Tio Colorau

Por Erasmo Firmino

20 de agosto de 2010
6

emprego

O Rio Grande do Norte registra, mais uma vez, crescimento no número de novos postos de trabalho no mercado formal no mês de julho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nessa quinta-feira (19) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

 Segundo os números divulgados, em julho foram gerados 3.078 novos empregos no Estado.

Estes números correspondem a um aumento de 0,86% em relação ao número de trabalhadores com carteira assinada do mês anterior – em junho, o Estado registrou 2.670 novas vagas.

O desempenho positivo decorreu, principalmente, de contratações nos segmentos da Agropecuária (+857 postos), indústria da transformação (+723 postos), construção civil (+632 postos), serviços (+357 postos) e comércio (+322 postos).

Nos sete primeiros meses deste ano, o RN registrou um acréscimo de 11.266 vagas de trabalho, um crescimento de +3,21%. Este é o segundo melhor desempenho de toda a história do Caged para o período, sendo superado apenas pelo ocorrido em 2004, em que houve um acréscimo de 12.806 postos.

Nos últimos 12 meses, segundo os dados do Caged, houve no Estado um acréscimo de 27.686 postos de trabalho – ou 8,28%.

“Os incentivos concedidos pelo Governo do Estado têm ajudado às empresas a consolidarem seus negócios no nosso Rio Grande do Norte; com isso, elas se expandem, passam a produzir mais e, por conseqüência, a contratar mais”, observou o governador Iberê Ferreira de Souza.

Compartilhe

Respostas de 6

  1. FRASE PARA UM BOA NOITE ESPECIAL

    “Se alguém lhe jogar uma pedra, mostre que você é diferente. Retribua com um tijolo!”

  2. Num instante. Ou…… pei, puf! Com Paulo Piu Piu!

    CHOQUE CERTO

    Maurilene Papa vai comandar a partir das 22 horas deste dia 27 de agosto a sua festa “És Energia”. Local: Requente Buffete. Ingredientes da noitada: Toca Fita Club, És Pop e o DJ Primeiro. Comento na segunda-feira.

  3. Disparada de Dilma atesta o êxito dos planos de Lula

    A estratégia de campanha de José Serra deu 100% errado. Na outra ponta, os planos de Lula revelaram-se corretos nos detalhes. Materializado em todas as pesquisas, o êxito de Lula é tonificado nas dobras da última sondagem do Datafolha, divulgada neste sábado (21).

    Decorridos escassos três dias de propaganda eleitoral, Dilma Rousseff se descolou de Serra. Ela foi a 47%. Ele ostenta 30%. A diferença saltou de oito para 17 pontos. Contabilizados apenas os votos válidos, a pupila de Lula vai a 54%. Significa dizer que, se a eleição fosse hoje, Dilma liquidaria a fatura no primeiro turno.

    Movido a intuição, Lula assentara sua tática eleitoral em oito estacas. Por ora, permanecem todas em pé. Vai abaixo um inventário do sucesso:

    1. A antecipação: No Brasil, são três as evidências que permitem a um presidente detectar a chegada da síndrome do fim do mandato. Súbito, começa a beber cafezinho frio. Os aliados ensaiam o desembarque. E irrompe à sua volta um irrefreável burburinho acerca da sucessão presidencial.
    Sob Lula, tudo aconteceu às avessas. Aquecido pelos índices de popularidade, o cafezinho queimava-lhe a língua. Legendas como o PMDB o bajulavam. A sucessão? Foi antecipada em dois anos pelo próprio presidente. Levou Dilma à vitrine em 2008.

    2. O bloqueio: Ao impor Dilma ao PT, Lula interditou um debate interno que levaria sua legenda à disputa fratricida. Cristã nova no petismo, a ex-pedetê Dilma não era a preferida de ninguém. O próprio Lula cogitara outros nomes.
    Antonio Palocci, o primeiro da fila, fora apeado do pedestal pelo caseiro Francenildo. Antes dele, a alternativa José Dirceu perdera-se nos desvãos do mensalão. Num instante em que petistas como Patrus ‘Bolsa Família’ Ananias e Tarso ‘Justiça’ Genro esboçavam os primeiros movimentos no tabuleiro, Lula deu-lhes o xeque-mate.
    No início de 2008, o jogo no PT estava jogado. Dilma foi às pesquisas com um percentuais mixurucas –2% a 3%. Em maio daquele ano, roçava os 10%. No final do ano, FHC dizia, em privado, que a presença de Dilma no segundo turno de 2010 era fava contada. Previa que ela não teria menos do que 30% dos votos.

