* Sobre o caso das joias, Elio Gaspari lembrou bem: “Cadê o cartão”? Todo presente vem acompanhado por um cartão onde consta o presenteador e o presenteado. Cadê esse cartão? Com ele poderíamos dirimir algumas dúvidas. Sem cartão não é presente, mas outra coisa.
* O Senado Federal aprovou o convite ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, para ele ir explicar a alta taxa de juros no Brasil. É bom frisar que um dos motivos que está causando a quebradeira de bancos nos EUA são justamente os juros altos.
* A Justiça condenou o laboratório Libbs a pagar R$ 1,2 milhão aos filhos do jornalista Ricardo Boechat, falecido em 2019. O helicóptero do acidente que ceifou sua vida, contratado pelo laboratório, estava com a licença vencida.
* No município de Aiuaba (CE), um dono de bar foi multado em R$ 71 mil após a polícia militar descobrir, durante uma operação, que ele tinha 71 avoantes no freezer. R$ 1 mil por avoante. A informação está na edição de hoje do jornal O Povo.
* I – Cresce nos EUA o mercado de comidas com até 30 anos de validade. Os kits garantem a alimentação de uma pessoa por 30 dias. A ideia é que sejam guardados em bunkers para serem usados em situações de emergência. Um kit sai, em média, por R$ 600,00.
* II – O preparo dos alimentos é muito simples, na maioria dos casos basta misturar com água. Vale destacar, contudo, que não se trata de nada muito saboroso. O objetivo é apenas manter uma pessoa viva, com o fornecimento diário de 1.200 calorias, em média.
* Li por aí que seriam vacinadas as “crianças de 0 a 5 anos”. A frase está errada, ninguém tem zero anos. Então, melhor escrever que serão vacinadas as crianças de até cinco anos.
* Nesta data, em 1953, falecia, de câncer, o escritor Graciliano Ramos, com 60 anos de idade. Além de lidar com letras, Ramos também foi político. Exerceu o cargo de prefeito de Palmeira dos Índios (AL), sua terra natal.
* I – Em 1982, Djavan meteu um “caetanear” na canção “Sina”, do disco “Luz”. O neologismo foi imediatamente recebido como uma homenagem a Caetano Veloso, que até retribuiu a gentileza no ano seguinte, na música “Eclipse Oculto”.
* II – Ocorre que há a possibilidade de o “caetanear” não ser uma homenagem ao cantor baiano. Amigos de infância do alagoano lembram que seu nome de batismo é Djavan Caetano, e que sua mãe sempre pedia para ele parar de “caetanear”, ante as peripécias.