Depois de fazer uma visita, ao lado dos senadores José Agripino e Garibaldi Filho e da prefeita Fafá Rosado, às obras do Complexo Viário da Abolição, na última sexta-feira, em Mossoró, a senadora Rosalba Ciarlini, criticou o andamento dos trabalhos. Disse que a obra está praticamente parada por falta de autorização de alguns projetos e, consequentemente, atraso na liberação de recursos. “Sem os projetos serem autorizados, a empresa não recebe os recursos para tocar a obra”, reconheceu.
Estranhando essa lentidão, a senadora lembrou que o Complexo recebeu uma emenda de bancada no valor de R$ 60 milhões e que a Prefeitura de Mossoró contratou o Projeto por R$ hum milhão. ” Além dos recursos alocados no Orçamento Geral da União, a bancada federal cobrou essa obra em diversas audiências que tivemos com o então ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento”, frisou, anunciando que irá cobrar do Denit o cumprimento do cronograma de serviços.
A obra começou em agosto do ano passado e já parou 5 vezes. Até agora não passou da terraplenagem e, mesmo assim, em ritmo lento.
Uma resposta
Thurbay, o inferno é logo alí. Você já passou de carro em frente ao colegio GEO? Homi, a rua Almir de Almeida Castro, é mão dupla. Acontece que estão estacionando os veiculos nos dois lados da rua e o epaço da rua que fica, só passa um veiculo.
Sexta-feira eu fui cair na besteira de ir na Cosern e, voltei no sentido Cosern/Barragem. Era mais ou menos umas 11:30 da manhã.
Homi, quando eu cheguei nas imediações do GEO, vinha um “monte” de carro no sentido contrário e todos gritando comigo – “VOCÊ TÁ NA CONTRA MÃO!”.
Não estava porque na esquina que dá acesso ao Jornal O Mossorense, tem uma placa sinalizando que é proibido dobrar a direita.
Ora, se alguém digire um veículo por uma rua onde as placas de sinalização estão de frente para o motorista, é óbvio que voce está no caminho certo.
Alguém tem que tomar uma medida URGENTE. Caso contrário, vai haver tiroteio por lá. Isso foi o que me relatou um senhor que vende balas em frente ao colegio. Segundo ele, todo dia é a mesma coisa.
Conclusão: Tive que voltar de ré no carro até a sede do IBAMA. Quase apanhei por estar dirigindo certo.
Obrigada!
Rejane