    3. Ciro Gomes: Lula decidira que seu governo seria representado na campanha por um único nome. Nos subterrâneos, pôs-se a tramar contra Ciro Gomes. Empurrou-o para a a disputa paulista. Ao perceber que Ciro resistia à idéia a despeito de ter transferido seu domicílio eleitoral para São Paulo, Lula sufocou-o.
    Por baixo, tirou dele todas as perspectivas de alianças com legendas governistas. Pelo alto, acertou-se com o governador pernambucano Eduardo Campos, presidente do PSB. Minado por sua própria legenda, Ciro ruiu como candidato de si mesmo.

    4. O plebiscito: Lula pressentira que 2010 repetiria um embate que, desde 1994, submete as disputas presidencias brasileiras a um bipartidarismo de fato. De um lado, o PT. Do outro, o PSDB. Guiando-se pelas pesquisas que atestatam a impopularidade da era tucana, Lula decidiu levar FHC à roda. “Seremos nós contra eles”, decretou.
    Num jantar realizado no Alvorada em dezembro de 2009, Ciro dissera a Lula que sua estratégia estava errada. Arriscava-se a converter Dilma em candidata mais cotada para fazer de Serra o próximo presidente da República. Lula deu de ombros. Dizia, já nessa época, que a eleição seria definida num turno. A seu favor.

    5. A megacoligação: No início de 2010, enquanto o tucanato se consumia em dúvidas –José Serra ou Aécio Neves?— Lula cuidava de reproduzir ao redor de Dilma o consórcio partidário que lhe dá suporte no Congresso. Mirava o tempo de TV. Dizia que Dilma, por desconhecida, precisava de uma vitrine televisiva ampla.
    Simultaneamente, num movimento iniciado em 2008, Lula exibia sua escolhida em pa©mícios. Arrancava-a do gabinete, batizava-a de “mãe do PAC”. Dava musculatura política a uma técnica jamais submetida ao teste das urnas. Manuseando o prestígio pessoal e afrontando a lei eleitoral, acomodou ao lado de Dilma uma megacoligação de 11 legendas.

    6. O PMDB: Na costura da aliança, Lula deu prioridade ao PMDB. Ordenou ao PT que reduzisse a ambição de eleger muitos governadores. Deixou claro que o palanque nacional se sobrepunha aos estaduais.
    Enquanto Serra adiava sua candidatura, retardando a formação dos palanques regionais da oposição, Lula empurrava o PMDB goela abaixo do PT. No último lance, impôs, em Minas, o pemedebê Hélio Costa aos petês Fernando Pimentel e Patrus Ananias.

    7. O vice: Lula demorou a digerir Michel Temer. Informado de que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, alimentava pretensões políticas, desaconselhou a filiação dele ao PP de Goiás. Mostrou a Meirelles a porta do PMDB. Tramara fazer dele o vice de Dilma. Em movimento simultâneo, Temer costurou algo que parecia impossível.
    Temer uniu o PMDB da Câmara, que traz no embornal, ao PMDB do Senado, comandado por José Sarney e Renan Calheiros. Virou pólo de concórdia de uma legenda tisnada pela discórdia. Depois, Temer puxou suas fichas. Pragmático, Lula intuiu que não valia a pena pagar pra ver. Em troca da flexibilização da traquéia entregou a Dilma um PMDB unido como nunca antes na história desse país.

    8. A despedida: No estágio atual da campanha, Lula dá o último ponto no tricô que deu um nó na cabeça da oposição. Converte a emoção da despedida do presidente superpopular em arma eleitoral. Já verteu lágrimas num ato de 1º de Maio, num comício em Curitiba e numa entrevista de televisão. Virou o paizão que transfere o povo aos cuidados da grande “mãe”. Uma ex-poste que ameaça converter José Serra no mais preparado ex-futuro presidente que o Brasil já teve.

  4. Caro Alexandre, xadrex políticoé prá quem sabe jogar, a par disso, devemos agradecer-lhes pela pela ponderada e pedagógica análise sobre a campanha presidencial que, desde sempre foi posta nas ruas, não esqueçamos, sobretudo pela obstrução chamada DEMO/PSDB, assim como pela oposição midiática/patrimonialista chamada PIG.

