de atendimento do Poder Judiciário em todo o Brasil. Atendendo a solicitação da OAB, o CNJ decidiu que todos os tribunais e órgãos jurisdicionais terão de atender o público das 9h às 18h. A decisão visa corrigir uma distorção que havia no Judiciário, onde cada órgão e cada estado adotava seu próprio horário. No Rio Grande do Norte, por exemplo, o expediente era até 14h; na Paraíba havia flexibilidade na sexta-feira, quando o expediente encerrava às 13h; no Ceará o expediente era apenas pela manhã, e assim por diante. Essas diferenças de horários confundiam advogados, os quais perdiam prazos de recursos etc. O CNJ não estipulou prazo para que os tribunais e órgãos jurisdicionais se adaptem à nova regra. Para ler mais clique aqui.
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Por ordem judicial, atendendo pedido do cavaleiro Doda, a edição da revista Caras que chega hoje às bancas está com tarjas pretas nas páginas em que relata o caso da atriz Cibele Dorsa, que morreu no sábado, após se jogar da janela do prédio onde morava. A atriz teria enviado uma mensagem à revista, minutos antes do ato extremo, que seria publicada na íntegra, na qual era mencionado o nome do cavaleiro, com quem teve uma filha. A decisão judicial, ao que parece, proíbe a revista de citar o nome do cavaleiro Álvaro Affonso de Miranda Neto, o Doda.
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Há uns dois anos, o juiz Abrahão Lincoln, do Maranhão, ficou conhecido nacionalemente pelos valores exagerados aplicados nas condenações em processos de indenização por danos morais. Num extravio de bagagem, por exemplo, condenou à ré a pagar R$ 1,7 milhões à parte autora. Noutra decisão, condenou a parte ré a pagar R$ 8 milhões por causa de uma cobrança indevida. Diante da repercussão na imprensa e da grita dos condenados, o caso foi parar no Conselho Nacional de Justiça. A decisão saiu na terça: o juiz foi aposentado compulsoriamente, com direito a proventos proporcionais ao seu tempo de serviço.
Uma resposta
Esssa fundação Joao do Vale é uma piada, procuraram fazer um certame deste tamanho com a empresa mais barata e consequentemente a mais vagabunda! Deu no que deu, provas da tarde com mesmas questões da manhã. Pode um negócio desses?
Não há credibilidade nela. Existem outras empresas como a CONSULPLAN que realizou os concursos dos agentes de transito e por ultimo da GCM, saiu tudo nos conformes. Por isso, fica difícil de enteder tal situação. Empresas assim, deverim entrar em uma lista negra dos orgãos públicos no momento da abertura de licitações.