Nunca Minta – Freida McFadden – 278p.
Trícia e Ethan, recém-casados, vão conhecer a mansão da psiquiatra e escritora Adrienne Hale, desaparecida há três anos, supostamente assassinada pelo namorado, Luke. A intenção é comprar o imóvel e fazer dele moradia. A mansão fica num lugar ermo, afastado da cidade e de difícil acesso.
Ao se aproximar do local, Trícia nota que há uma luz acesa no andar de cima. Até então nada de anormal, deve ser a corretora, que marcou espera-los na casa. Quando eles chegam, notam que não há ninguém na mansão, e também não há sinal de celular. Ainda assim entram e vão conhecer o imóvel.
No andar de cima, nenhum cômodo com a luz acesa. É a primeira estranheza. Outras sucedem, como quadros que mudam de posição, pegadas, comida fresca na geladeira. Tudo no período em que eles ficam na casa, vez que uma forte nevasca impede-os de voltar para a cidade.
Trícia está convicta de que tem mais alguém ali, Ethan resiste, não está certo disso, sempre procurando explicações para as ocorrências.
Durante a permanência, Trícia descobre um cômodo repleto de fitas cassete. São gravações das sessões de terapia com a Drª. Adrienne. Escutá-las passa a ser o passatempo de Trícia. Com as audições vem a descoberta de várias situações envolvendo a psiquiatra, o que torna o livro muito interessante.
Toda a trama se passa nos três ou quatro dias que o casal fica na mansão.
Foi o terceiro livro da escritora Freida McFadden que li nos últimos trinta dias. O primeiro foi A Professora (aqui), e o segundo foi A Empregada (aqui). Outros três já estão na fila aguardando a vez.
O livro, o segundo mais lido na lista semanal da Veja, está custando R$ 38,87 na Amazon (aqui), o preço de três cervejas, e não prejudica o fígado etc.