    Cabe a sociedade brasilleira como um todo e, sobretudo a obstrução comandada pela dupla DEMO/PSDB, arquisupedaneada pela imprensa golpista, que de fato, eles precisam urgentemente repensar o que seja fazer oposição seja em que plano for. Pois não estamos a vivenciar um mero governo que ardilosamente possa ter se oportunizado da fome e da miséria de uma população em sua grande maioria esquecida e olvidada em seus mais elentares direitos.

    Muito pelo contrário, estamos sim vivenciando uma fecunda e feliz quadra da nossa história e da nossa política, em que a sociedade brasileira não apenas elegeu um operário presidente de todos, mas sobretudo tornou-se partícipe como nunca na história desse país, do modus operandi de governar tendo de várias formas e maneiras protagonizado ações de governo e não apenas sido figurante como costurmeiramente acontecia antes.

    É sabido de todos que a nossa história política foi permeada sob a égide e o obscurantismo dos partidos, das forças e dos grupos tradicionais de poder tão comuns a nossa malfadada, reacionária, ignorante, golpista e cruel administração do poder que, desde tempos antanhos foi objeto de exercício de nossas elites.

    Toda essa revolução especialmente do ponto de vista político/cultural, teve na sociedade brasileira a sua principal energia e o seu principal moviemnto, comandado não esqueçamos, por LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, que, queira ou não a ignorante e obtusa oposição de todas as matizes, é o maior líder político já surgido na terra brasilis desde tempos antanhos.

    LULA, repita-se ad nausean, ENFRENTOU E AINDA ENFRENTA, preconceitos, estigmas e esteriótipos de toda ordem, venceu e continua vencendo todos, mesmo a despeito de sua origem e sua propalada (PELA IMPRENSA GOLPISTA) incapacidade de saber adminstrar (segundo eles os “ILUMINADOS”) qualquer coisa que fosse ligada a atividade política e administrativa.

    Não se faz demaiado repetir que durante o seu governo , como em nenhum outro….desculpem tucanos desplumados de plantão….!!!!

    Aos que de fato exercem a cidadania com um mínimo de consciência crítica, mesmo a despeito das opções ideológicas e seus matizes político-partidários, mister se faz relembrar o estado de profunda desorganização administrativa e gerencial além do grave desequilíbrio econômico em que o Pres. Lula encontrou o país, país esse, sempre vítima onipresente da chamada privataria a malferir por demais os setores da saúde e da educação, setores esses absolutamente sucateados pelo insaciável viés do lucro a qualquer custo e qualquer preço sempre priorizando quantidade à qualidade, fazendo do ensino médio e fundamental mero número estatístico e da desenfreada abertura de “Novas Faculdades” particulares, reconhecidas fábricas de diplomas.

    Eleito em seu primeiro mandato, sob os auspícios de profundas mudanças e ao mesmo tempo sendo obrigado a compromissos políticos e econômicos inarredáveis fruto da nossa histórica dependência interna e externa com o chamado status-quo. O governo do Presidente Lula, mesmo sob cerrada e agourenta secagem política da grande imprensa e seus “iluminados” articulistas políticos e econômicos, conduziu o processo a um custo político e econômico relativamente baixo. Diminuiu e bastante a nossa histórica dependência econômica no plano externo, iniciou o processo de democratização nas relações dos estados e municípios com a União, assim como, do cidadão com as diversas esferas das instituições e dos poderes públicos. Conseguiu controlar a inflação, e de fato implementar os programas de transferência de renda com suas respectivas formas de acesso e otimização de controle a alimentação, a saúde e a educação, iniciou um processo de redirecionamento do crédito e do micro-crédito sempre historicamente inacessíveis a grande parte dos cidadãos brasileiros no que tange as empresas, a educação, a habitação popular, aos aposentados e principalmente a agricultura. O aumento da renda e da geração de empregos em percentuais nunca alcançados nas últimas décadas, torna insofismável o acerto dessa política para grande parcela da sociedade brasileira segundo dados tanto do IBGE quanto do IPEA.

    A política externa teve nesse primeiro governo uma nova visão das relações diplomáticas, políticas e econômicas de um mundo que se reaglutina permanentemente em torno da globalização e suas profundas mudanças de paradigma e interdependência política, social e econômica. Priorizando uma nova e revigorada relação política, econômica e diplomática, principalmente com os líderes dos paises em desenvolvimento como INDIA e CHINA, não esquecendo dos países ARÁBES e do continente AFRICANO, assim como reascendendo a unificação da América latina em torno da prioridade chamada MERCOSUL, isso de maneira nenhuma significou descuidar das já históricas relações com os chamados países do NORTE, agora sob um novo patamar de respeito e independência diplomática.

