Leio no blog do jornalista Carlos Santos que o Centro de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas (CAPS AD III), localizado no bairro Nova Betânia, em Mossoró, passa por reformas para tornar a estrutura física mais segura. O local foi alvo de arrastões duas vezes no mês de dezembro último, o que forçou seu fechamento temporário.
O detalhe é que a reforma não está sendo feita com recursos da gestão passada e nem com recursos da atual gestão, mas sim com dinheiro do psiquiatra Roncalli Cunha e demais servidores da unidade, isso apesar de eles estarem com dois meses de vencimentos atrasados e sem terem recebido o 13º salário.
Além dos avanços nas reformas que privilegiam a segurança, houve um mutirão de limpeza na última quinta-feira, onde servidores levaram material de suas casas para fazer uma grande faxina no local.
A previsão é que o CAPS AD III reabra na terça-feira vindoura, dia 10, e assim continue prestando seus relevantes serviços para dependentes químicos e afins.
OBS. Matéria mais detalhada você lê no blog de Carlos Santos, clicando aqui.
Uma resposta
Caro Erasmo,
De fato é uma atitude louvável daqueles que trabalham naquela unidade municipal, merecem o nosso respeito e admiração. Ao mesmo tempo, reflito sobre essa bondade de muitos que fazem esse tipo de ação pelo Brasil inteiro, oura, o Brasileiro paga seus impostos para serem transformados em serviços públicos de qualidade, como a saúde, a educação e a segurança; aí os partidos e seus políticos, desviam boas quantidades desses valores para seus interesses pessoais, fazendo com que ?… Fazendo com que as mesmas pessoas que já pagam impostos, tirem do próprio bolso, de novo, para investirem novamente na saúde e educação. É muita bondade para um povo só, francamente, qualquer país no mundo, queria ter nós brasileiros como seus eleitores, peeeeeeeense num povo bom, pense num povo que aceita nossos honrados políticos, até reclamamos de vez em quando entre amigos, mas no final, não passa disso, fica sempre por isso mesmo. Os políticos dá Croácia adorariam ter brasileiros como eleitores. Vida que segue, seguindo como reféns do sistema.