PEI E BUFO – 317ª edição.

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* O secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, anunciou que reativará no início da semana 54 leitos críticos e clínicos para Covid-19 e casos de síndrome respiratória grave. Os pedidos de leitos para internação crescem a cada dia. Na quinta foram 58.

* A Assembleia Legislativa do RN pagará R$ 450 mil à empresa Maxmeio para cuidar, unicamente, de suas redes sociais. A informação é da colunista Rosalie Arruda, da Tribuna do Norte.

* A Veja da semana traz novidades sobre o esquema de “rachadinhas” da família Bolsonaro. Desta vez a denúncia não parte de opositores, mas de um amigo íntimo do presidente (montagem acima), de anos, o capitão Valdir Ferraz. É a matéria de capa do hebdomadário.

* Sobre o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), a novidade é que a Procuradoria-Geral da República deu parecer pelo arquivamento da denúncia em seu desfavor feita pela deputada federal Joice Hasselmann (PSDB-SP). O caso era de difamação.

* Ainda a respeito do senador, parece que ele não está muito empolgado com a pré-candidatura do ex-juiz Sérgio Moro, do seu partido, à presidência da República. Não tenho visto manifestações dele a esse respeito.

* O ministro das Comunicações, Fábio Faria, que vive disseminando “teorias esdrúxulas”, fruto de “criações mentais”, ajuizou ação em desfavor do ex-chanceler Ernesto Araújo, a quem ele acusa de disseminar “terias esdrúxulas”, fruto de “criações mentais”.

* A deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP), árdua defensora das pautas bolsonaristas, surpreendeu a todos ao ironizar a inabilidade política do presidente. A “mudança de comportamento” se deu após Bolsonaro defender o nome da ministra Damares para concorrer ao cargo de senador por São Paulo, o que era pleiteado pela deputada.

* “É da natureza dos homens reagir contra as injustiças de que são vítimas”. (Frédérick Bastiat, 1801-50, economista e jornalista francês).

* A série “Pico da Neblina” (HBO Max) mostra um Brasil onde a comercialização da maconha para fins recreativos é liberada. O roteiro faz um paralelo entre a vida de quem decidiu formalizar um negócio e a de quem optou por ficar na ilegalidade, no submundo.

* Durante uma visita de Bob Marley ao Brasil, em 1980, um repórter perguntou a ele, meio que em tom de deboche, sobre Jah, o deus seguido pelo cantor e compositor, que então respondeu: “É como o seu deus, pouca gente o conhece”.

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