* I – A eleição para a presidência do Senado Federal tem movimentado a política e imprensa nacional. Os apoiadores de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmam que ele tem 55 votos; já os defensores de Rogério Marinho (PL-RN) juram que ele tem 46 votos.
* II – A soma dos votos dá 101, mas só temos 81 senadores (três por Estado, contando o DF). Logo, será a eleição da traição, vez que o voto é secreto. Para Tales Farias, colunista do UOL, a tendência é que o mais traído seja o candidato potiguar. A ver.
* III – Cálculos feitos pelo jornal Folha de S. Paulo apontam que Rodrigo Pacheco tem 42 votos, Rogério Marinho tem 23 e que há 16 indecisos ou que não declararam voto. Com base nesse levantamento, a reeleição de Pacheco é bem provável.
* Dos 513 deputados federais que assumem hoje, 422 (82%) são homens e 91 (18%) são mulheres. Por cor, 72% do total são brancos, 21% são pardos, 5% são pretos, 1% é de indígenas e 0,6% de amarelos.
* Dos 81 senadores, 70 são homens (85%) e 11 (15%) são mulheres. Por cor, 67% são brancos, 11% são pardos, 11% são pretos e 7% são indígenas. Num e noutro caso, os números não batem com o geral da população. A representação é imperfeita.
* I – Tanto o ministro da Economia, Fernando Haddad, como o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), já disseram que pretendem avançar com a reforma tributária, e que começarão pelo consumo.
* II – Gostei das declarações. É muito injusto que um riquíssimo e que um paupérrimo paguem o mesmo tributo na compra de um sabão de coco. Só não sei como será a mudança, talvez tributando ainda mais os itens supérfluos e diminuindo a carga sobre produtos da cesta básica.
* O antropólogo Lévi-Strauss costumava dizer que “se tornou inteligente no Brasil” não quando participou da fundação da USP, em 1934, mas quando conviveu com os índios Bororo, no Mato Grosso. “Eles me mostraram o outro lado do que somos”.
* 42 familiares de vítimas da tragédia na boate Kiss estudam processar a Netflix pela exibição da minissérie “Todo Dia a Mesma Noite”, sobre o episódio. Eles alegam que não foram consultados e que a exposição de algumas imagens traz abalos psicológicos.
* O sambista Arlindo Cruz está afastado das atividades como músico desde 2017, quando sofreu um AVC. De início passou um ano hospitalizado. Desde então já fez dez cirurgias. Atualmente se recupera em casa, mas ainda sem condições de trabalhar.