Tio Colorau

Por Erasmo Firmino

3 de junho de 2016
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Sempre que é anunciado algum aumento salarial para servidor público a sociedade se revolta, chia. Digam-me uma coisa: por que servidor público não pode ter aumento de salário? Ele é um trabalhador como qualquer outro, e também precisa fazer feira, pagar suas contas etc.

Além do mais, muitas vezes o propagado “aumento” não cobre nem a inflação do período em que o servidor ficou com os vencimentos estagnados.

Atualmente, no Brasil, a inflação gira em torno de 10% ao ano. Assim, todos os trabalhadores, públicos e privados, deveriam ter um aumento anual de – no mínimo – 10%, isso para manter o poder de compra. Na maioria das vezes isso não acontece. Há categorias que não veem “aumento” há anos.

Galera, servidor público também é gente.

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Também causou muito furor a notícia de que os vereadores de Mossoró concederam a eles próprios um aumento de 32% em seus subsídios. Ora, há anos os vencimentos dos edis não sofre majoração. É justo que tenham direito a um aumento. Agora, se alguns não honram seus mandatos, aí são outros quinhentos. Além do mais, o aumento aprovado só valerá a parir de janeiro do ano que quem.

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A prefeitura apresentou ontem à tarde todo o esquema de segurança que será levado a cabo durante os eventos do Mossoró Cidade Junina. Ao todo, serão cerca de 500 homens trabalhando por dia de festa para garantir a normalidade e a paz social durante os eventos.

Profissionais de todas as áreas de segurança estarão envolvidos no esquema: bombeiros, policiais militares e civis, policiais rodoviários federais e estaduais, agentes de trânsito e guardas municipais. A coordenação dos trabalhos é do Coronel Alvibá Gomes, secretário municipal de Segurança Pública, Mobilidade Urbana, Defesa Civil e Trânsito.

O negócio vai ficar difícil para a bandidagem.

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O jornalismo deve ser feito com imparcialidade e seriedade. O autor dos escritos pode até ter suas preferências, mas deve ser honesto e procurar trazer os vários ângulos da notícia. Vez por outra surge alguma nova promessa no jornalismo, mas logo se deixa levar pelo vil-metal e então muda o status, de “jornalista” para “bodegueiro de notícias”.

O chamado jornalismo panfletário não interessa a ninguém, nem mesmo ao contratante, pois o órgão onde ele é veiculado passa a ser desacreditado, perde a credibilidade. Assim, aquilo entra num ouvido e sai no outro, sem convencer, sem somar. Passa a ser motivo de chacota, levando a todos para a vala comum do desprestígio.

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Ontem, o STF retomou o julgamento sobre a constitucionalidade de uma lei estadual do Ceará que regulamenta a prática de vaquejada naquele estado. A procuradoria Geral da República ajuizou uma ação pedindo que o STF declare a lei inconstitucional. A decisão selará o destino da vaquejada no Brasil, se será proibida ou não.

Até agora, oito ministros votaram, quatro a favor da vaquejada e quatro contrários. O ministro Dias Toffoli pediu vista do processo, suspendendo assim o julgamento, que não tem data para ser retomado.

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Na última quarta-feira o advogado da presidente afastada Dilma Rousseff, Eduardo Cardozo, apresentou a defesa dela ao Senado Federal. Num catatau de 372 laudas, ele comenta sobre as conversas de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, com caciques do PMDB. Diz que os áudios reforçaram a tese de que foi montada uma trama para afastar a presidente eleita e, por conseguinte, barrar a Lava Jato.

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O Tribunal Superior do Trabalho (TST), com sede em Brasília, condenou o Banco do Brasil a indenizar uma funcionária de uma agência de Natal em R$ 600 mil. O tribunal entendeu que sua demissão ocorreu por perseguição e retaliação. Ela prestou serviço ao banco, na qualidade de advogada, por 26 anos, após aprovação em concurso público.

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