Logo após as eleições, foi formado um grupo de 13 vereadores os quais seguiriam unidos na oposição. No dia seguinte escrevi neste espaço que o grupo não permaneceria intacto por muito tempo, que alguns deles se renderiam aos encantos da situação.
Ontem, ficou clara a primeira baixa, a do vereador eleito João Gentil (PV). Ele não assinou o manifesto de apoio à candidatura do vereador reeleito Alex do Frango (PMB) à presidência da Câmara Municipal.
Ao tratar deste assunto numa postagem que escrevi numa rede social, o vereador Flavinho Tácito (PPL) deu a entender que continuará marchando junto com o agora G12. Na mesma postagem uma pessoa escreveu que tudo mudaria quando o ex-deputado Carlos Augusto começasse a caminhar nos corredores da Câmara. Flavinho então respondeu: “Pois pra mim não (…) Sou homem não sou moleque (…) Quem me elegeu foi o povo e a igreja (…) A política é como nuvem (…) Tudo passa”.
Pelo bem de Mossoró, seria muito bom um presidente independente, não subserviente ao Executivo. Ao contrário, a Câmara continuará sendo um mero apêndice da prefeitura, espécie de departamento de assuntos legislativos.
Os mossoroenses não suportam mais presidentes da Câmara Municipal sendo capachos dos ocupantes da chefia do Executivo. O Legislativo precisa se libertar, mostrar seu valor, sua importância.