    Caros senhores escreví essa pequena e pretensa análise políto-econômica em meados de de 2006 FINAL DO PRIEMITO MANDATO, NO QUAL, A NOSSA “RENHIDA” IMPRENSA GOLPISTA TENTOU APEÁ-LO DO PODER ATRAVÉS DE UM GOLPE BRANCO, e vejam, CONSTATEM, como o BARBUDO ILETRADO, CORRUPTO E INCOMPETENTE… MIAS UMA VEZ ESTAVA CERTÍSSIMO.

    UM ABRAÇO, TUCANOS…. DEMOS, PÁSSAROS PLOÍTICOS EM EXTINÇÃO.

    FRANSUELDO VIEIRA DE ARAÚJO.
    OAB/RN. 7318.

  5. Caro Alexandre, xadrex políticoé prá quem sabe jogar, a par disso, devemos agradecer-lhes pela pela ponderada e pedagógica análise sobre a campanha presidencial que, desde sempre foi posta nas ruas, não esqueçamos, sobretudo pela obstrução chamada DEMO/PSDB, assim como pela oposição midiática/patrimonialista chamada PIG.

    Cabe a sociedade brasilleira como um todo e, sobretudo a obstrução comandada pela dupla DEMO/PSDB, arquisupedaneada pela imprensa golpista, que de fato, eles precisam urgentemente repensar o que seja fazer oposição seja em que plano for. Pois não estamos a vivenciar um mero governo que ardilosamente possa ter se oportunizado da fome e da miséria de uma população em sua grande maioria esquecida e olvidada em seus mais elentares direitos.

    Muito pelo contrário, estamos sim vivenciando uma fecunda e feliz quadra da nossa história e da nossa política, em que a sociedade brasileira não apenas elegeu um operário presidente de todos, mas sobretudo tornou-se partícipe como nunca na história desse país, do modus operandi de governar tendo de várias formas e maneiras protagonizado ações de governo e não apenas sido figurante como costurmeiramente acontecia antes.

    É sabido de todos que a nossa história política foi permeada sob a égide e o obscurantismo dos partidos, das forças e dos grupos tradicionais de poder tão comuns a nossa malfadada, reacionária, ignorante, golpista e cruel administração do poder que, desde tempos antanhos foi objeto de exercício de nossas elites.

    Toda essa revolução especialmente do ponto de vista político/cultural, teve na sociedade brasileira a sua principal energia e o seu principal moviemnto, comandado não esqueçamos, por LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, que, queira ou não a ignorante e obtusa oposição de todas as matizes, é o maior líder político já surgido na terra brasilis desde tempos antanhos.

    LULA, repita-se ad nausean, ENFRENTOU E AINDA ENFRENTA, preconceitos, estigmas e esteriótipos de toda ordem, venceu e continua vencendo todos, mesmo a despeito de sua origem e sua propalada (PELA IMPRENSA GOLPISTA) incapacidade de saber adminstrar (segundo eles os “ILUMINADOS”) qualquer coisa que fosse ligada a atividade política e administrativa.

    Não se faz demaiado repetir que durante o seu governo , como em nenhum outro….desculpem tucanos desplumados de plantão….!!!!

    Aos que de fato exercem a cidadania com um mínimo de consciência crítica, mesmo a despeito das opções ideológicas e seus matizes político-partidários, mister se faz relembrar o estado de profunda desorganização administrativa e gerencial além do grave desequilíbrio econômico em que o Pres. Lula encontrou o país, país esse, sempre vítima onipresente da chamada privataria a malferir por demais os setores da saúde e da educação, setores esses absolutamente sucateados pelo insaciável viés do lucro a qualquer custo e qualquer preço sempre priorizando quantidade à qualidade, fazendo do ensino médio e fundamental mero número estatístico e da desenfreada abertura de “Novas Faculdades” particulares, reconhecidas fábricas de diplomas.

