Na manhã desta segunda-feira (10), o governador Iberê Ferreira de Souza assinou o Pacto pela Redução das Desigualdades, com o objetivo de reduzir a mortalidade infantil no Rio Grande do Norte. O pacto prevê a liberação de R$ 11 milhões a serem investidos prioritariamente nos nove municípios que atualmente concentram a metade dos casos de óbitos neo-natais no Estado, Natal, Mossoró, Parnamirim, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim, Caicó, Currais Novos e Pau dos Ferros.
“Além da liberação desses recursos, também vamos apoiar integralmente esses municípios. Esse é o problema que não é só do Estado, ou dos municípios, ou do governo federal. É um problema que só poderá ser resolvido com a união de todos os entes federados. É um trabalho a longo prazo, e agora estamos dando o primeiro passo”, destacou o governador.
Com o pacto, o RN irá ganhar novos Núcleos de Apoio à Saúde (NASF), mais equipamentos e leitos nas UTIs neonatais, bancos de leite e UPAs (Unidades de Pronto Atendimento). O objetivo é ampliar a qualificação da atenção pré-natal, para o parto e recém-nascido, com base em seis eixos principais: educação na saúde; gestão da informação; vigilância do óbito infantil; fortalecimento do controle social; mobilização e comunicação; e produção de conhecimentos e pesquisas.
Tomando por base esses eixos, as unidades e saúde dos nove municípios deverão agora seguir alguma diretrizes traçadas como fundamentais. Entre elas estão: evitar a peregrinação das grávidas para outras cidades na hora do parto, garantir leitos e UTIs neo-natais, pleno acompanhamento pós-parto com equipes multifuncionais para mães e filhos e assegurar direito à acompanhantes.
Para reduzir no mínimo em 5% a mortalidade infantil em 2009 e 2010, o Estado lançou o Plano Operativo Estadual envolvendo os nove municípios citados. No Rio Grande do Norte, 7.526 crianças menores de um ano de idade morreram entre 2000 e 2007. O maior número de ocorrências foi verificado em Natal (2.058 óbitos), Mossoró (716), Parnamirim (354), Caicó (170) e Ceará-Mirim (151). Este aspecto foi determinante para a união e o compromisso mútuo em defesa da vida firmado entre a atual gestão estadual e os municípios.
Entre 2000 e 2007, 443.946 crianças menores de um ano de idade morreram no Brasil. No Nordeste, foram 144.003 e na Amazônia Legal (incluindo o Maranhão), 76.916. Nas duas regiões, o número de óbitos somou 220.919 ou quase 50% do total nacional.
Na ocasião estavam reunidos o Secretário Estadual de Saúde Pública, George Antunes, além de prefeitos, vice-prefeitos, secretários municipais de saúde e técnicos dos nove municípios envolvidos.
Respostas de 5
Tio, o inferno é logo alí. Você já passou de carro em frente ao colegio GEO? Homi, a rua Almir de Almeida Castro, é mão dupla. Acontece que estão estacionando os veiculos nos dois lados da rua e o epaço da rua que fica, só passa um veiculo.
Sexta-feira eu fui cair na besteira de ir na Cosern e, voltei no sentido Cosern/Barragem. Era mais ou menos umas 11:30 da manhã.
Homi, quando eu cheguei nas imediações do GEO, vinha um “monte” de carro no sentido contrário e todos gritando comigo – “VOCÊ TÁ NA CONTRA MÃO!”.
Não estava porque na esquina que dá acesso ao Jornal O Mossorense, tem uma placa sinalizando que é proibido dobrar a direita.
Ora, se alguém digire um veículo por uma rua onde as placas de sinalização estão de frente para o motorista, é óbvio que voce está no caminho certo.
Alguém tem que tomar uma medida URGENTE. Caso contrário, vai haver tiroteio por lá. Isso foi o que me relatou um senhor que vende balas em frente ao colegio. Segundo ele, todo dia é a mesma coisa.
Conclusão: Tive que voltar de ré no carro até a sede do IBAMA. Quase apanhei por estar dirigindo certo.
Obrigada!
Rejane
Já passei pela mesma situação. Se a Gerencia de Transito não colocar uns amarelinhos por lá para fiscalizar e multar os carros que estacionam na contra mão, vai haver briga de foice envolvendo um pessoa certa e uma errada. Tenho pena da pessoa que “estava” certa.
Um pacto contra a mortalidade adulta seria a colocação de um semáforo no cruzamentos das ruas Duodécimo Rosado e Antônio Vieira de Sá, no Nova Betânia. Na semana passada houve uma batida lá, e foi forte o bastante para fazer um dos carros envolvidos destruir parcialmente uma calçada, a da casa da esquina, que não nem mourões. Fora disso, melhoraria o fluxo naquele cruzamento nos horários de pico, pois às vezes o motorista que não está na preferencial tem de aguardar que cesse todo o fluxo perpendicular, nos dois sentidos. Os mais imprudentes passam faixa por faixa – o que pode facilmente fazer congestionar tudo no local.
se voces ainda não viram um Balaio de Gatos, vão lá e confiram.
O transito de Mossoró está caminhando para uma situação de calamidade. A pessoa que gerencia parece que nunca andou de automóvel e se andou foi na Serra do Mel.
Até hoje, ninguém percebeu a diferença antre o transito estadual do municipal (leia-se administração). Se é que existe diferença. A pressa em municipalizar o transito, era para botar mais dinheiro no cofre da prefeitura (leia-se multas).
Não é difícil “arumar” o transito em Mossoró. Dificil, é conseguir uma pessoa que entenda disso ou que vá a um grande centro e copie o modelo de lá.
Enquanto o estacionamento no centro for feito de forma diagonal, brevemente não vai ter cristão neste mundo que consiga guiar um carro sem arrancar metade dos cabelos, ouvir palavrões de todos os lados e ser acima de tudo, malabaristas para desviar de pedestre, bicicleta, moto etc.
Os motoristas por outro lado têm inumeros defeitos. Os donos da loja estacionam o carro em frente a loja. A VAGA ALI É DELE E DE MAIS NINGUÉM. As dondocas, querem a todo custo, ir apanhar seus filhos nos colégios, se possivel, dentro da sala de aula. Os motoqueiros, NUNCA ouviram falar que ultrapassar pela direita é proibido. E o BUZINAÇO. Pela madrugada. Aqui, o povo buzina sem nenhuma necessidade. Sinal verde, se voce não sair IMEDIATAMENTE, vai ouvir buzina atrás que nem presta.
E assim caminha a humanidade mossoroense. DES educada, DES culturada, DES inteligente, DES preparada DES tudo e algo mais.
Estremamente lamentável