A Câmara Municipal de Mossoró rejeitou sem qualquer explicação dois projetos de lei do vereador Lairinho Rosado (PSB). O primeiro deles obrigava tanto o poder executivo como o legislativo a só contratar jornalistas com formação superior em comunicação social. O outro ampliava a taxa de isenção da Contribuição para a Iluminação Pública (CIP) de 30 kWh/mês para 80kWh/mês.
O autor da proposta lamentou a decisão dos parlamentares contra o diploma de jornalista.“Todos os concursos públicos exigem diploma de jornalista. Em Natal temos uma lei sugerida pelo vereador Hermano Morais aprovada pela Câmara Municipal”, criticou.
O colega de bancada da oposição Genivan Vale (PR) lamentou a decisão dos colegas. “Espero que um dia tenhamos a TV Câmara para que a pressão popular impeça que certos projetos sejam derrubados com base apenas no autor e não no conteúdo”, acrescentou.
A presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Norte (SINDJORN/RN), Nelly Carlos, criticou a decisão da bancada governista. “É um absurdo a Câmara de Mossoró tomar uma decisão dessas quando estamos prestes a aprovar a PEC do diploma no Congresso”, declarou.
CIP – Em seguida a bancada governista, mais uma vez seguindo a orientação da líder Cláudia Regina (DEM), derrubou o projeto de lei complementar que ampliava a faixa de isenção da CIP. “Essa medida vai na contramão do que orienta a ANEEL. A faixa de isenção de cobranças desse tipo deve variar de 80 a 220 na região Nordeste”, destacou.
OBS. Com informações da assessoria.
Uma resposta
Isso sim é mais interessante que as desavenças dos que estarão abraçados no futuro!
Brigam hoje , amanhã estarão no mesmo palanque!