Antes de qualquer coisa, desculpem-me pela não atualização deste espaço nos últimos dias. O computador de mesa, que uso para atualizar o blog, deu pane. Foi encaminhado para a assistência técnica e apenas hoje o recebi. As atualizações continuarão sendo diárias. Nos acompanhe também nas redes sociais. Temos conta no Facebook, Twitter, Tumblr e Instagram. Em todos procure por “tiocolorau”
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I – O senador e líder nacional do DEM, José Agripino, não demonstra disposição para apoiar uma possível candidatura à reeleição da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Tal ficou cristalino na entrevista que ele concedeu domingo ao jornal Tribuna do Norte. Na matéria, ele criticou a atual gestão, apontou falhas, falou da dificuldade de conseguir aliados na majoritária e confessou que há tempos nem ao menos conversa com a governadora e o esposo dela, o ex-deputado Carlos Augusto.
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II – Na mesma entrevista o senador disse que o interesse maior do DEM é na disputa proporcional, onde pretende reeleger seus deputados, incluindo Felipe Maia, seu filho. Disse ainda que Henrique Alves é um bom nome para ser candidato ao governo do Estado. Em suma, José Agripino escanteou Rosalba e flertou com o PMDB, tudo para garantir a reeleição do seu menino. Espanta-me, contudo, que um líder nacional de um partido faça este tipo de papel, saindo de sua posição para ser um liderado dos Alves.
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I – A classe política é tão desacreditada, que quando surge uma pessoa boa ou de ideias inovadoras, fora da política, a primeira coisa que os incomodados dizem é que ela tem pretensões políticas. Tal afirmação gera nas pessoas – de imediato – a sensação de que tal pessoa então não é assim tão boazinha ou idealista. É mais um que quer se locupletar à custa do dinheiro público. Algumas realmente se engajam na política, e então se contaminam, mas há outras que continuam firme e forte em seus propósitos e atos, sem nem mesmo se filiar a alguma sigla partidária.
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II – Conversa fiada essa de que para fazer algo de bom é preciso ter um mandato eletivo ou algum cargo comissionado. Conheço várias histórias de pessoas que fazem e propagam o bem e não são alinhadas a nenhum grupo político. Mossoró mesmo registra alguns casos. Pessoas que se dedicam a ajudar aos pares por razões humanitárias e/ou religiosas. Como disse no início da nota acima, entrar na política já é um péssimo sinal, apesar de existirem exceções.
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I – Ontem, dezenas de moradores do Conjunto Santa Delmira realizaram um protesto no viaduto construído naquela localidade. A parte de cima do viaduto já foi liberada, mas a parte inferior ainda não, justamente por haver divergências entre a empresa responsável, o poder público e os moradores. Após o anúncio de que um semáforo seria instalado na parte inferior, os moradores ficaram indignados, e foi justamente este o motivo do protesto de ontem.
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II – Ora, o viaduto foi construído justamente para eliminar o semáforo. Fala-se que o rearranjo do projeto foi feito para beneficiar donos de postos de combustíveis que ficam nas imediações, e que há interesses escusos de autoridades no estranho episódio. Ontem, no protesto, de fato, não houve participação significativa de políticos. Apenas dois ou três.
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III – Indignados, os moradores afastaram as manilhas que estavam sob o viaduto e as colocaram no local que eles acham ser o mais lógico. Até hoje pela manhã elas continuavam no mesmo lugar. O impasse está gerado. Aguardemos o bom senso de nossos representantes. OBS. O primeiro viaduto concluído, o do Alto São Manoel, nunca foi liberado, em razão de um erro gravíssimo em seu projeto. Não estamos tendo sorte com o tão propalado Complexo da Abolição.
Uma resposta
Não pela idade e sim pelo conhecimento sou dependente da Pílulas e Pílulas.