PEI E BUFO – 51ª edição.

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* O candidato Allyson Bezerra (SD) declinou do convite para ser entrevistado amanhã no programa Foro de Moscow, apresentado pelos jornalistas Bruno Barreto e William Robson. Deveria ir. Oportunidade para tentar o voto da ala progressista.

* Em vídeo, a candidata Cláudia Regina (DEM) disse que a chance de ela desistir para apoiar outro candidato é zero. Inclusive, ela se mostrou bastante chateada por cogitarem tal possibilidade.

* 113 dos 167 municípios do RN receberão tropas federais no fim de semana das eleições. Entre elas, Mossoró, Tibau, Upanema, Felipe Guerra, Governador Dix-sept Rosado, Caraúbas, Baraúna e Serra do Mel.

* O Grupo Ferreira Costa abrirá uma unidade em Natal (RN). Já começou a seleção para contratar 450 empregados. Previsão de inauguração para junho do ano que entra.

* Os 47 reservatórios do RN com mais de 05 milhões de metros cúbicos estão, em média, com 49% de sua capacidade total. A barragem Santa Cruz, em Apodi, está com 31,26%. Já a Armando Ribeiro Gonçalves está com 58,13%.

* O ministro Edson Fachin, do STF, em voto proferido ontem, defendeu a proibição de vistoria íntima em penitenciárias. Alegou que o ato fere a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, do qual o Brasil é signatário.

* Em Belo Horizonte (MG), o candidato Bruno Engler (PRTB), dos poucos que o presidente Bolsonaro apoia abertamente, está em 04º lugar nas pesquisas, com 02% das intenções de votos. O atual prefeito, Alexandre Kalil (PSD), lidera com 59%.

* Em São Paulo (SP), o candidato Celso Russomano (Republicanos) e o presidente Bolsonaro largaram as mãos. O “divórcio” parece ter sido em comum acordo. Os dois viram que a união não estava sendo um bom negócio para nenhum.

* Também em São Paulo (SP), o candidato do PT, Jilmar Tatto, andou criticando Guilherme Boulos (PSOL), chamando-o de inexperiente. Disse que no momento não cabe experimentos. Quebrou assim o pacto de não-agressão firmado pelas esquerdas.

* Em entrevista ao Roda Viva, o marqueteiro João Santana disse que uma chapa Ciro/Lula, nesta sequência, seria imbatível. Mais ou menos como ocorreu na Argentina, onde Cristina Kichner foi a vice de Alberto Fernández. O assunto é polêmico.

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