    Eleito em seu primeiro mandato, sob os auspícios de profundas mudanças e ao mesmo tempo sendo obrigado a compromissos políticos e econômicos inarredáveis fruto da nossa histórica dependência interna e externa com o chamado status-quo. O governo do Presidente Lula, mesmo sob cerrada e agourenta secagem política da grande imprensa e seus “iluminados” articulistas políticos e econômicos, conduziu o processo a um custo político e econômico relativamente baixo. Diminuiu e bastante a nossa histórica dependência econômica no plano externo, iniciou o processo de democratização nas relações dos estados e municípios com a União, assim como, do cidadão com as diversas esferas das instituições e dos poderes públicos. Conseguiu controlar a inflação, e de fato implementar os programas de transferência de renda com suas respectivas formas de acesso e otimização de controle a alimentação, a saúde e a educação, iniciou um processo de redirecionamento do crédito e do micro-crédito sempre historicamente inacessíveis a grande parte dos cidadãos brasileiros no que tange as empresas, a educação, a habitação popular, aos aposentados e principalmente a agricultura. O aumento da renda e da geração de empregos em percentuais nunca alcançados nas últimas décadas, torna insofismável o acerto dessa política para grande parcela da sociedade brasileira segundo dados tanto do IBGE quanto do IPEA.

    A política externa teve nesse primeiro governo uma nova visão das relações diplomáticas, políticas e econômicas de um mundo que se reaglutina permanentemente em torno da globalização e suas profundas mudanças de paradigma e interdependência política, social e econômica. Priorizando uma nova e revigorada relação política, econômica e diplomática, principalmente com os líderes dos paises em desenvolvimento como INDIA e CHINA, não esquecendo dos países ARÁBES e do continente AFRICANO, assim como reascendendo a unificação da América latina em torno da prioridade chamada MERCOSUL, isso de maneira nenhuma significou descuidar das já históricas relações com os chamados países do NORTE, agora sob um novo patamar de respeito e independência diplomática.

    Caros senhores escreví essa pequena e pretensa análise políto-econômica em meados de de 2006 FINAL DO PRIEMITO MANDATO, NO QUAL, A NOSSA “RENHIDA” IMPRENSA GOLPISTA TENTOU APEÁ-LO DO PODER ATRAVÉS DE UM GOLPE BRANCO, e vejam, CONSTATEM, como o BARBUDO ILETRADO, CORRUPTO E INCOMPETENTE… MIAS UMA VEZ ESTAVA CERTÍSSIMO.

    P.S. DESCULPEM IA ESQUECENDO…PORÚLTIMO UMA DICA

    QUEM SABE, MEU CARO ALEXANDRE, UM BOM COMEÇO PARA OS MEMBROS DA ALTA CÚPULA DA CHAMADA OBSTRUÇÃO FORTEMENTE COMPOSTA PELA IMPRENSA E PARTIDOS POLÍTICOS ULTRACONSERVADORES…NÃO SERIA O CHAMADO DEVER DE CASA…SERIA FAZER COM QUE (MESMO A DESPEITO DE SUAS IDEOLOGIAS ANTI POVO), PRINCIPALMENTE A DUPLA DEMO/PSDB, PASSASSE A VISITAR TODAS AS CIDADES BRASILEIRAS MORMENTE EM SUAS PERIFERIAS…SENTIDO O CHEIRO DO POVO SOFRIDO E HISTORICAMENTE ESQUECIDO….QUEM SABE TAMBÉM QUINZE DIAS….UM MES NUM ASSENTAMENTO A BEIRA DA ESTRADA….MORAR SEIS MESES NUMA FAVELA… SEIS MESES NUMA PRISÃO/MAMORA POR TER “ROUBADO” UM POTE DE MARGARINA…NO MINÍMO DOIS ANOS VIVENCIANDO EXPERIÊNCIAS TAIS E QUAIS QUE NÃO FOSSE NUUM ANO ELEITORAL, E DEPOIS, SENTAR EM FRENTE A ESTÁTUA DE RODIN PENSADOR, QUEM SABE…OS DÍGNÍSSIMOS NÃO TERÃO ALGUM ESPASMO DE SENSIBILIDADE POLÍTO/SOCIAL…!!!!???

    UM ABRAÇO, TUCANOS…. DEMOS, PÁSSAROS POLÍTICOS EM EXTINÇÃO.

    FRANSUELDO VIEIRA DE ARAÚJO.
    OAB/RN. 7318.

  6. uma coisa chata esse chiliques de Fransueldo, aff, parece mona no cio.

    cego de guia.

    cuidado menino, lexotan faz broxar, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *