
Em entrevista concedida hoje a rádio CBN-SP, o senador José Agripino (DEM) não descartou a possibilidade de fusão do seu partido com o também oposicionista PSDB, no entanto, disse que tal projeto se encontra na fase de pré-análise.
O líder do DEM frisou ainda que, em caso de fusão, seria muito difícil que ela valesse para as eleições municipais de 2012. “Para valer em 2012, o processo de fusão deveria ser concluído até setembro próximo, o que é praticamente impossível, ante o grande número de discussões que envolvem um projeto como este”, disse.
Sobre a criação do PSD, Agripino disse que se trata de um projeto pessoal do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, com apoio do governo federal, que quer aumentar ainda mais sua base de apoio.
O senador reconheceu ainda o enfraquecimento da oposição, acrescentando que o momento pelo qual passam é difícil, mas assim como o movimento do mar, a situação poderá se inverter. Para ele, uma democracia plena como a brasileira não pode viver sem uma oposição que aponte erros e faça críticas positivas.
Respostas de 6
A oposição está mais perdida que cego em tiroteio…
Eles não comecem a se organizar não e vão levar uma surra de Dilma em 2014.
Eles se fundem, o povo se fode, como sempre…
O comentário de Marcus Vinicius é audacioso mas concordo. Em 2014 se ainda existir DEM, a maioria dos que o compõe estarão lentos, muito atrasados em seus métodos arcaicos de politicar.
Ao idiota que postou o vomentário acima.
Dilma não bateu em ninguém, a maioria dos eleitores que nela votaram, entenderam que estavam votando no fanfarrão Lula. A resposta está vindo a galope. A inflação está voltando e ela, que recebeu a herança maldita de seu líder, parece totalmente perdida, sem nada poder fazer.
O bolsa esmola, utilizado como moeda eleitoral, vai custar mais caro do que os governistas como voce pensa. Aguardemos pois.
caso venha a concretizar-se a fusão entre psdb e dem, os dois partidos fundir-se-ão formando um só. Neste caso, estarão fundidos, de fundir, ou fudidos, de fusão?
O DEMônio do filhote da ditadura, ta igual a cachorro que cai do caminhão da mudança, não sabe pra que lado vai. É a tal história: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.
Particularmente para mim já vai tarde, pois enquanto existirem resquícios que relembrem o mais infeliz, triste e nebuloso período de nossa história política, isto é, o golpe militar e a conseqüente ditadura, que nos custou 21 anos da mais cruel e violenta repressão, além de cerceamento dos mais básicos direitos civis, é preciso apagá-los, pois esse partido é símbolo, herança maldita e sempre nos trás à lembrança aquele período obscuro e que até hoje nos incomoda.
É verdade que um país democrático necessita de uma oposição forte, para o bem da própria democracia, mas no caso de nossa oposição, a verdade é que ela precisa se reciclar, buscar um modelo eficaz de se contrapor a quem está no poder e que trago ao povo, verdadeiro interessado, as ações que deverão lhe beneficiar desde que estas sirvam aos propósitos aos quais são idealizados, independente de ideologias, pois ao povo não interessa ideologias e sim o seu bem estar, seja de que lado vier, da direita, da esquerda ou do centro.
O que temos visto ultimamente, é uma oposição totalmente perdida, desarticulada nos seus ideais, mais preocupada em se fortalecer com idéias ultrapassadas, reacionárias, como vimos na última campanha política, que nos remeteu a coisas que imaginávamos esquecidas da prática política do século 21.
É por estas e outras razões, que se torna urgente que a oposição brasileira comece a definir rumos corretos, que dê aos cidadãos segurança de suas intenções e propósitos, para evitar que voltemos a ter no futuro, organizações extra-políticas a começarem a se articular e a promoverem nos intramuros da obscuridade idéias de terrorismo ideológico que possam comprometer o desenrolar, o desempenho natural da democracia, mesmo esta com seus antagonismos políticos e ideológicos, mas sem sobressaltos.